05 agosto 2012
11 outubro 2011
A Didática do Simon
06 abril 2009
Excel 2007
- Trabalhar com banco de dados, tabelas, importações, referências, ficou muito fácil, agil e prático;
- Ao clicar com o botão direito em alguma célula, rápidamente surge uma barra de formatação básica, de modo que se desloca pouco o mouse;
- Melhorou algumas funções, como a "se" de modo que agora podem haver dezenas de outras condições "if" dentro dela; sendo que no 2003, apenas 7.
- Acrescentou algumas funções que faziam muita falta. Como a "Se.Erros" (ou é Se.Éerros?), a qual se verdadeiro, já vem a opção do que retornar. No 2003 era preciso criar isso dentro de uma "se".
- Os arquivos são comprimidos, assim, diminuindo muito o tamanho do arquivo, e não sendo mais necessário termos que comprimi-los toda vez que fosse enviar o arquivo para outros por e-mail;
- Filtros ficaram com opção de seleção (mas o antigo modo também faz falta - deveria conter os 2 modos);
- A barra de fórmulas ficou ajustável quanto ao modo de exibição [ finalmente ];
- Uma infinidade de novas opções para trabalhar com formatação de tabelas, gráficos, texto, fontes, entre outros. E até mesmo layouts e formatações novos para tabelas dinâmicas. Alguns já vêm prontos, é só escolher; mas ao meu ver, complicou um pouco a liberdade de formatação.
- Não tem um guia de atalhos de teclado, talvez haja muitos novos, mas não informados e personalizáveis facilmente;
- Poderiam adionar um monte de recursos de como personalizar o "congelar painéis", de modo a podermos dominá-lo, principalmente; assim, como poderiam congelar células especificas;
- Uma melhora significativa na janela de funções; de modo a tratar especialmente as funções extras, que ninguem usa;
- Usar o recurso "Solver" ainda é um mistério não facilmente esclarecido;
- Poderia detalhar mais os recursos de proteção do arquivo, como a falta de uma opção que bloqueia apenas as células que contém fórmulas. Assim como torná-lo mais dificil de quebrá-lo;
- Ainda não se pode mesclar células que não seja por áreas;
- Falta um botão que basta clicar e formata a célula como texto ou número.
- Algumas cores padrões para se formatar um texto ou preenchimento, sumiram; e não se pode crirar novas escalas de cores;
Quanto ao dia-dia prático, ainda bem que a empresa usa a versão 2003; pois o que facilita e ajuda esse layout personalizado, não é brincadeira. Eu detestaria de que para tudo ter que ficar clicando nas abas, ao acessando janelas. Foi algo bom conseguirem fazer com que a barra dos menus da barra de janela virarem abas, basta clicar em tais e se pode ver os itens em barra de ferramentas; mas ficar preso ao padrão desenvolvido pela Microsoft é um saco; principalmente, para usuários que realmente trabalham com excel e precisam de algo bem dinâmico que atenda as suas necessidades.
Bem, porém, agora a Microsoft que fique esperta, concorrência já está surgindo, com o OpenOffice, o Google Docs, Lotus (promete melhoras), BrOffice. Há algumas coisas que eu já prefiro usar no BrOffice do que no Office, que é OpenSource e padrão na faculdade. E assim, como o Windows perdeu muito campo para o Linux; se não houver inovações e melhoras significativas nos seus produtos de escritório (Office), assim que a concorrência demonstrar superação (entre eles a Google) e acima de tudo, GRATUITO. "Adios Era Office".
12 janeiro 2009
Pérolas Teológicas Newtonianas
Acabei de ler As Profecias do Apocalipse e o Livro de Daniel, de Isaac Newton (Editora Pensamento). É uma obra fascinante e indispensável na biblioteca de todo cristão e dos estudantes universitários, em particular. Apesar dos detalhes históricos exaustivos e dos vários trechos em latim não traduzidos, o livro revela a clareza do raciocínio do grande cientista inglês aplicado ao estudo da Bíblia. Os adventistas do sétimo dia ficarão especialmente impressionados ao perceber a semelhança do entendimento profético de Newton (um verdadeiro historicista) com a compreensão profética da igreja – com algumas divergências, naturalmente. Aqui e ali, espalhadas pelas 224 páginas da obra, há pérolas como estas: Por Michelson Borges
28 agosto 2008
Ensino da Matemática - Experiências
O trabalho prático, no qual se está executando a tarefa e sobretudo de modo investigativo, buscando encontrar respostas, certamente é um dos métodos mais didáticos para o auto-aprendizado e para o desenvolvimento do músculo.Imagina a cena em que um homem iletrado adquire o trabalho de construir uma pequena torre usando apenas bambu e sisal (uma pioneiria interessante, certamente) e então ele inicia o seu trabalho. Certamente a primeira vez será incrível em níveis de tentativas e erros, análises. Coloca uma coisa ali e vê se dá certo ou não, ou o que acontece. E com o tempo todas aquelas informações são registradas na memória, um senso crítico se desenvolve sobre a questão. E certamente, depois de muitas tentativas ele consegue fazer uma pequena torre simples.
