25 setembro 2008

Atual Crise Financeira

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Declaro aqui algumas considerações que tenho para com essa crise financeira; de modo a fazer refletir sobre várias questões.

A HISTÓRIA
Bem, primeiro, isso de certa forma é uma loucura. Lembro-me dos tempos em que não haviam bancos, e que tais surgiram como apenas um cofre, um lugar onde as pessoas podiam guardar seu dinheiro com segurança. Depois, como esses bancos passaram a ter boas quantias de dinheiro, e boa parte sem movimentação dos verdadeiros donos; então eis que começaram a usar essas reservas – com a autorização dos verdadeiros donos da grana – para emprestar aos outros, de modo controlado, e tais aos poucos pagariam com um acréscimo daquilo que usou. Nisso surgiu o financiamento.

Com o passar do tempo, as financeiras passaram a crescer numa proporção astronômica. Surgiram os “produtos financeiros”, como o próprio investimento em si. Agora, não se colocava dinheiro no banco apenas para segurança, mas sim, como um meio de investimento, de modo que aquele dinheiro investido, com o tempo, renderia e aumentaria. E aos poucos, o numero de investidores cresceu e cresceu. De modo, que após a Globalização, alguns dizem que até vivemos hoje o “Capitalismo Financeiro”. De modo que a maior fonte geradora de recursos não era mais a indústria, mas os mecanismos financeiros. De modo, que, hoje até poderia se dizer, que um país de primeiro mundo, é aquele que possui um brutal e forte sistema financeiro.

Bem, em algum momento, esse poder das financeiras subiu a cabeça da burguesia. Luxo, elevados lucros, ostentação, golpes financeiros, manipulações dos mercados, começaram a ocorrer. Por outro lado, as pessoas passaram a ter que usar de modo obrigado os bancos, e não apenas para investir e assegurar seu dinheiro; mas para fazer qualquer transação comercial, pagar contas, ou mesmo para receber o seu salário; o dinheiro tinha que passar pelas financeiras, e ela ganhando em cima dessas bilhões de transações financeiras; de modo, que muitas vezes, até mesmo injusto, para o investidor. E os enormes lucros, não eram repassados para tais investidores; apenas uma parcela do lucro, em forma de dividendos, era repassado para os que possuíam “ações” destas. O capitalismo aumentava a proporções incríveis, do acumulo de dinheiro que se investe e aumentava, e o Patrimônio Liquido dessas empresas subiram às alturas.
A CRISE ATUAL
Então, nos EUA, essas financeiras, que deveriam assegurar o dinheiro dos investidores, e de forma controlada, usar esse dinheiro em caixa, para financiamentos; passaram a usar isso de forma irresponsável. Financiamentos de auto-risco. E de certa forma, financiou mais do que podia. Salomão diz, que quando for credor de alguém, não o faça, a menos, que faça a pessoa garantir até mesmo as roupas do corpo. Bem, não foi isso o que aconteceu. Houve uma grande quantidade de inadimplência no crédito “subprime” (empréstimos imobiliários de segunda linha), o qual cresceu muito nos EUA na última década.

Ao mesmo tempo em que as financeiras cresceram, tomaram tal proporção de monopólio, que a Economia mundial, ficou fortemente enraizada nessas instituições e na economia norte-americana. Um vício, um ópio! Passou a surgir uma forte dependência global dessas instituições, do mercado financeiro. Ou seja, não é mais a história do homem que escolheu deixar de guardar o dinheiro no colchão e passou a colocá-lo no banco, e tal cobraria uma taxa e também retornaria um pequeno rendimento. Agora, inverteu as coisas, são as pessoas, a economia, todos os setores, que passaram a ficar dependentes dos bancos, das instituições financeiras. Uma troca de valores!

Então, aconteceu que essa crise no ‘subprime’ começou a infectar a economia mundial (pois aliás, Wall Street é o coração financeiro do mundo). Passou a infectar essas instituições, onde a economia mundial está enraizada. Isso começou a infectar os mercados financeiros. O risco aumentou. E os investidores que possuem “quantias significantes” (os tubarões), com aversão ao risco, passaram a retirar seus investimentos (“colocar o dinheiro no colchão”), com o receio de perdas. Conseqüentemente, as ações, em geral, começaram a cair e ficar instáveis. Ao mesmo tempo, as instituições financeiras, foram perdendo o dinheiro em caixa. Isso passou a tornar-se uma derivada negativa, ou seja, o limite da coisa passou a ser algo incerto quanto a essência do principio de um investimento: “segurança num retorno maior ou igual”. E assim, começou a inundar os mercados com o pessimismo. E como, o que controla o mercado são pessoas ambiciosas, e de certa forma, mimadas e egoístas. Foram contagiadas pelo medo.

O medo apenas trás desgraças, loucuras. E aí está uma loucura. Se, num consenso maior, os tubarões, meramente, ignorassem a tendência e rumores de pessimismo. Vão continuar a aplicar, e o mercado prosseguirá. Ou simplesmente, tomando a responsabilidade que possuem pelo volume e patrimônio que possuem, e quem tem o dever de cuidar da economia mundial, além do seus meros milhões ou bilhões. Pois aliás, se a economia mundial se deterioriza, do que valerá seus milhões? São ingredientes fundamentais para a própria boa saúde, e se retiram tais, então, de certa forma, numa visão um pouco menos temporal, o ser se auto-enfraquecendo.
O PACOTE
O governo americano, FMI, FED, ONU, todos, o mundo, se atentou para essa crise, e buscam e exigem uma solução. Propostas foram feitas e executadas em 1 ano, mas, não conseguirão reverter o problema. Em conseqüência disso, o banco de investimentos Lehman Brothers pediu concordata. Não podia cumprir os seus compromissos, ou seja, emprestou mais dinheiro do que tinha, do que podia realmente conceder. O banco quebrou. E outras instituições financeiras americanas também estão em risco de quebrar. As mesmas instituições que outrora passaram a conter lucros astronômicos, esbanjar luxo e não compartilhar tais de forma justa para com seus investidores, talvez, apenas um pouco, para com os acionistas.

Então, a nova proposta do governo americano para enfrentar essa crise é um pacote de U$ 700 bilhões de dinheiro público para recomprar os ativos podres acumulados pelos bancos com a crise de créditos “subprime”. Esse é o plano. Contudo, isso tudo ocorre ao mesmo tempo em que o FBI investiga algumas instituições financeiras por golpes, e com investidores num grande ceticismo quanto a tal proposta. Pois, o que tal garante que irá realmente resolver o problema? Será apenas um anti-gripal? Terá apenas efeito temporário?

QUESTIONAMENTO QUANTO A JUSTIÇA DA PROPOSTA
Outro grande ponto intrigante da questão é que se trata de um dinheiro público, ou seja, pago pelos impostos dos contribuintes (algumas vezes chamados de “cidadãos”). Ou seja, o cidadão coloca seu dinheiro no banco e paga imposto ao governo para administrar o país para que seja próspero. Então, tanto o governo como o banco são irresponsáveis com o seu dinheiro. O banco, simplesmente, some com seu dinheiro, dando-o a outro; e aí o governo, quer usar o seu dinheiro para salvar o banco (e quem sabe, o seu dinheiro colocado no banco). - É só eu que percebo que é maluca a lógica desse processo? - Ou seja, no fim, é o cidadão que tem que aplicar o dinheiro, cuidar do banco (ou seja, do seu dinheiro. Então, para quê o banco?), e ainda, fazer a ação prática para esse processo, porque o governo não sabe resolver. Então, no fim, a responsabilidade e o trabalho é todo do cidadão! Mas e a burguesia? Por que pegar o dinheiro daquele que tem pouco, ao invés de pegar muito do burguês que tem muito, do qual, alguns milhões não vai faria falta. Ou pegar alguns bilhões de alguns seres. Apesar que é triste pensar, se o governo empobrecer alguns ricos de modo a ficarem apenas com U$ 10 milhões - coitados, 'pobrezinhos'.

E um grande dilema corre por aí: “Privatizam-se os lucros e socializam-se os prejuízos!”

Que capitalismo é esse que usa de medidas (aparentemente) socialistas, quando convém aos burgueses? Ao mesmo tempo, que de fato, hoje a economia, o mundo, criou uma dependência dessas instituições, que se não ajudá-las todos irão sair no prejuízo, principalmente o “contribuinte”, no curto e médio prazo. Contudo, não é essa uma oportunidade também, para arrancar a erva ruim desde a raiz, e plantar uma nova semente boa, e cuidá-la bem, para que não se corrompa?

ANALISANDO A CRISE
Ainda não tem a proporção da Quebra da Bolsa de Nova Iorque de 1929; e os mecanismos de tal quebra, são bem diferentes. Para começar, ainda era uma era de predominante capitalismo industrial, e não financeiro. Hoje existem mais mecanismo, pessoas especializadas, conhecimento, recursos, tecnologias, para buscar lidar com isso. Contudo, está é uma grande doença, e sim, será incomoda ao organismo, e talvez demore para o corpo se curar. Mas algo que seria bom, é se essa crise causasse uma revolução, de modo a isso implicar em mudanças; de modo ao organismo adquirir um estilo de vida mais saudável e, conseqüentemente, contrair menos doenças e ter o imunológico mais forte para se curar.

É difícil dizer o que irá acontecer e o que deve o investidor fazer, pois aliás, é tudo especulação, para tudo é preciso um mínimo de fé para agir. Aplicar em commodities? Renda fixa? Poupança? Não sei. Se a coisa ficar pior, de nada adiantará. Mesmo na poupança, o que impede, de, de repente, o governo trancar as contas, ou mesmo usar a reserva das poupanças? Aliás, o alarmismo em alguns países está fazendo multidões de pessoas resgatar tudo da poupança. O mais prudente a se fazer, e sempre, é agir sem alarmismo. Deixe seu dinheiro lá, se puder, coloque um pouco mais. Pois, isso dará mais recursos; e é uma atitude anti-pessimista; e se cada um fazer isso, irá conter o pânico. Colocar o dinheiro em casa? Mas e se a moeda se desvalorizar? O mais prudente, no fim, a se fazer, é, evitar de “brincar de investidor” e ser cauteoloso, agir sem pânico e sem medo, sempre; e orar.

ESPECULAÇÕES
Alguns estão fazendo algumas especulações incabíveis para essa crise. Só por que não para de repercutir na mídia (aliás, não tem outra coisa a falar. O pessoal já está enjoado de eleição. E guerra no Iraque não dá mais IBOPE), o pessoal fica maluco. As pessoas comuns tendem a reagir conforme o impacto e ênfase dado na mídia para algo. Há poucos meses atrás haviam milhares de potenciais assassinos, devido ao tamanho do ódio que adquiriram para os pais que mataram sua filha, jogando-a da janela do prédio.

Até mesmo profecias quanto a grande crise dos Estados Unidos descrito no "Grande Conflito" e no "Eventos Finais" que faria com que o tal pais se unisse com o poder papal de modo a conter a crise. Contudo, veja bem:
- Já houveram MUITAS crises piores na História. Alguns exemplos: “A crise na França que conduziu o povo a Revolução Francesa” e a “Crise na Europa no pós I GM.” (por exemplo, Alemanha).
- Essa crise, tem um caráter muito mais financeiro. Aparentemente, na pior das hipóteses, levará a economia a recessão. Os produtos ficaram mais caros, haverá menos consumo. E mesmo medidas para reverter isso. Talvez, injetando mais dinheiro, como o próprio EUA já fizera no período da Guerra Fria, e aí talvez, as coisas fiquem mais baratas até, para incentivar o consumo.
- Outro grande problema conseqüente, seja uma grande estagnação do crescimento econômico, industrial e tecnológico; devido a falta de recursos para financiamentos. Visto, que uma das principais formas que as empresas adquiriram para adquirir financiamento, foi através da abertura de capital. Infelizmente, numa época de grande necessidade de tecnologias para aumentar a produção da industria de base, abastecimento de água e energia.
- Uma ótima oportunidade (difícil de acreditar que farão) para fazer uma boa faxina nos gastos públicos, instituições importantes, e o assim chamado “desperdício de dinheiro”. E medidas mais fortes para controlar o mercado financeiro – talvez a criação de uma entidade mundial vinculada a ONU, apenas para administrar os Mercados no mundo; e impedir que os tubarões façam o que bem entender.

O que não podemos esquecer é das outras crises paralelas que estão ocorrendo no mundo:
- Aumento da população
- Crise Energética
- Produção de Alimentos
- Abastecimento de água
- Lixo
- Aquecimento Global
- Pragas
- Mudanças Climáticas
- Crise Social**

Talvez, até que tenho boas expectativas quanto a isso, a tecnologia consiga resolver a questão da crise energética, produção de alimentos, abastecimento de água, lixo e até mesmo do aquecimento global. Muitas tecnologias e protótipos foram e estão sendo desenvolvidos. Certamente, os maiores e agravantes problemas serão o Aumento da População, Mudanças Climáticas e Crise Social. Principalmente, se a tecnologia não conseguir suprir, os demais itens.

Crise financeira? O capitalismo é uma crise em si. É autodestrutivo. Karl Marx entre outros já haviam percebido isso, ao analisar sua ideologia, isso há séculos. Hoje isso está claro. A primeira grande crise do capitalismo foi 1929. Já essa agora, 2007-2008, diria que nem é tanto ao capitalismo em si, mas devido à irresponsabilidade administrativa. Contudo, claro, “o amor ao dinheiro é a origem de todos os males.”

CRISE SOCIAL
Contudo, até onde sei, e está mais claro, essas crises proféticas, são mais de caráter social e político. E isso já está muito claro nos EUA. A crise social nos EUA está se agravando. A sua própria política que tem abandonado cada vez mais os valores bíblicos da Primeira Constituição (teoricamente única), também. Crise de identidade; especialmente, um decaimento religioso protestante; o que já está muito agravado. Aliás, pode-se dizer que as denominações protestantes nos EUA hoje, são, de fato, protestantes, e que estão em crescimento quanto ao conhecimento e caminhar na Luz da Palavra de Deus, ou em degradação?

É essa crise social que, certamente, de modo paralelo desenvolverá uma crise financeira; com o seu forte agravamento. Talvez, levando a muitos protestos, guerras civis; uma brutal crise de identidade, de modo, que as pessoas nem mesmo identifiquem suas responsabilidades para com o mundo e a nação. Será esse o agravante, de modo que o governo ficará de mãos atadas, sem saber o que fazer; é, então, que o governo Americano verá no movimento do Ecomenismo (que já deverá estar mais forte) como uma medida desesperada de solução; e então haverá uma união do Estado norte-americano com a Igreja Romana.

A crise social nos EUA já é forte, há poucas décadas tivemos o Movimento Hippie, discussões - tentando implementar o paradigma (ou religião) ateu, e, ou cético, nas escolas quanto a versão anti-cristã da origem da vida - a religião que se tornou sem vínculo com a fé pura das Escrituras; Mas sim, uma religião cheia de vaidade, ostentação, entreterimento, show, apego material, cobiça, entre outros 'valores' que vemos fortemente na cultura norte-americana.

Mas se for comparar com muitas outras crises sociais na História, ainda há um longo caminho a ser percorrido para se chegar à um ápice tão caótico. Contudo, o que não dá para saber é a velocidade que se percorrerá esse caminho. Pois certamente, não só a velocidade, mas a aceleração, são variáveis. E certamente, as demais crises mundiais podem afetar tal aceleração, assim, a velocidade. Ou seja, o tempo, é uma função variável. E seu valor exato: “Quem sabe?”

CONCLUSÃO
Portanto, quanto a essa crise, o pacote econômico. Não sei. É tudo especulação. Pode solucionar, como não pode, ou apenas amenizar; ou apenas ter efeito, para moderar a coisa por um tempo. Se, deve ocorrer? Não sei. Se, é injustiça com os contribuintes? Também não sei; pois, até onde cada individuou teve parcela de culpa: na sociedade, cultura e governo que construiu? Contudo, não vejo um cenário para tanto alarmismo quanto a essa crise. Creio que, atualmente, é possível se combatê-la. E estou otimista que será passageira; apenas mais um registro na história das crises financeiras das últimas décadas (que não foram poucas). E certamente, outras virão. Mas algo é certo: as pessoas querem investir, e os papéis estão com preços de fazer os olhos brilharem; apenas estão empacadas pelo medo, esperando a mídia começar a divulgar de forma triunfal: “Agora dá para investir tranquilamente.”

Por outro lado, é bom, para os investidores que aproveitam essas volatilidades. Muita gente deve ter lucrado bastante nesse período. Enquanto, alguns afobados devem ter perdido uma grana, ou deixado de ganhar mais. Mas, certamente, se a proposta for aceita. Um grupo de pessoas e instituições, certamente terá aplicado um dos maiores (senão o maior) golpe da História: “Roubar U$ 700 bilhões de dólares do povo norte-americano.” Fora o que já foi roubado para conter a crise. “Sumo com U$ 700 bi seu (e olha lá), e faço você ainda me dar U$ 700 bi.” Parece piada, mas é assim, que funcionam os ‘negócios’.
E mais piada ainda, curiosa e pensanete, foi uma frase que ouvi no noticiário: "Chegou o momento de salvar o capitalismo dos capitalistas."

24 setembro 2008

Vaidade Precoce nas Crianças

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Que menina nunca brincou de colocar as roupas e os sapatos da mãe? E qual menino nunca parou em frente ao espelho para comparar os músculos aos do pai?

Imitar adultos faz parte da infância e, para especialistas, a brincadeira é saudável. Para a psicóloga Patricia Spada é normal que as crianças procurem uma identificação com o mundo adulto. Segundo ela, "o problema acontece quando a imitação vira um culto à beleza física, e a vaidade começa a ganhar mais espaço na vida das crianças do que deveria".

A dona-de-casa Lídia Maria Alves, 34 anos, diz que é difícil lidar com a vaidade da filha Caroline, 9 anos. "Ela quer fazer escova, pintar as unhas e viver maquiada", conta a mãe, que procura colocar limites. "Deixo algumas vezes, mas não dá para permitir certas coisas", conta.
Para Harumi Nemoto Kaihami, psicóloga do Hospital Sírio-Libanês, é preciso saber dizer "não". "Dizer 'não' envolve sempre ser firme e responsável pela integridade da criança e, acima de tudo, com amor", afirma.
(...)



_____________
Comentário: É simplesmente lamentável, não o fato das crianças buscarem imitar seus pais - isso é bom. O problema é quando os pais não são bom exemplos. Impor limites? Mas que limites: "Eu posso beber, me maquiar, me destruir. Mas se você fizer isso ficará de castigo." É isso que é impor limites? Isso é sim uma grande hipocrisia, incoerência! Se o pai ou mãe diz que aquilo não deve ser feito, porque praticam? É certo que a criança, no fim, vai querer fazer o que os pais fazem, pois aliás "são seus pais. Eles devem saber o que deve ser feito. Caso contrário não fariam." Mas então os pais tomam atitudes privando os filhos...

Este está longe de ser o modelo ensinado por Deus, na Bíblia, sobretudo, para a educação das crianças. Em primeiro lugar, você precisa ser o exemplo. Jesus até mesmo muito duro com essa questão. Dizendo que precisamos, PRIMEIRO, arrancar a trave do nosso olho para, então sim, retirar o cisco do olho do próximo. Pior é quando a referência do problema da criança são os pais, pois como pode o pai cobrar algo do seu filho, se não está sendo exemplar e íntegro?

Outra coisa é o modo como é tratado a vaidade. Ela em si já é auto-destrutiva. Pois ela parte da insatisfação, da ingratidão, do medo, do rancor para consigo mesmo; quanto ao que realmente é. Partindo, almejando, tentando substituir o real pelo virtual, maquiado a verdade com medo que ela apareça; e por fim, acaba almejando mais o virtual do que o real. E por outro lado, "a vaidade" tem o quê, ou quem por referência? Sem sombras de dúvidas, é a sexualidade, a busca por uma atração sexual; um estímulo aos sentidos, um ópio. Aliás, algo, que a principio, as crianças mal entendem.

A Bíblia condena a vaidade. E sim nos ensina a cuidar do nosso corpo como templo do Espirito Santo, com um estilo de vida correto e devidos atos de higiêne. Através de um estilo de vida saudável, de modéstia para como tratar a imagem que o exterior transmite aos outros, para que seja uma bênção aos que vêem e ouvem. De modo que transmita as virtudes divinas, simplicidade, humildade. E que acima de tudo, demonstre claramente que não é o seu exterior o seu atrativo, tão pouco seu adorno; mas sim, um coração entregue ao Senhor. Desse modo, transmitindo a verdadeira beleza natural, o coração transformado demonstrado exteriormente, naturalmente, e não sinteticamente.

Mais triste ainda, é ver pessoas que são seguidoras fiéis da religião chamada "moda" e "pessoas"(ou mundo); de modo que, seja qual for o paradigma ou esteriótipo pregado pela sociedade, tal pessoa irá seguir como servo fiel.

Além, de tudo isso, infelizmente, quão poucos pais se atentam, para o que diz a Bíblia: "Os filhos não são nossos." Mas sim, Deus confinou-os a missão de criá-los. E um dia cobrará: "Pais, onde estão vossos filhos?"

Por que tantos, mesmo cristãos, negligenciam a ordem divino, "Pelo que deixai a vaidade."?

19 setembro 2008

Conversão número em texto em número - VBA Excel

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Tive um problema com o VBA numa macro que estou desenvolvendo para uso no Excel. Ela se consistia em formatar alguns dados de um outro arquivo (O qual os dados eram gerados por uma exportação do SAP) e importá-los para a planilha (arquivo) atual e fazer diversas coisas com ele, que não vem ao caso.

Eis o trecho importante – no caso – do código:

Workbooks.Open ("Z:\Intranet\controlling\restrito2\INSERT.XLS")
Windows("INSERT.XLS").Activate
'Ajeitando a tabela de dados
Rows("1:13").Select
Selection.Delete Shift:=xlUp
Range("A:A,F:F").Select
Selection.Delete Shift:=xlToLeft

'Substituindo valores para data
Columns("D:D").Select
Selection.Replace What:=".", Replacement:="/", LookAt:=xlPart, _
SearchOrder:=xlByRows, MatchCase:=False, SearchFormat:=False, _
ReplaceFormat:=False

' Convertendo numeros em texto em números
Range("BQ3").Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "1"
Range("BQ3").Select
Selection.Copy
Range("M1:BO1").Select
Range("BO1").Activate
Range(Selection, Selection.End(xlDown)).Select

Selection.PasteSpecial Paste:=xlPasteAll, Operation:=xlMultiply, _
SkipBlanks:=False, Transpose:=False

Range("BQ4").Select
Application.CutCopyMode = False
Range("BQ3").Select
Selection.ClearContents

'Copiando tabela
Range("A1:BN1").Select
Range(Selection, Selection.End(xlDown)).Select
Selection.Copy

'Colando dados da tabela INSERT na KE
Windows("KE30_200809.xls").Activate
Range("A2").Select
ActiveSheet.Paste
Range("H2").Select
Application.CutCopyMode = False
Workbooks("INSERT.XLS").Close SaveChanges:=False



Bem, se eu abrir a pasta INSERT.XLS manualmente – sem que seja pela macro – deixando a janela aberta e executar o código: Tudo bem. Funciona perfeitamente. Contudo, quando era a macro que abriria o arquivo, ocorria um erro. Muitos dos dados que eram números eram importados como texto. Verifiquei que isso ocorria devido a abertura não manual do arquivo. Pois quando era feito, automaticamente os números como texto eram convertidos para número. Por alguma razão misteriosa, quando a macro abria o arquivo, o mesmo não acontecia, não eram convertidos.