Bem, então é dado uma segunda construção para ele fazer. Uma torre de bambu, mas que deve conter pelo menos 5m de altura e em seu topo uma plataforma que consiga sustentar o peso de duas pessoas. Então dessa vez será um quebra-cabeça...
(...)
... precisamos usar tal método para aprender muitas coisas. Em especial para com a matemática. Infelizmente, em geral, hoje o sistema se prende ao teórico, as regras de sintaxe, gramaticais, algorítmicas; mas não buscando levar e mesclar tal com o desenvolvimento prático e intelectual, em nível de produzir um senso crítico, analítico, dedutivo e lógico. ...
(...)
... E então a pergunta vem: “Por que em geral as pessoas não gostam (não querem) comer matemática?”
Contudo, o paradigma continua: “Por que o professor terá tanto trabalho assim, se o que o MEC exige é apenas o conteúdo; e em troca são mal recompensados com salários baixíssimos para uma atividade tão digna, senão a mais digna de todas.”
(Leia essa matéria na integra)
21 junho 2007
Curiosidades Sobre os Números
Lá estava eu procurando uns livros na Biblioteca "Carlos Benjamin de Lyra" sobre história da matemática e algumas biografias, que todavia, não encontrei. Mas peguei uns 4 livros da sessão de História da Matemática.Primeiramente, comecei a ler o The Mystery of Numbers (de Annemarie Schimmel, 1993, publicado pela "Oxford University Press"), e então comecei a ter a idéia de estudar mais a história, filosofia, origens... etc. dos números, assim, os números como algarismos. E isso comecei a observar também nos outros livros, e por fim, fiquei bem empolgado no assunto. Mas como são MILHARES de páginas em todos os livros, me apeguei mais ao estudo do The Mystery of Numbers, e apenas recorria aos demais para aprofundar mais e ver a opinião de outros livros, aliás, em alguns momentos o The History of Mathematics: An Introduction (de Victor Katz, da University of the District of Columbia, publicado pela Addison Wesley Longmann) e o A História da Matemática (de Carl B. Boyler, professor do Brooklyn College, publicado pela Edgard Blücher).
E o mais interessante, foi o que encontrei no livro The History of Mathematics, no qual faz um anagrama sobre o desenvolvimendo dos simbologos que hoje conhecemos como 1, 2, 3, 4...0. Tudo tem por origem na India, com o "Brahmi numerals", então tal desenvolveu-se um pouco para o "Indian (Gralior)", o qual alguns número já possuem alguns traços com os que conhecemos. E deste, passou para duas frentes: 1. West Arabic (gubar) 2. East Arabic (que ainda é usado na Turquia). Bem, daí, os europeus incorporaram esses números arabes, e então, fora-se transformando até que no "15th Century" passará a possuir traços muitos próximos dos atuais, e então desse, passou para o "16th Century (Dürer)" que enfim, são os números como hoje são.
Mas como o próprio livro é bem denso, contém 314 páginas, eu pensei em ler algumas coisas nas férias, mas como nas férias, a Biblioteca vai fazer a contagem, pediram que entregasse antes e que vai ficar fechada durante; bem, então optei por apenas ler alguns capitulos que me chamaram a atenção. Os primeiros 6 capitulos é uma introdução geral ao livro, os estudos feitos, até mesmo explicando algumas coisas quanto aos números, algumas informações históricas interessantes e até mesmo sobre algumas superstições (que aliás, é o nome do sexto capitulo). Bem, após, eu li um pouco sobre o número 2 (um capitulo), ai me empolguei e fui ler sobre os números 6 e 7 (creio que depois lerei o do 1). Bem, e são esses os capitulos que me chamaram a atenção, com os quais colocarei muitas informações, curiosidades nesse post:
"Six The Perfect Number of the Created World" (p. 122-126)
"Seven The Pillars of Wisdom" (p. 127-155)
6 - O Perfeito Número da Criação do Mundo
O número é considerado perfeito, devido algunas propriedades matemáticas, entre algumas outras, são:
- A soma: 1 + 2 + 3 = 6
- O produto: 1x2x3 = 6
- O produto, ou mesclagem, entre o homem (representado pelo número 2) e a mulher (representado pelo 3) [é preciso estudar sobre os números 2 e 3 para saber o motivo de tal representação] tem por resultado: 2x3 = 6
- O número 6 é a base das figuras geométricas, visto que como tal é resultado tanto de 1x2x3 como 1+2+3. Veja que incrivel comparação ocorre quanto a geometria: 1 representa o ponto 2 (ou 2 pontos) representa uma reta 3 (...) representa um triangulo que forma um plano.