Então resolvi desenvolver no código da macro um trecho para resolver o problema, para converter tais números em texto, segundo uma referência, seleção, particular da minha pasta. Depois de muito quebrar a cabeça, pesquisar por vários códigos, resolvi usar o método fornecido pelo “Ajuda” da Microsoft. O processo era o seguinte:

Insira o valor 1 numa célula a parte, e copie tal célula. Depois, selecione a referência (onde contém os números em formato texto). Então mande “Colar Especial”, selecione o modo “Multiplicação” e OK.

Bem, quando fiz isso manualmente, ocorreu perfeitamente, todos os valores foram convertidos para número; como se tais fossem multiplicados por 1, isso forçava o Excel considerá-los números; sem alterar o seu valor. Aliás, A x 1, é a multiplicação de A pelo elemento neutro da multiplicação, portanto, o resultado seria A, sem modificar sue valor.

Ok. Quando fiz isso na macro, ocorria um simples problema: “Os números não eram convertidos.” No código acima, destaco um trecho em vermelho, responsável pelo “Colar Especial”. E simplesmente era como se aquilo não fosse executado, os parâmetros fossem definidos, mas talvez, faltasse algo que equivaleria a execução dessa colagem. E pesquisei bastante na Internet sobre isso, nuns fóruns, e o que encontrei, foram várias pessoas com o mesmo problema. E muitas deram algumas soluções, contudo, o modo, não eram compatível com o modo como era feito a seleção da referência no meu código.

Então, depois de umas 5 horas pesquisando; peguei um livro com meu gestor “Crie Planilhas Inteligentes com o Microsoft Office – Excel 2003 – Avançado”, de Renato Haddad & Paulo Haddad. Bem, não sou nenhum especialista em Visual Basic, mas tenho uma boa noção e base de programação e já uma certa familiaridade com o código; mas ainda desconheço muitas propriedades de tal, principalmente se for interagir com os aplicativos, no caso o Excel.

Depois de dar uma geral na sintaxe do Excel, e ver algumas propriedades de alguns comandos, em especial o Range (); e simplesmente um exemplo, no qual era possível fazer um range numa seleção variável, se desse um nome a tal. Então me veio uma luz.

Ao fazer a seleção (a qual muda conforme a tabela é atualizada pela exportação do SAP) simplesmente ínsiro um “NOME” a ele. Depois dou um Range(“NOME”), buscando por seus valores, e aplicando a tais, o seu valor vezes 1.

Ou seja, faria o mesmo que o método da “Ajuda” indicava, multiplicando-o por um. Mas faria isso de forma mais manual ao invés de usar o Colar Especial. Então, por fim, isso se resumiu ao código:

‘ Com a referencia selecionada
Selection.Name:="selecao"
Range("selecao").Value = Value * 1

Bem, se querer fazer essa conversão de formatação de uma célula que contenha um número como texto em número. Recomendo essas simples linhas de código. Principalmente, para quando se têm uma referência variada. Contudo, esse código ainda apresenta algumas falhas, pois ele funciona de lua, tem hora que sim, tem hora que não; e ainda não descobri o por quê.

Isso, foi usado no Excel 2003. Não sei se na versão 2007, já não há os problemas mencionados: 1. Os números em texto não são automaticamente convertidos quando a pasta é aberta pela macro. 2. A função Colar Especial não ocorre quando feita pela macro.

12 setembro 2008

Profecia Cumprida

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Há um século, a escritora Ellen White parece ter assistido aos noticiários de nossos dias. Veja o que ela escreveu e foi publicado no livro Serviço Cristão, página 54:

“Vivemos em meio de uma epidemia de crime, diante da qual ficam estupefatos os homens pensantes e tementes a Deus em toda parte. A corrupção que predomina está além da descrição da pena humana. Cada dia traz novas revelações de conflitos políticos, de subornos e fraudes. Cada dia traz seu doloroso registro de violência e ilegalidade, de indiferença aos sofrimentos do próximo, de brutal e diabólica destruição de vidas humanas. Cada dia testifica do aumento da loucura, do assassínio, do suicídio. Quem pode duvidar que agentes satânicos se achem em operação entre os homens, numa atividade crescente, para perturbar e corromper a mente, contaminar e destruir o corpo?
“O espírito de anarquia está invadindo todas as nações, e as explosões sociais que de tempos em tempos provocam horror ao mundo não são senão indicações dos fogos contidos das paixões e ilegalidades, os quais, havendo escapado à sujeição, encherão a Terra com miséria e ruína. O quadro que a Inspiração nos deu do mundo antediluviano representa mui verdadeiramente a condição a que rapidamente a sociedade moderna caminha. Mesmo agora, no século presente, e nos países que professam ser cristãos, cometem-se crimes diariamente, tão negros e terríveis como aqueles pelos quais os pecadores do velho mundo foram destruídos. Antes do dilúvio, Deus enviou Noé para advertir o mundo, a fim de que o povo pudesse ser levado ao arrependimento, e assim escapar da destruição ameaçada. Ao aproximar-se o tempo do segundo aparecimento de Cristo, o Senhor envia Seus servos com uma advertência ao mundo para que este se prepare para aquele grande acontecimento. Multidões têm estado a viver em transgressão à lei de Deus, e agora Ele, misericordiosamente, os chama para obedecerem aos Seus sagrados preceitos. A todos os que abandonarem seus pecados pelo arrependimento para com Deus e fé em Cristo, se oferece o perdão.
“As condições do mundo mostram que estão iminentes tempos angustiosos. Os jornais diários estão repletos de indícios de um terrível conflito em futuro próximo. Roubos ousados são ocorrência freqüente. As greves são comuns. Cometem-se por toda parte furtos e assassínios. Homens possuídos de demônios tiram a vida a homens, mulheres e crianças. Os homens têm-se enchido de vícios, e campeia por toda parte toda espécie de mal.”


______________
Nota: Estamos, claramente, nesses últimos dias pré-advento de Jesus. É simplesmente de chorar a nossa sociedade. Mesmo as pessoas que convivemos no dia-dia.

11 setembro 2008

Inovações Tecnológicas - A Humanidade Precisa

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Interessante essa nova tecnologia, pois ela quebra bastante o conceito atual das tradicionais bicicletas. Percebe-se no seu design, especialmente das rodas. Se for observar bem, controla a questão do equilíbrio, e alguns coisas mais sofisticadas nela, poderiam fazer com que ela tivesse um sistema anti-capotagem, e a estrutura oval, lhe dá mais proteção. Contudo, ocupa muito espaço, não fica tão dinâmica e maleável como nossas bicicletas finas. Por outro lado, talvez nos permitirá cortar o caminho pela água, em rios, lagos, quem sabe, talvez no mar. Mas, como que fica o desempenho? Não parece conter marchas. Qual seria a velocidade máxima atingida por tal? Como é que fica a suspensão das rodas... aderência? E a manutenção? parece que será algo exorbitante em custos.

Vejo que passou da hora de conceitos mais inovadores de tecnologia. Cadê os carros elétricos (predominante), carros movidos a ar com bom desempenho e economia? Cadê os carros voadores? Enquanto que nosso transito está precisando cada vez mais de soluções inovadoras.

Outra coisa interessante que talvez surja na próxima década é a nano-tinta para automóveis e outros. A qual automaticamente limparia o carro (assim economizando água), e também restauraria de desgastes, riscos e arranhões, pegando os componentes necessários no ar.

Medidas e inovações em questões simples do dia são necessárias. Como quanto aos prazerosos banhos. Quanto de água e energia não consumimos no chuveiro ou banheira? Bem, outro dia, fiz um pequeno calculo em casa. Meu chuveiro tem a evasão de 1L/15s mais ou menos (dependendo de quanto abro a válvula). Ou seja, 4L/min. Se tomo em média de 36 banhos por mês, com duração média de 8 minutos cada. Então são: 36x8 = 288 min/mês x 4L/min = 1.152 L / mês.

Ual! 1.152 L por mês, só no chuveiro. Mas são 4 pessoas na minha casa, então: 4.608 L de água por mês. Num ano: 55.296 L

Agora, vamos supor que 140 milhões dos 200 milhões de brasileiros, também tenha esse consumo em média:
Dia: 4.480.000.000 L
Mês: 161.280.000.000 L
Ano: 1.935.360.000.000 L

Que números exorbitantes, praticamente, astronômicos, de consumo de água, apenas no banho! [Sem contar a energia elétrica, e a água utilizada para gerar tal nas usinas hidroelétricas.] E se for imaginar então outras atividades como: descarga, limpeza, escovar os dentes, lavar a louça e roupa. A que números iremos chegar? Isso que não foi levado em conta o consumo no mundo inteiro!

Imagine a infra-estrutura, represas necessárias para suprir tanta água. Isso sem contar o que é usado na industria e agricultura. Fora também o sistema de esgoto e de tratamento para renová-la ao uso.

A população já está enorme e o consumo parece ter aumentado acima do proporcional. Quando a tecnologia deve pensar em formas inovadoras de como suprir tais necessidades, fazendo um consumo mínimo possível, principalmente da água. Já inventaram uns panos de papel umedecidos para limpar carros, usado principalmente na Europa. Porque não visem algo para simplesmente aposentar o chuveiro, ou para a escova de dente, a descarga; virarem peças de museu?

(Uma tecnologia já em uso por poucas pessoas é um limpador de louças a ar comprido. E que de certa forma limpa até melhor do que a água.)

A locomoção também. O carro faz parte da cultura. E precisamos romper tal cultura. Ao invés de maquinas maiores, ocupando mais volume, área, matéria-prima e combustível; algo menor, mais compacto, pequeno, leve, menor consumo; mas que cumpra fielmente o papel de nos movimentar por grandes distancias num curto espaço de tempo. E sim, algo muito mais inovador do que as motos. E por que não, algo no qual a tração e a força mecânica seja humana, como na bicicleta... contudo, com uma tecnologia eficiente, de engrenagens, molas, alavancas, peso e contra-peso; exigindo um esforço mínimo para produzir uma grande quantidade de energia? Assim também seria uma ferramenta para fugir do sedentarismo. E talvez, que levasse o esforço, simplesmente, ao nível de caminhar sobre uma esteira.

Se formos ver bem, o mundo clama pelos avanços da nanotecnologia, especialmente em questão de limpeza. Roupas e tecidos feitos com nano-robos. No qual poderíamos mudar o aspecto e cores da roupa, simplesmente com um clique, como nos avatares em softwares de computador. Assim, tendo, talvez apenas uma única peça de roupa, um só uso da matéria-prima da nano-tecnologia, por muitos anos, ou talvez a vida toda. E tais, ainda poderiam, conter nano-robos especializados em cuidar da nossa pele, combatendo microorganismos, controlando células mortas, limpando, regulando a transpiração, refrigeração, perca de água. E de modo que a nossa própria atividade motora, como andar, movimentar os braços e a luz do sol fornecessem a energia necessária para tal sistema funcionar.

E claro, precisamos também de um controle emergencial de conscientização para controle de natalidade. Como do tipo, permitir que cada casal tenha no máximo um ou dois filhos, por umas duas ou três gerações.
O que falar então quanto as tecnologias de re-uso ou reciclagem? De certo modo ainda parece que estamos na pré-história (numa idéia 'evolutiva') quanto a isso. Uma reciclagem dificultosa e pouco efetivo. De modo que para muitas coisas usa muita água para fazer a separação. Ou mesmo tem dificuldade para tal, de modo que o processo tem que começar com um local tendo 6 lixeiras, um para cada tipo. Pouco prático. O que é reciclado é muito pouco. Já se for olhar na natureza, levamos uma bucha! Ela sim nos mostra o que é reciclagem de verdade. Mas já estamos engatinhando nesse sentido, mas faltam tecnologias mais ousadas quanto a isso.

Creio que na década de 1990 ou antes, tínhamos expectativas muito maiores para 2000 do que, agora, temos para 2010, 2020. A tecnologia aumentou de que modo? Ao meu ver, cresceu muito em cima de modelos de usos existentes, de modo que deveriam ser revolucionados e não abraçados; como: o modo de trabalho, passar o tempo, TV, utilidades fúteis; Mas pouquíssimo, quanto as questões básicas e essências do dia-dia, como no: vestuário, calçado, banho, higiene, transporte.

Sinceramente, vejo que alguns olham muito com um olhar de admiração para as novas tecnologias e designs; principalmente, aqueles que olham para algo que não irá mudar um paradigma ou modo de vida, ou paixão, mas algo que tornará ainda mais agradável uma atividade atual. Já eu, olho com certo destreza. Como foram tais luz de idéias, criatividade e inovações? Ao meu, ver, um vaga-lume piscando; enquanto que deveria ser o sol do meio-dia.

E ao meu ver. Não falta muitas mentes pensantes, que buscam criatividade e idéias. Mas, para elas desenvolverem tais, falta algo chamado: Investimento. E ao meu ver, o investimento dado para com tecnologias que visam romper paradigmas e modos de vida, coisas realmente inovadoras e que não visam adaptar com algo atual; é microscópio comparado ao investimento dado para o desenvolvimento em cima do que já existe.

Vejo muito disso na natureza. Animais tão pequenos fazendo coisas tão incríveis com um gasto de energia tão pequeno comparado ao nosso. Insetos, que voam e se deslocam pelo ar, a velocidades incríveis; e que não precisam de um motor a jato de toneladas. Animais marinhos, que se deslocam em grandes velocidades. Felinos com incríveis torques e velocidade; com um peso de ¼ (e olha lá) dos nossos queridos automóveis. Besouros capazes de suportar 800x o seu peso e caminhar com tal tranquilamente, sendo pequeno e consumindo pouquíssima energia. Enquanto, que como ficam o nosso sistema de transporte de cargas? E por aí vai.

Deveríamos pesquisar e entender mais esses mecanismos de tecnologia suprema que encontramos na natureza. A fim de adaptá-la e fazer uso dela para as coisas do dia-dia. E talvez, assim, viver de um modo que realmente seja mais sustentável e racional.

08 setembro 2008

Invisibilidade Pública - Tese de Mestrado na USP

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Invisibilidade pública é uma realidade dos nossos dias.

ENTREVISTA EMOCIONANTE * PSICÓLOGO GARI

"A moral e os costumes que dão cor à vida, têm muito maior importância do que as leis, que são apenas umas das suas manifestações. A lei toca-nos por certos pontos, mas os costumes cercam-nos por todos os lados, e enchem a sociedade com o ar que respiramos."

· Toda ação repetida gera hábito.
· O hábito muda o caráter.
· O caráter muda a existência.
· "Fingi ser gari por 8 anos e vivi como um ser invisível"

Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da "invisibilidade pública". Ele comprovou que, em geral, as pessoas enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social.


Plínio Delphino, Diário de São Paulo.

O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali, constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são "seres invisíveis, sem nome". Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da "invisibilidade pública", ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.
Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida:

"Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência", explica o pesquisador.

O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. "Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão",
diz.
Apesar do castigo do sol forte, do trabalho pesado e das humilhações diárias, segundo o psicólogo, são acolhedores com quem os enxerga. E encontram no silêncio a defesa contra quem os ignora.

Diário - Como é que você teve essa idéia?
Fernando Braga da Costa - Meu orientador desde a graduação, o professor José Moura Gonçalves Filho, sugeriu aos alunos, como uma das provas de avaliação, que a gente se engajasse numa tarefa proletária. Uma forma de atividade profissional que não exigisse qualificação técnica nem acadêmica. Então, basicamente, profissões das classes pobres.

Com que objetivo?
A função do meu mestrado era compreender e analisar a condição de trabalho deles (os garis), e a maneira como eles estão inseridos na cena pública. Ou seja, estudar a condição moral e psicológica a qual eles estão sujeitos dentro da sociedade. Outro nível de investigação, que vai ser priorizado agora no doutorado, é analisar e verificar as barreiras e as aberturas que se operam no encontro do psicólogo social com os garis.
Que barreiras são essas, que aberturas são essas, e como se dá a aproximação?

Quando você começou a trabalhar, os garis notaram que se tratava de um estudante fazendo pesquisa?
Eu vesti um uniforme que era todo vermelho, boné, camisa e tal.
Chegando lá eu tinha a expectativa de me apresentar como novo
funcionário, recém-contratado pela USP pra varrer rua com eles. Mas os garis sacaram logo, entretanto nada me disseram. Existe uma coisa típica dos garis: são pessoas vindas do Nordeste, negros ou mulatos em geral. Eu sou branquelo, mas isso talvez não seja o diferencial, porque muitos garis ali são brancos também. Você tem uma série de fatores que são ainda mais determinantes, como a maneira de falarmos, o
modo de a gente olhar ou de posicionar o nosso corpo, a maneira como gesticulamos.. Os garis conseguem definir essa diferenças com algumas frases que são simplesmente formidáveis.

Dê um exemplo.
Nós estávamos varrendo e, em determinado momento, comecei a papear com um dos garis.
De repente, ele viu um sujeito de 35 ou 40 anos de idade,
subindo a rua a pé, muito bem arrumado com uma pastinha de couro na mão.
O sujeito passou pela gente e não nos cumprimentou, o que é comum nessas situações. O gari, sem se referir claramente ao homem que acabara de passar, virou-se pra mim e começou a falar: "É Fernando, quando o sujeito vem andando você logo sabe se o cabra é do dinheiro ou não.
Porque peão anda macio, quase não faz barulho. Já o pessoal da outra classe você só ouve o toc-toc dos passos. E quando a gente está esperando o trem logo percebe também: o peão fica todo encolhidinho olhando pra baixo. Eles não. Ficam com olhar só por cima de toda a peãozada, segurando a pastinha na mão".

Quanto tempo depois eles falaram sobre essa percepção de que você era diferente?
Isso não precisou nem ser comentado, porque os fatos no primeiro dia de trabalho já deixaram muito claro que eles sabiam que eu não era um gari.
Fui tratado de uma forma completamente diferente. Os garis são
carregados na caçamba da caminhonete junto com as ferramentas. É como se eles fossem ferramentas também. Eles não deixaram eu viajar na caçamba, quiseram que eu fosse na cabine. Tive de insistir muito para poder viajar com eles na caçamba. Chegando no lugar de trabalho, continuaram
me tratando diferente.
As vassouras eram todas muito velhas. A única vassoura nova já estava reservada para mim. Não me deixaram usar a pá e a enxada, porque era um serviço mais pesado. Eles fizeram questão de que eu trabalhasse só com a vassoura e, mesmo assim, num lugar mais limpinho, e isso tudo foi dando a dimensão de que os garis sabiam que eu não tinha a mesma origem socioeconômica deles.

Quer dizer que eles se diminuíram com a sua presença?
Não foi uma questão de se menosprezar, mas sim de me proteger.

Eles testaram você?
No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma
garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns se aproximavam para ensinar o serviço. Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei
o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e
claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:
'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi.
Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.

O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar,
não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.

E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou?
Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão.

E quando você volta para casa, para seu mundo real?
Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador. Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo nome. São tratados como se fossem uma "COISA".


__________

Nota: Fora que ainda se pode multiplicar fatores, como cidade grande, cidade pequena, campo. Quantas pessoas, em pleno metro no horário de pico e estão totalmente isoladas, sem companhia. Uma verdadeira solidão na multidão. Já cidades pequenas, vilarejos, a coisa se torna mais humana; pelo menos um pouco. Mas uma coisa é certa, quanto maior o orgulho e arrogância da pessoa, mais os outros se afastam, e mais interessados se achegam; sobretudo, quando a causa é "dinheiro e status".

Como problemas do tipo seriam simplesmente acabados se as pessoas meramente praticassem aquilo que Deus no ensinou: "Amai ao próximo como a si mesmo."; "Fazei ao próximo aquilo que gostaria que fosse feito com você." Que status há o ser humano para Deus? Quem é o ser humano, para que um mero status social diga se alguem tem mais ou menos valor?

07 setembro 2008

Prêmio Nobel propõe comer menos carne para combater mudanças climáticas

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As pessoas deveriam parar de comer carne um dia por semana se quiserem fazer uma contribuição pessoal e efetiva ao combate à mudança climática, segundo o presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), Rajendra Pachauri.

Em entrevista ao dominical britânico The Observer, o presidente do IPCC, prêmio Nobel da Paz 2007 junto com ex-vice-presidente americano Al Gore, destacou a importância de mudanças na dieta, devido à grande quantidade de emissões de dióxido de carbono e outros problemas ambientais associados à criação de gado.
Na opinião do economista indiano, que é vegetariano, é relativamente fácil mudar os hábitos alimentares em comparação à modificação dos sistemas de transporte. Após eliminar o consumo de carne um dia por semana, Pachauri propõe continuar reduzindo.
A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) estimou que o setor de criação de gado representa 20% das emissões globais de gases do efeito estufa.
Além disso, também é uma das principais causas da degradação do solo e dos recursos hídricos. A FAO advertiu também que o consumo de carne vai duplicar em meados deste século.
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Nota: Motivos para abandonar o vicio, o hábito de se comer carne, há de sobra. Está longe de ser o mais saudável para a nossa saúde. E, sobretudo, numa sociedade cada vez mais sedentária, é um veneno, um dos principais causadores de problemas com gordura, tanto aqueles acumulos dentro da pele (a tal da banha); como dentro dos vasos, veias e a artérias. Além de diversas outras toxinas que se ingere que proveio dos animais assassinados, fora o que ocorre na circulação do animal na hora do abate. É um veneno!
Racionalmente, que motivo posso alegar para defender o consumo de carne? Não me vem nenhum à mente. Claro, pessoas que vivem em regiões desoladas, com carência de outros alimentos. Como os esquimós, que comem seus animais, até bebem seu sangue; alguem num caso de sobrevivência, e outros, tudo bem. Mas, num pais rico em alimentos integrais, oleguminosas, castanhas, e tantas outras coisas; que desculpa pode alegar? E claro, que muitas pessoas perecem de conhecimento sobre a questão. Tem gente que acha que quem não come carne é um desnutrido, ou que a carne é a unica fonte de proteina que existe, que nada além da carne, que comemos contem as proteinas necessárias para nossa manutenção e desenvolvimento.
Bem, as pessoas costumam dar desculpas esfarrapadas, quando não querem mudar um vicio, um hábito, uma paixão; sobretudo a paixão da carne, do paladar.
Mas, ainda assim, eu apelo para aquele que contem um minimo de consciência ambiental, que pensa na saude e manutenção do planeta, preocupado com o efeito estufa entre outras catastrofes na natureza. O minimo que tal pessoa poderia fazer é abandonar a carne. Alias, considero até uma hipocrisia pessoas virem falar de consciência ambiental, enquanto não muda o próprio estilo de vida, sobre tudo, aquilo que consome; e aquilo que dejeta.

05 setembro 2008

Astrônomos descobrem grupo de galáxias gigante

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O observatório astronômico europeu XMM-Newton encontrou o maior grupo de galáxias jamais visto no universo, uma descoberta que pode confirmar a existência da energia negra, anunciou nesta segunda-feira em um comunicado a ESA (agência espacial européia).
Batizado 2XMM J083026+524133, o grupo deve conter "uma massa correspondente a mil galáxias" e foi observado quando o XMM-Newton, que tem como missão estabelecer um catálogo de fontes cósmicas emissoras de raios X (planetas, cometas, quasares etc), estava focalizado outro objeto.

O J083026+524133 foi visto porque forma uma mancha muito brilhante. Observado em seguida com um potente telescópio de Arizona, se revelou um grupo de galáxias com mil vezes a massa de nossa galáxia, a Via Láctea.
"A presença deste grupo confirma a existência de um elemento misterioso, a energia negra, suposta responsável pela aceleração da expansão do Universo", destacou em um comunicado Georg Lamer, do Instituto de astrofísica de Potsdam (Alemanha)

Segundo os astrofísicos, a maior parte do grupo situado a 7,7 bilhões de anos-luz seria formada de um gás a temperatura de 100 milhões de graus Celsius.

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Nota: Interessante algumas coisas; diz-se que isso confirma a existência da energia negra. Mas o que ela realmente é? Por que isso confirma? Baseado no quê? Qual é o paradigma? Bem, não é o foco da notícia. Mas aí estão algumas informações que gostaria de obter e entender. E isso também nos leva quanto aquela questão: "Qual porcentagem que conhecemos do Universo?" E diria eu ser arrogância, orgulho e presunção demais dizer: "0,1%". E mesmo diante de cubo tão pequeno de informações, alguns buscam fazer afirmações sobre coisas que se visa o 100%; como a própria identidade do Universo, de onde veio, para onde vai, a causa disso e daquilo.
De repente, encontram o "maior grupo de galaxias" de todos os tempos! Que coisa estranha, não? Seria como fazer a teoria das placas tectonicas, e delimitá-las. Mas depois de umas 4 décadas, o pessoal descobre a existência da Ásia! E que tamanha porção! Quanta coisa! De modo que toda ela influência na geologia, eventos climáticos, a forma da Terra, e como toda teoria fora elaborada.
Mas é mais comodo e fácil aceitar o paradigma atual da ciência. É BigBang, e vamos trabalhar, estudar, analisar e explicar em função disso. "Ainda não estamos preparados para um outra revolução cientifica que destrua esse paradigma da casualidade; e de uma ciência que não precisa de Deus."
Fora que também são interessantes esses números astronomicos: "100 milhões de graus Celsius". Eu não consigo imaginar, nem entender esse número; quantidade de calor. Alias, qual a confiabilidade do modo que obtêm esses valores?
Outra coisa interessante é a distância: 7,7 bilhões de anos-luz. Ou seja, todas essas informações que vemos e coletamos são de um passado muito distante. Se formos pensar nas implicações disso. Ual! É de ficar perplexo e sem sono. Como é agora, nesse exato periodo de tempo? E mais, como é que fica todas essas observações, coleta de dados etc, visto que fora provado que a velocidade da luz não é constante?

Sonda Phoenix vê água líquida em Marte

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Técnicos da missão da sonda Phoenix, que explora o solo de Marte desde 25 de maio deste ano, descobriram água em estado líquido no planeta (275 milhões de km da Terra). Na semana passada o trabalho da sonda já havia confirmado a existência de gelo no local, mas a nova descoberta pode levar a uma revolução nas pesquisas sobre a possibilidade de vida no planeta vizinho.
A água em estado líquido indica algo fundamental para a existência de vida, ao menos do modo como a conhecemos.
Nenhum estudo foi publicado ainda sobre a descoberta, mas o líder de um dos grupos no comando da pesquisa da Phoenix afirmou por telefone à Folha Online que o assunto será divulgado em relatório dentro de alguns dias. O cientista falou com a condição de não ser identificado. (A Nasa costuma divulgar descobertas importantes apenas em entrevistas coletivas marcadas com antecedência.)

O assunto deixa cientistas da agência espacial entusiasmados porque a água líquida é uma condição necessária à vida tal qual a conhecemos. Se o planeta mostrar indício de que possui moléculas orgânicas semelhante às que compõem o DNA e as células --estruturadas sobre longas cadeias de átomos de carbono-- pode ser que existam seres vivos lá também.
Na semana passada, cientistas da Nasa confirmaram a existência de etano (uma molécula orgânica simples, componente do gás natural) na forma líquida em Titã, a maior lua de Saturno. Trata-se do único astro do Sistema Solar, à exceção da Terra, onde havia sido detectado líquido na superfície.

(...)

[matéria inteira]
Fonte: Folha Online
______________
Nota: Interessante a colocação "A água em estado líquido indica algo fundamental para a existência de vida, ao menos do modo como a conhecemos. " Do modo como a conhecemos, ou do modo como diz o paradigma cientifico atual? Será que a água, por si só é um indicativo, ou criador da vida? Por que bater tão forte nessa tecla? Há algum problema da água não ser o agente causador da vida? E como fica agora a forte idéia de que foram meteoros cheios de água que trouxera água para a Terra? Na maté integra, também diz que as condições do solo, apenas por ter 2 substâncias, poderia-se plantar nabo. Olha, dizer que apenas o conter nutriente x e y é o suficiente para se plantar algo é no minimo absurdo! Há condições climáticas, outras características do solo, acidez, umidade, outros nutrientes mesmo, fatores de absorção e crescimento, atmosfera.
Humanamente, alguem pode se orgulhar e dizer "Oh! Estamos em Marte." Como se fosse um grande avanço da humanidade. Avanço? Os anjos podem fazer esses deslocamentos de modo que nem imaginamos, em velocidades que não compreendemos. E quanto a nós, também poderemos viajar no Universo como tais anjos; pesquisar de forma muito melhor e mais empirica. E o que falta para tal avanço ocorrer, é adiantar a volta de Jesus. O que talvez aconteça antes mesmo do homem pisar em marte.
Mas é incrivel o que vemos nas pequenas revoluções cientificas, pequenos paradigmas quebrado, um atrás do outro. Aliás, há decadas atrás, a idéia que se tinha e se propagava de Marte era muito diferente da de hoje. Agora, lá se tem água. Por que os cientistas são tão impacientes? Por que ficar afirmando isso e aquilo, tomando modelos teóricos e colocando-os como absoluto; alguns até mesmo colocando isso como uma religião? Há tantas variáveis ainda não entendidas e a serem descobertas.

28 agosto 2008

Ensino da Matemática - Experiências

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O trabalho prático, no qual se está executando a tarefa e sobretudo de modo investigativo, buscando encontrar respostas, certamente é um dos métodos mais didáticos para o auto-aprendizado e para o desenvolvimento do músculo.

Imagina a cena em que um homem iletrado adquire o trabalho de construir uma pequena torre usando apenas bambu e sisal (uma pioneiria interessante, certamente) e então ele inicia o seu trabalho. Certamente a primeira vez será incrível em níveis de tentativas e erros, análises. Coloca uma coisa ali e vê se dá certo ou não, ou o que acontece. E com o tempo todas aquelas informações são registradas na memória, um senso crítico se desenvolve sobre a questão. E certamente, depois de muitas tentativas ele consegue fazer uma pequena torre simples.

Bem, então é dado uma segunda construção para ele fazer. Uma torre de bambu, mas que deve conter pelo menos 5m de altura e em seu topo uma plataforma que consiga sustentar o peso de duas pessoas. Então dessa vez será um quebra-cabeça...
(...)
... precisamos usar tal método para aprender muitas coisas. Em especial para com a matemática. Infelizmente, em geral, hoje o sistema se prende ao teórico, as regras de sintaxe, gramaticais, algorítmicas; mas não buscando levar e mesclar tal com o desenvolvimento prático e intelectual, em nível de produzir um senso crítico, analítico, dedutivo e lógico. ...
(...)
... E então a pergunta vem: “Por que em geral as pessoas não gostam (não querem) comer matemática?”

Contudo, o paradigma continua: “Por que o professor terá tanto trabalho assim, se o que o MEC exige é apenas o conteúdo; e em troca são mal recompensados com salários baixíssimos para uma atividade tão digna, senão a mais digna de todas.”

(Leia essa matéria na integra)

27 agosto 2008

Jazz - Uma Experiência de Sedução

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No último domingo tive uma experiência clara quanto a música. Na aula do instrumental no conservatório da igreja, fora um músico profissional dar uma aula para nós; e um dos métodos usados para trabalhar com as escalas fora trabalhando com um pouco de Jazz.

Fora colocado uma música no som ao mesmo tempo em que ele ia no piano. Então, nós metais (na ocasião 3 trompetes) falávamos e depois as madeiras (uns 5 sax acho) respondiam. Apenas fazendo: dó, ré, mi bemol, fá, mi bemol, ré, dó. Variando os tempos e a dinâmica de tais, e o último dó ora valia 2 ora 4 tempos.

Fora minha primeira experiência tocando jazz. E sinceramente não gosto muito de jazz, tirando alguns casos, pois é aquela coisa mais malandro, como um gato andando pelas ruas e entre os prédios de New York de noite (sempre me vem esse cenário em mente), dando aquela idéia um pouco malandra da coisa. Mas ali, ao vivo, e tocando, a história é outra. Tocar jaz é muito louco! Empolga, você é rapidamente cativado pela música, é uma música que seduz demais. Certamente, não no sentido de uma revista vulgar, mas seduz quanto para com a própria música, agindo no intimo de nossas emoções e paixões e de certo modo despertando-a.

Fico cada vez mais impressionado conforme mais aprendo e me aprofundo no conhecimento musical e nas experiências de tais. Uma comparação é como se houvesse comido um grande bombom de chocolate recheado. Não que aquilo é saudável, mas agrada o paladar e muito, pouco se ver, mas muito se comer. Também compreendi melhor como que tantas pessoas são arrastadas por esse estilo. Talvez se alguém não gosta de jazz, eu diria: “Se não gosta, então experimente tocar um.”

No fundo, percebo o quão profundo são as músicas, e a forma como ela nos influencia vai muito além do que conhecemos. É de espantar quando raciocinamos quanto ao perceptível, se for ver quanto à matéria escura então... Como é fácil ser seduzido pela música! E isso implica que devemos possuir um altíssimo teor de discernimento, para escolher algo que trabalhe com nossos bons sentimentos através da razão e não com nossas emoções por meio da paixão.

Contudo, como desculpa esfarrapada, alego que fora meramente em prol do estudo. Se é que isso diz alguma coisa.

11 agosto 2008

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"... Mas seus filhos não haviam crescido sem a idéia de consideração para com qualquer pessoa a não ser para consigo mesmos; e agora não se preocupamvam com quem quer que fosse."

"... Aqueles que têm muito pouca coragem para reprovar o mal, ou que pela indolência ou falta de interesse não fazem um esforço ardoroso para purificar a família ou a igreja de Deus, são responsáveis pelos males que possam resultar de sua negligência ao dever."

"O exemplo dos que adminisram em coisas santas deve ser de maneira que incuta no povo a reverência para com Deus, e o receio de O ofender."

"Todavia, Ele não manifestou os frutos do verdadeiro arrependimento. Confessou sua falta, mas deixou de renunciar ao pecado."

"Quanto maior for o conhecimento da vontade de Deus, tanto maior o pecado daqueles que a desatendem."

"Transgrediam a lei que nela se continha; pois o seu mesmo culto à arca determinou a formalidade, a hipocrisia e a idolatria. Seu pecado os separara de Deus, e Ele não lhes poderia dar a vitória antes que se arrependessem e abandonassem sua iniqüidade."

"O coração deve render-se a Deus - deve ser subjugado pela graça divina - antes que o arrependimento do homem possa ser aceito."


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Essas frases foram retiradas do livro Patriarcas e Profetas, dos capítulos "Eli e Seus Filhos" e "A Arca Tomada pelos Filisteus". São dois capitulos extraordinários que todos deveriam ler, estudar e refletir, pois são realmente muito poderosos em suas mensagens. Se puder, assim que possível estarei disponibilizando-os na integra para leitura.

Para ler tais capítulos, inclusive toda a obra, entre outras, acesse o site:
www.ellenwhitebooks.com

09 agosto 2008

Templates para Blogspot

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Olha, encontrie um excelente site que contem excelentes templates, é o bTemplates.com.

Alguns que dei uma olhada que achei muito bom, e que talvez, futuramente, eu mude o visual desse blog.

http://bluelegant-btemplates.blogspot.com/
http://statement-btemplates.blogspot.com/
http://blueblog-btemplates.blogspot.com/
http://libro01-btemplates.blogspot.com/
http://charcoal-btemplates.blogspot.com/


E há muitos outros, de tudo qualquer tipo. É que eu prefiro por 3 colunas.

01 agosto 2008

"A Arte da Guerra" - Lutando a Caminho de Casa

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Liu Ji disse:
Quando você lutar com os inimigos, se eles baterem em retirada e se dirigem para casa sem qualquer razão aparente, será imperativo observá-los cuidadosamente. Se eles estiverem de fato esgotados e sem suprimentos, você poderá enviar comandos atrás eles. Mas, se for uma expedição a caminho de casa, você não conseguirá ficar no caminho dela.

A regra é:
"Não para um exército a caminho de casa"¹



Essa frase é formidável, chocante, inspiradora! Quando li ela, fiquei pasmo por um tempo razoável pensando na profundidade e em tantas coisas, valores que estão embutidos em sua bagagem.

Pense bem na cena. Um milênio atrás. Numa mentalidade que se valoriza muito a vida familiar, tanto é que as pessoas viviam em pequenas comunidades, em geral. Talvez tinha mulheres, filhos pequenos. Então é covocado pelo exército. Se despede em pouco tempo, e enfrenta, então, uma longa jornada por dias até o batalhão. Ali e feito os treinamentos entre demais coisas para preparar-se para a guerra. Depois de um bom tempo, segue jornada por meses, muitas vezes, por terras distantes; passando por sofrimentos, fadiga, pouca comodidade, saudade da familia, enfrentando enfermidades, apenas pelo companheirismo de seus colegas de unidade. Então, após meses de jornada, enfrentam um inimigo dificil. Vê muitos daqueles que passaram os últimos meses como amigos, companheiros, serem mortos, talvez tenha sido gravemente ferido. Depois, talvez passe por outras batalhas.

Após uns 2 anos de serviço, então chega uma hora em que o general diz: "Vamos para casa." Eu não consigo muito exprimir e imaginar o efeito moral, hormonal, fisico e mental que deve ocorrer na pessoa num momento desse. Pois aliás, o máximo que fiquei fora acampando foram uns 5, 6 dias acho; já longe de casa, mais tempo... contudo, havendo Internet, telefone e o maldito celular. Você acaba tendo noticias, a comunicação é mantida; o maior diferencial hoje, de certa forma, é praticamente a distancia (x, y, z), mas isso nem importa muito, pois até mesmo é possível se comunicar por uma webcan.

Como é que fica a moral dos soldados? Bem, o assunto do dia-dia no caminho de volta, é falar sobre a familia, o povoado, vilarejo, a mulher, filhos, a comida de casa, a rotina de casa e coisas do tipo. A cada momento cresce mais o anseio, o desejo, a vontade, o vislumbre, de se chegar, apalpar seu lar. Do mesmo isso se torna a luta, a preitada desses homens, a grande odisséia, a epopéia momentanea e única que corre em suas veias. Do mesmo modo, há uma terrível determinação e desespero em seus corações para alcançar esse sonho, que aí daquele que cruzar seu caminho!

Muitos já foram os generais, lideres e exércitos que se enfraqueceram, ocorreram revoltas, tumultos, entre outros, porque seus lideres ousaram "não voltar mais para casa." O filme "Rei Arthur", num que representa um pequeno grupo de soldados especiais romanos mostra um pouco dessa idéia.

Mas quem se ousará a tentar obstruir seu caminho? A determinação o fará lutar até a morte, pois chegar em casa é seu desejo. Não está lutando pelo seu general, não está lutando pela guerra, pelo país, mas pelo seu lar, para rever sua família. Pois de certa forma, a própria guerra não faz sentido se não for para em prol de sua familia e amigos; e agora, inimigos tentam interromper esse encontro com a sustentação de toda a causa?

Por outro lado, se for pensar naquela cena de "seguir o fluxo". Imagine um exército de pessoas com toda determinação, olhando fixo a linha do horizonte e para lá marchando com passos firmes e determinados, sem se importar com nada além de alcançar aquele ponto; e então, um rato surge no caminho, ou alguem entra na frente e tenta pará-los! Certamente será esmagado, pisoteado; ou então, ela passa a seguir o fluxo.

Outra coisa interessante é essa tendência humana em seguir fluxos. No filme "Forrest Gump" mostra dezenas de pessoas que começaram a seguir o cara em sua "corridinha" pelo país; certamente, ao observar e serem tocados pela determinação daquele homem; a certeza absoluta de prosseguir rumo ao horizonte, não se importante com o que há no caminho. Pessoas hoje mesmo, seguem. Cada movimento de etinia, grupos entre outros... são uma marcha; e quanto mais determinados, mais atraem pessoas convictas de seguir aquele alvo.

No final da Segunda Guerra Mundial qunado muitas tropas souberam do fim, da rendição das Alemanha, muitas pessoas imediatamente, que moravam na Europa, vizualizaram a direção de suas casas no horizonte e para lá foram. Muitas ficaram dias sem comer, mas não paravam de andar. Algumas em situações físicas das mais lamentáveis, mas não havia um segundo para seus corpos pensarem em si, desncansarem; chegar em casa era tudo!

...

Contudo essa casa, é um lar temporal, e querendo ou não, fútil, vaidoso, que se esvanece. Enquanto que há o supre lar, o Lar Celeste, aquele lar que Jesus nos prometeu. O lar do qual nenhum de nossos jamais pisou; mas antes estamos aqui, em terras longíquas. Contudo, estamos "a caminho de casa"?

Não é achismo, é questão de fato! O nosso testemunho diz por si, se estamos voltando para casa ou não, ou se apenas, estamos fazendo uma jornada "naquela direção". Olhe na Bíblia, e ali encontrará pessoas que estavam a caminho de casa, e pessoas que apenas faziam uma jornada. No Exodo vemos o povo hebreu no deserto, milhares de pessoas. Todavia, uma geração inteira se perdera, morrera, pois não estavam caminhando para casa, a Canaã prometida; desses, apenas um pequeno punhado de pessoas foram os que viveram, pois estavam rumo a Canaã.

E quanto aos mártires? Os apóstolos? Vemos claramente ali, um pequeno punhado de pessoas caminhando, lutando para chegar em casa; e que isso fora fazendo com que outros entrassem e entrassem. E ninguem conseguia entrar no caminho, ninguem conseguia interrompê-los. De modo, que muitos deles, foram mortos, pois era o único modo de tentar pará-los. Mas en vão. O sangue derramado era como sementes.

Mas e hoje? Estamos caminhando para casa? Agimos como um feroz e determinado exército em que nada mais importa a não ser alcançar aquele ponto no horizonte? Com tamanha disposição, determinação. Que não há quem consiga barrar, obstruir, parar, entrar no meio; nem mesmo Satanás e seus anjos. Ao tentar, serão empurrados para fora, ou pisoteados, ou passarão a seguir a maré? Pessoas que estão cansadas do exército, da guerra, da batalha, do inimigo, da terra peregrina, onde são forasteiros... mas estão naquele "harg" que brota do coração inundando cada célula, para chegarem ao lar.

Muitos infelizmente, tentam analisar isso por passos. Dizer "já demos tantos passos". Religiões, como denominações costumam fazer isso, "Oh, já crescemos e tantos x números no mundo." Mas isso também ocorre quando meramente se caminha naquela direção, se que se tenha o atributo semantico de "caminhando para casa".

Deveríamos hoje ser o mais formidável e notável exército a caminho de casa. Mas quão indeferentes temos sido, de modo a apenas parecer ser mais um movimento ideológico entre tantos outros. De modo, que o que sim vemos, é apenas um ou outro e não um exército que está realmente marchando rumo ao lar.

(Se reparar bem, essa cena mostra uma clara demonstração - se for ver o contexto - de um exército a caminho de casa.)

Pense sobre isso.


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1. Sun Tzu, A Arte da Guerra, "Luta Armada".

09 julho 2008

Lei Seca

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"Os brasileiros são mesmo engraçados. Vejam algumas observações curiosas que ouvi após a intensificação na fiscalização de quem bebe e dirige: "Quer dizer que não posso mais comer bombom de licor e dirigir?" Engraçado, de repente bombom de licor passou a ser a sobremesa preferida do brasileira! "Se usar enxaguante bucal posso ser preso por dirigir embriago". Acredito que a maioria mal escova os dentes, mas todos usam, religiosamente, enxaguente bacual. E enxaguante, enxagante bucal. E enxaguando com álcool é do tempo da minha avó! O dono do bar em entrevista diz: "Essa lei é absurda. Meu faturamento caiu 30%". E as vidas slavas com esses 30% não contam? E eu que não pedi a CPMF e tive que pagá-la. Conversa na fila do banco: "Você viu o acidente na marginal? O rapaz estava bêbado, perdeu o controle do carro e acabou com a vida dele e do pedestre que esperava o ônibus. Esses políticos não fazem nada!". Agora, a conversa é: "Essa lei é só para arrecadar. Duas latinhas de cerveja não me impedem de dirigir. Políticos não fazem nada mesmo!". Quem elege os políticos? Realmente nós, brasileiros, somos engraçados." - Rodrigo Grillo, Santo André (Palavra do Leitor, Diário do Grande ABC - 9 de julho de 2008)

É dificil, mas até que fim uma Lei realmente, na qual posso dizer: BOA. Não deve dar nenhuma brecha para dar a idéia: "Não há mal algum em beber." Mas sim claramente a posição: "Beber é uma das desgraçadas dessa sociedade e deve ser atacado." Lembro do discurso de George W. Busch para lutar contra o terrorismo, pois deve ser banido do mundo. Quando na verdade, a verdadeira empreitada deve ser tomada em prol de livrar as coisas que destroem a sociedade e não tenho a menor dúvida em dizer que o Alcool é maior vilã que o terrorismo. Terrorismo de verdade é o que as empresas que lucram através do vício, da entrega às paixões, do carnaval, concupscência do homem!

Não deve ser dado oportunidade alguma para empresas fazerem propagandas em prol de tais. De certa forma essa Lei é pouca, mas está bom para um primeiro passo. Mas leis mais intensas deveriam ser feitas quanto ao consumo de drogas, visto que o tráfico de drogas apenas há porque há consumidores, sendo a maioria classe média e classe alta. Leis duras e ceveras em combate ao consumo, obteriam grandes resultados. Como colocar o consumo num nível de um crime grave, tendo que passar tempo em prisão e pagar uma finhança considerável.

Veja por outro lado. O consumo de alcool está enraizado numa cultura, estilo de vida, o qual deve ser combatido. Após, supostos, avanços na sociedade, há ainda tanta gente que se entrega ao irracional, a perversão, a paixão, a liberdinagem, ao euísmo, ao carpe diem, ao nem aí para o próximo e o mundo; que se entregam ao consumo daquilo que deveria fazer parte do cardápio!

Hoje vivemos sim uma crise quanto aos alimentos, entre outros. Longe está de ser a maior pela qual o mundo passou na História registrada. Principalmente, devido a ocorrências climáticas, aumento do valor do petróleo e uma demanda maior que a oferta. Talvez essas coisas sejam temporais, a tecnologia dê um jeito; mas certamente irá agravar a produção, devido ao aumento da população no decorrer das décadas. Não só para isso, mas para diversas outras coisas. Não chegou a hora de deixar de lado tudo aquilo que for desnecessário?

Toda matéria-prima e derivados usado na produção de bebidas alcóolicas, guloseimas, entre tantas outras coisas, desde móveis até aparelhos tecnológicos, à automóveis FÚTEIS! Deveriam ser banidos. Devemos fazer um uso racional de todos os recursos que há no mundo e na administração deles. A curto prazo, lógico, empresas seriam atingidas drásticamente que dependem desse produto; assim como haveria certos incomodos na economia, mas a média e longo prazo, a coisa reverteria, e através de um sistema mais claro e racional, isso seria mais tendêncioso à estabilidade.

Veja alguns dados:

- o Brasil gasta 7,3% do Produto Interno Bruto (PIB) por ano para tratar problemas relacionados ao álcool, que vão desde o tratamento de um dependente até a perda da produtividade por causa da bebida.

- As indústrias de bebidas alcoólicas movimentam no país 3,5% do PIB.

- O alcoolismo está entre as 10 causas de internações clínicas no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, em média 120 mil pessoas são hospitalizadas por ano, em virtude da doença, o que gera um custo de R$ 60 milhões aos cofres públicos.

- No Brasil, o alcoolismo já é a segunda causa de mortalidade e a sexta de internações. Oitenta por cento dos acidentes causados por falha humana, com socorro feito pelo Corpo de Bombeiros, envolvem a ingestão de álcool.

Limites! Opa, podemos destruir nosso corpo, nosso fígado, nosso imunológico, nossa mente... até um limite. Podemos destruir nossa sanidade mental, nosso discernimento nas palavras, podes retirar todo valor aos valores morais, ao valor do Templo do Espirito Santo (nosso corpo); podemos nos transformar em pessoas repugnantes, sem valor nas palavras e ações inempensadas, incalculadas; livrando-se - supostamente - de qualquer norma de valor e dever para com Deus e a sociedade. Aí estabelecem um limite, o qual é totalmente incerto. Passando, a ser determinado ao ponto de "Contando que não venha a prejudicar fisicamente uma segunda pessoa." O que ainda é discutível. Que limite é esse? O limite no qual a pessoa consegue decidir que não irá beber por uma semana, mas que beberia se houvesse oportunidade?

Sim, sou totalmente contra ao uso e consumo de algo. Graças a Deus nunca ingeri alcool. Mas compreendo que do mesmo modo que nunca bebi e não fui incentivado pelos meus pais desde crianças, muitos dos consumidores hoje fora o contrário. Ou mesmo tiveram vários agravantes que lhes tendenciaram a consumir e hoje tornaram-se "praticantes dessa religião", alguns, totalmente bebados. Outros, com dificuldades em sair dessa.

Apoio a medida quanto a proibição. Mas a fiscalização deve ser mais pesada. É fácil pegar um sujeito ou outro por aí. Mas cadê a fiscalização nos pólos de consumo? Os pontos de baladas. E lugares típicos onde pessoas, em maioria jovens, vão beber; e usam o carro como transporte. Os policiais deveriam fazer comandos especiais para pegar esse pessoal. Aliás, quero ver a fiscalização disso, em festas juninas, e nas fetas de fim de ano.

Mas é um primeiro passo. Gostei de algumas medidas adotadas quanto ao tabagismo. Sonho que daqui algumas décadas a humanidade estivesse livre de tais substâncias que agridem nosso corpo e mente. Que podessamos rumar para um mundo sóbrio, pelo menos para um Brasil sóbrio. E que assim, do mesmo modo, o dinheiro possa ser melhor e mais racionalmente usado e aplicado.

01 julho 2008

"Não matarás", O Mandamento Negligenciado

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Contarei uma história 100% veridica, no qual conheço as pessoas, porém, como envolve algo muito sério, não darei referências a nomes, para evitar serissimos problemas. Ao mesmo tempo que esse post não busca sensacionalismo, apenas "uma noticia caótica de violência", tão pouco desejo que algo do tipo seja divulgado na midia; apenas busco profundas considerações, análises e pensamento critico quanto para algumas questões abordadas.
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Um jovem, em torno de 20 anos, que não dava problemas, ficava muito em casa quando não estava trabalhando numa padaria, que não possuia problemas com ninguém. Certo dia, dá uma volta de carro com alguns amigos, encontram algumas garotas no caminho, conversam com elas, e dão uma volta com elas no carro. Contudo, sem ter feita nada. Na volta, o rapaz ao levar a menina para casa, ela diz para ele virar e deixar ela ali, porque o namorado dela está na calçada da casa dela. Mas o garoto insistiu em levá-la, e como não havia feito nada demais com ela levou assim mesmo. Bem, e o tal do namorado viu.
Bem, alguns dias se passaram, e aquele rapaz começou a receber muitas ameaças de morte pelo celular do namorado ciumento. Pois o namorado se tratava de um membro do PCC - Primeiro Comando da Capital. O rapaz parece não ter tomado nenhuma atitute quanto a isso. Até que certo dia ele estava dormindo em casa, um amigo vai lá e o convida para ir na Lan House ali próximo. Quando eles estavam perto, eis que são surpreendidos pelo ladrão, que lhe dá um tiro na cabeça. E o rapaz morreu no local mesmo.
Pouco tempo depois a mãe é avisada do ocorrido e vai até o local desesperada, onde já havia policiais, porém não permitiram ela ver o corpo. E no dia seguinte o rapaz é enterrado. Lógico, o boletim de ocorrência fora feito. E o mais intrigante de tudo é que a policia conhecia o ladrão, sabia onde ele ficava, e tal ficava andando com uma moto pelo bairro fazendo barulho e demonstrando sua ousadia. Mas os policias nada fizeram, não prendiam o ladrão por medo do PCC.
A familia sofreu profundamente pela morte do rapaz, principalmente os pais e tios. Nisso, um homem foi até o pai da vitima e lhe fez uma proposta de que por mil reais ele mataria o assassino. Então o pai disse que pensaria nisso e depois lhe daria uma resposta.
Bem, nada de mais - olha só que estado de comodidade estamos hoje - até aí, em mais uma história trágica de assassinato por mero ciúmes. Mas eis que entra a parte que quero abordar, "o conflito". Essa família são ex-adventistas, e o pai trabalha de pedreiro, são bem humildes. E ele relatou para meu tio que ficou em profunda dúvida se mandava matar ou não. E graças a Deus meu tio lhe aconselhou a não fazer isso. Pois o conflito, a dor que havia era grande, e são nesses momento quando as emoções estão excitadas em que Satanás e nossa natureza pecaminosa mais quer agir, ou seja, contra a vontade de Deus, com ódio, com rancor, com vontade de destruir a pessoa, matá-la.
Ok. Mais tarde aconteceu algo que eu realmente não esperava. O ladrão fora preso. Por quem? Pelo PCC! Ou seja, não fora a policia que prendera o homem mas a própria organização de crime. E o motivo foi que o cara matou o tal sem a permissão, sem a ordem do PCC. E que então ele seria julgado pela organização. Então, eles decidiram que o pai da vitima é que daria a decisão e ligaram para ele, contaram que prenderam ele, que já haviam espancado a pessoa, e que ele decidiria se era para deixar o ser vivo ou morto.
O homem ficou sem saber o que fazer e perguntou novamente para meu tio. E esse lhe disse para não fazer nada. Para não se envolver com o PCC, não dizer-lhes o que fazer. Que eles tomem as decisões deles, mas não se envolver, não manchar-se com isso.
Bem. É aí que a história termina.
Imagine a situação? De poder praticar "justiça com as próprias mãos". Mas quão débil é nossa noção de justiça. Por que não buscamos a justiça de Deus? Aquele que diz "não matarás" e para não odiar o próximo e para "orarmos pelos nossos inimidos". Coisas incomuns de se pensar em situações dessas. Mas quando é exatamente isso que devemos fazer.
Satanás vem por diversos modos nos levar aos extremos, a flor da pele, das emoções. De modo a ficarmos totalmente tendenciosos a pecar, a odiar, a buscar vingança. Isso de vários modos. Porém, se você isso fizer, tomará a mesma atitude e talvez até pior do que a do assassino.
Em contra-partida digo algo que talvez muitos acham maluquisse, mas é isto mesmo, essa é a verdade: "Por mais supostas razões que alguem lhe der para você não amá-la, não existe razão alguma para não amá-la." Ou seja, imagine agora você sendo aquele pai, e eu mate seu filho daquela forma, e depois mato a filha, depois mato a sua mulher, por cima, mato toda sua familia e amigos no velório, deixo apenas você vivo, e por cima, te dou um tiro q por sorte não te mata, mas fica tetraparapilégico. Como se não bastasse, depois te sequestro, te escondo num armazem, no qual passou a te torturar e fazer passar fome dia-a-dia, pelo resto de sua vida.
Que situação! Mas saiba que apezar disso tudo, você não tem razão alguma para odiá-lo, nem desejá-lo mal algum, muito pelo contrário, deve amá-lo, desejar bem. Isso parece absurdo? Lógico que é absurdo para alguém que vive pela natureza carnal, que não entregou sua vida a Jesus, que tende e está amarrado aos laços do pecado, que segue as massas e aos pensamentos do mundo. Mas veja o exemplo de Jesus. Os soldados, além de machucá-lo, tiravam o sarro dele e blasfemavam, e o que Jesus fez? Orou para o Pai para que perdoasse tais, pois não sabiam o que faziam.
É intrigante. Mas nessas situações somos provados. Quando todas as coisas tende contra você. Quando se encontra numa situação de Jó, eis que lhe vem a provação. Ser bonzinho quando as coisas estão fáceis e tendem a ser bonzinho é normal, é natural, é fácil, é tendencioso... a verdadeira provação vem quando a tendência é outra, quando as coisas estão dificeis, e tudo, inclusive a pressão mais popular, motiva a ser mal.
Ao mesmo tempo que é interessante notar na organização do PCC. Que como uma sociedades organizada possui leis, hierarquia, organização e punição. E muitas vezes são mais comprometidos com a sua Lei do que os próprios politicos do nosso país. Apesar que nada justifica uma organização se basear no crime, em assaltar, matar, aterrorizar, amedrontar, fazer mal as pessoas; tudo em prol de dinheiro e pseudo-poder. Pois o verdadeiro poder é de Deus. O verdadeiro poder está numa pessoa orar e amar aquele que matou seu filho cruelmente. O verdadeiro poder está em não viver a norma desse mundo, mas a norma celestial, em um meio tão corrompido como a Terra.
E outra coisa interessante é o foco e importância que damos as ocorrências no espaço x tempo. Tipo, a pessoa viveu anos. E querendo ou não, é naturar, é a tendência as pessoas morrer. O método não importa, mas as pessoas morrerem é natural. Imagine se vivessemos numa selva, algum animal que não siga nossas leis civilizadas poderia nos atacar por instinto ou fome e nos matar. Do mesmo modo numa cidade, alguem não agindo pela razão mas pela emoção, rejeitando também nossas leis civis e a divina nos mate. E é nisso que damos atenção! No fim! Na morte!
Sinceramente, se um dia eu morrer. No fundo do coração não desejo velório, acho um desperdicio de emoções - além de suscitar algo que não quero - de recursos e de tempo. E se alguem perguntar "Como foi que o Evandro morreu?" Meu maior desejo é que a pessoa responderia: "Contarei como ela viveu?"
Como as pessoas morrem não importa, nesse ambito de análise. O que importa é o que fazemos durante a vida. O que fazemos da vida que Deus nos concede. É isso que importa. É a nossa vida que deve ser relatada e dita para os outros. Pois é dela que tiramos lições, é ela que testemunha. É a vida que impota e não a morte. Se alguem morre, que as instituições públicas, criminal, necrotério, que se preocupe com isso, e que tal vá para o banco de dados das estatísticas. Principalmente se for uma morte banal.
Se for uma morte covarde entre coisas do tipo, que sirva de lição. Se for uma morte heróica, de bravura, um martírio, que também seja dita de modo a servir de lição. Mas agora relatar o dramático só por ser dramático. "Pera ae! Somos mais racionais do que isso."
Do mesmo modo que, de certa, forma não devemos muito nos preocupar em morrer. Pois primeiro, todos tendem a morrer, pouquissimos terão o privilégio de não morrer. Mas veja, que o que realmente importa, que deveríamos sim dar muita atenção, é "Se essa pessoa morrer hoje, ela está salva, não, talvez?" Devemos sim é lutar para que as pessoas entreguem as suas vidas a Deus, pois ai se morrerem, com Ele viverão. Caso contrário, se morrerem, bem, é o fim. Do mesmo modo vale para nós.
Tenho uma visão meio que otimista da morte. Se eu morrer. Opa! Lucro! Pena que não posso me suicidar rs. E se tivesse um velório, o que gostaria que fizessem além de discursos bobos e inúteis seria uma pequena bandinha tocar e todos cantarem com rejubilo e força:
"Oh que esperança vibra em nosso ser.
Pois aguardamos o Senhor.
Fé possuimos que Jesus nos deu.
Fé nas promessas que nos fez.
Eis que o tempo logo vem.
E as nações dali além.
Bem alertas vão cantar: Aleluia Cristo é Rei!
Oh que esperança vibra em nosso ser.
Pois aguardamos o Senhor."
Bem, era isso que queria dizer.

Iº Informativo do Blog

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Bem pessoal, estou praticamente de férias da faculdade, isso quer dizer com mais tempo agora durante a noite. E com isso pretendo atualizar e postar mais coisas nesse blog, no diario, matemática e músicas. Quem sabe terminar de fazer o blog de estudos.

Tambem estou, agora, contando com a ajuda do meu amigo Rafael para colocar músicas no blog de Música.

Pretendo postar uma coisa por dia se for possível. Contudo, há um outro porém, que também agora estou revertendo grande parte do tempo livre, no livro que estou escrevendo. Mas é isso, aproveitem.


Por enquanto, alguns dados do blog (em média):
Ociokako: 80 visitas/dia - 12.322 visitas totais
Muitokako: 12 visitas/ dia - 3.733 visitas totais
Musicakako: 5 visitas/dia - 178 visitas totais
Thematematico: 74 visitas/dia - 1.431 visitas totais
(Google Analytics)

Alguns projetos futuros:
- Sessão de estudos
- Tocadores nos post de música
- Marcadores (por enquanto só no Musicakako há)
- Sessão de downloads
- Tradução do blog para Inglês e Espanhol

12 junho 2008

GEA - Bate-papo com os dinossauros

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Na reunião de segunda-feira, dia 9 de junho, contamos com a presença de Kleberson Bezerra Feitosa e do Tuca, ambos físicos altamente graduados. Que viera dos EUA para prestar um concurso para docente no IF-USP. (mais informações). A reunião fora extraordinária, incrivel. Foi um debate tão profundo, que se fosse caracterizar como um sermão e comparar, diria que fora o melhor - e de longe - dos últimos 2 anos, pelo menos.

Foi tão incrível essa reunião, que fizemos algo inédito no GEA, fizemos um replay. Como o Kleberson estaria até quinta-feira por aqui, remarcamos de fazer uma nova reunião na quarta-feira. Muitas interrogações, dúvidas, "coisas a se falar" ficaram; e foi tão magnífico que queriamos - de forma unanime - repertir isso.

Na quarta-feira então repetimos, após um bandeijão na Física, o Tuca conseguiu uma sala ali no IF, e ali nos reunimos, então tivemos um longo diálogo - que passou num piscar de olhos - contando também com a participação do Gabriel (outro dinossauro). Infelizmente, algumas pessoas não puderam ir, como o Dorfo, Tatinho e a Nath.

Bem, mas o Fred fez algo incrivel. Além de ter anotado, os pontos que fomos abordando no decorrer da conversa... ele gravou a conversa no seu mp3. Bem, a qualidade do som não ficou das melhores, mas aumentando bem o volume e com atenção é possível ouvir bem a conversa.

Faça o download da conversa:
Tamanho: 14 mb
Qualidade: 56 kbps
Formato: mp3

Download (4shared.com)

Faça o download dos tópicos abordados na conversa:
Tamanho: 5 kb
Formato: Bloco de Notas

Download (4shared.com)

01 junho 2008

Futuro da Internet (viajando um pouco)

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A Internet de certa forma substituiu o computador. Recentemente, li numa revista uma seguinte analogia: "Imagine se você ficasse numa ilha deserta com um notobook, mas sem Internet. Você o usaria com tamanho gosto?" Bem, talvez para os gamers por ai, ou quem o usaria apenas para ouvir uma música (se já houvesse no hd). Mas pensa bem, que vazio há hoje no uso do computador sem Internet.

Uma empresa que trabalha com produção de algoritmos, softwares, projetos em CAD; até mesmo tais, sem Internet ficam um tanto limitados. Pois eis que ocorre um erro, uma mensagem que você não entendeu, quer obter informação sobre algo. Hoje, é melhor usar o serviço de ajuda do programa, ou buscar pelos fórums e tutorials infinitos que há na rede? Fora que hoje, muitos trabalham se descontraindo com amigos online, ou mesmo com uma consultoria online.

Bem, essa nova tendência, já tem feito empresas como a Google dar passos interessantes na tecnologia. Por que ter uma lista telefonica, lista de contatos, amigos, se você tem o orkut; não precisa carregar, e pode acessá-la com rápidas buscas onde for? Por que ter uma agenda, com o Google Calendar? Enviar carta? Hoje você possui o Gmail. E assim por diante (não que queria puxar o saco da Google, mas venha cá, que modelo de empresa não? A maior revolucionadora, talvez mais do que fora a Microsoft com o lançamento do Windows.

Um outro passo interessante foi tomado. Comprar um jogo, instalá-lo? Opa, hoje já há uma enorme migração para os jogos online; e não coisasinhas de Flash e Java que mais nos faz lembrar os games de 16 bits. Mas jogos de última geração; mas tais, ainda requerem uma instalação (mesmo que por download) e uma boa máquina. Agora, e quanto a programas essenciais de escritório? Um excel, um word, aqueles pacotes Office, entre outros? Bem, a Google já possui nos seus serviços um editor de texto e de planilha que não deixa a desejar e tudo online; com recursos adicionais para empresas (tem que pagar).

Nesse embalo, várias empresas, tem investido em serviços online. Backup online. Disco virtual. Tocadores. Vídeos. Editores. Album de fotos. Bloco de notas. Gravador de voz. Gravador de vídeo. Antí-virus. E por ai vai. Cada vez menos há a necessidade de instalar programas no computador. Isso que essa teconologia está engatinhando, logo, estará correndo. Haverá uma migração.

Que programas teremos em nossos computadores? É dificil imaginar. Mas certamente será apenas um programa que dê uma boa base de conectividade para com a Internet, e conexões poderosas, com alta velocidade de up e down. Pois os programas estarão tudo na rede! Servidores estarão dando a base para eles rodarem. Até você, chegará apenas o que é necessário (imagem e som). De tal modo, que a Internet será mais do que nunca essencial, e um serviço de banda larga, primordial.

Mas veja o impacto que isso será mais avante. Como será os hardwares do futuro? Bem, não é dificil imaginar, que por fim. O que sobrará do computador, será de certa forma, apenas uma TV com recursos interativos de teclado e mouse, com uma super conexão com a Net.

Agora vamos imaginar com um grande avanço da tecnlogia (já em desenvolvimento). Para quê mouse e teclado? Se um dia, provavelmente conseguirão desenvolver algo, que simplesmente um sensor consegue capitar as ondas cerebrais, de tal modo, que não seja necessário um mouse, um teclado, e nem mesmo um microfone!!! Que revolução!!! Lan Houses com pessoas fazendo video-conferência, bate-papo com voz, só que num maior silêncio. Ao mesmo tempo a tecnologia dos monitores desenvolvem, de tal modo. Que a televisão migra para os óculos.

Veja a que pontos chegou-se? Chegou-se num ponto, no qual a cadeira, a poltrona, o sofá adquirirão um outro significado. Você não precisará mais estar sentado para usar tais coisas. De certa forma, você poderá estar caminhando por uma praça e montando uma planilha, ouvindo músico e conversando com amigos na Net.

E quem disse que essa tecnologia não pode avançar ainda mais? Nessa época, já também haverá de certa forma um "adios cameras!" Você filma em tempo real com o seu óculos. E tudo aquilo já é automaticamente disponível e armazenado na rede, onde com a sua permissão ou não, outras pessoas podem assistir. E isso chegaria também num ponto que se uniria com a super tendência do futuro, roupas mecânicas. Nas quais todo esse serviço ficariam simplesmente embutido naquilo que você veste. E também, assim como conseguiriam desenvolver algo para capturar aquilo que você quer "falar, digitar, mexer no mouse", também desenvolveriam, para enviar ao seu cérebro sons e imagem (diretamente); e também, por que não, capturar imagem (aquilo que você vê).

E por que não. Poderia desenvolver-se a tal ponto, que nosso corpo produzisse a energia (captada por tal roupa), de modo que boa parte da energia que usamos, seria economizada. E também essa roupa, poderia funcioar como medicina preventiva, nos diagnosticando, e mesmo eliminando da superficie de nossa pele, aquilo que precisamos de banhos para remover. Ou seja, se não conseguirem desenvolver uma tecnologia melhor, as únicas coisas que consumiriam energia em nossa casa seria a geladeira e o fogão. E um consumo muito menor de água.

E não pararia por aí. Tais roupas, com nanotecnologia, seriam desenvolvidas a ponto de cada um a ser um pontente computador. De tal modo, que haveria uma espécie de nova mudança na Internet. Onde as próprias pessoas passariam a serem os servidores. Dessa forma, seria o fim de empresas com imensas salas de HDs, memórias, processadores etc.

Não sou um cara triunfalista. Mas essa é a tendência tecnológica. O grande porém da questão será: "Haverá suporte para isso acontecer?" Ou seja, a humanidade chegará até esse tempo, ou nisso, conheceremos a velha e suprema tecnologia, a celeste? (com o retorno de Cristo Jesus). Ou então, não teriamos apacado no tempo, num determinado ponto em que a sociedade entrou num conflito, devido as tecnologias? Ou então, chegou num tempo, no qual faltou recursos - em termos de matéria-prima - e tudo empacou-se, até que as pressas, numa grande revolução e reforma, desenvolveram ao máximo a Indústria de Reciclagem, e então a tecnlogia levaria muitos anos e décadas para voltar a caminhar nesse sentido?

Tais coisas é uma tendência. E certamente, quando chegarmos a tais níveis, conseguiremos imaginar outras maiores. Mas a grande questão aqui, não é tentar dar uma de advinhador do que será o futuro; pois tais coisas são realmente tendências naturais. O que fica interessante para nós realmente refletirmos, é como tais tecnologias irão alterar a sociedade. Como as pessoas, irão se comportar com determinadas coisas. Como serão as indústrias e o comércio no futuro. As escolas. etc. Em fim, como será a sociedade. E tentando vislumbrar isso, reflita na sociedade hoje, no que você considera importante, ou lei universal, ou como você usa a sua vida e etc.

Qual é realmente o valor do que estamos fazendo?
Quanto estamos investimento de nossos recursos e tempos e coisas vãs?
O que realmente do que fazemos hoje será importante para o futuro?
Como serão as armas do futuro, onde balas de chumbo não se esbarrar numa simples roupa?
Como será um futuro onde cracks, hackers, serão destacados por invadir a privacidade das pessoas, a tal ponto de saber o que tais pensão, o que ela comeu, como está a atividade orgânica dela, o que ela está pensando, sem a aturozação dela?

Mas o que mais devemos pensar, creio eu. É o quão importante é o uso de nosso tempo no agora; de modo a alterar o futuro; e de como tais, irão ser intrisecantemente importantes, essenciais, para dirigir o como estaremos e seremos nesse futuro. E o mais triste de tudo, é o fato das pessoas pouco ligarem para isso, vivendo um "inismo" de Carpe diem. O agora sem pensar no futuro. Vamos viver o agora. "O que não mata engorda." E é esse pensamento temporal que conduz a tantas tragédias, e certamente, a maior de todas, um trato leviando para com a salvação pessoal, a volta de Jesus e a vida eterna, ou destruição eterna.