E o que me surpreendeu foi que no meio do capitulo começou a falar da Bíblia, dizendo que o número 6 representa A CRIAÇÃO. E também tráz uma expeculação
"six is not perfect because God has created the world in 6 days; rather, God has perfect the world in 6 days because the number was perfect." (p. 122)
E também consta com uma fascinante observação de Augustine (acho que é o santo Augostinho):
"Augustine argues is a similar vein and is even able to divide these 6 days into 3 parts: on the first day [1 dia] God created light; on the second and third day [2 dias], heaven and earth, the fabrica mundi; and in the 3 last days he made the individual creatures, from fish to man and woman." (p. 122 e 123) [pense na questão 1x2x3 = 1+2+3 = 6]
O livro fala também um pouco sobre o sábado. Mas nada de especial. Contudo, algo realmente também incrível, foi quanto a observação dos serafins na página 123:
"The fact that the seraphin of Isaiah's vision (Is. 6:2) had 6 wings points to their perfection."
Também achei interessante suas observações quanto ao pôr-do-sol biblico, simbolizando pela sexta hora da tarde de sexta-feira. Já na página 24, até faz uma análise de Mateus 25:34-36 que eu nunca tinha reparado. No v.34, fala sobre a fundação do mundo (a criação, os 6 dias), e logo em seguida, Jesus, faz uma interessão de idéias com 6 atividades, para saciar as necessidades básicas da vida (confira):
de Hrabanus Maurus:
- fome: a alimentação, o pão de cada dia
- sede: a água
- forasteiro: uma pessoa sem teto, sem ter um lugar apropriado para dormir, ou mesmo viver
- nu: a vestimenta do corpo
- enfermo: a questão da saúde
- preso: estar num local afastado dos entes queridos, solidão e coisas do tipo
Como pode ver, o total é 6. E aí fica aquelas perfungas: Coincidência? Bem, após pensei um pouco mais, e percebi que se você for encarar o número 6 como perfeito e mesmo simbolizando a criação, o que fica implicito O Criador que é o Mantenedor, aquele que cuida do Seu povo e os próprios ensinos de Jesus, talvez até aprofunde mais os versos, trazendo a idéia de que ISSO É PERFEITO, a caridade, e que isso está envolvido com a adoração do Criador, e envolve a criação. E mais, Tiago diz, que é a perfeita religião (Tia. 1:27).
O livro faz a seguinte conclusão quanto a isso: "In Matthew (25:34-36), the 6 is seen as a symbol of the vida activa, the life of good works."
Bem, com essa idéia, pense na questão do quarto mandamento de Deus: 6 dias trabalharás? Visto, que 6 simboliza "a vida ativa", "as atividades do dia-dia". Interessante, não?
Fala também sobre o livro de Apocalipse, o cap. 10 em especial, sobre os 7 anjos, em que 6 anunciam o longo julgamento, mas que o sétimo anuncia que esse divino ministério fora concluído, finalizou. (aliás, por pouco que não faz um estudo sobre o Juizo Investigativo.)
Bem, nessa altura é esfocalizado um pouco a Biblia, e começa a envolver o 6, com o Zoroastrianism da Pérsia. Faz também uma mensuração ao hexagrama, a "Hermetic tradition". A criação indiana do Vishnu triangle e também sobre o destrutivo Shiva triangle. Após, volta-se novamente para a Bíblia, analisando, um pouco, a "estrala de Davi". E apenas notifica quanto ao portal da Catedral de Freiburg, Alemanha.
E, por fim, faz uma observação fascinante quanto ao hexagono na Química Orgânica, como a estrutura molecular do anel benzeno (benzine ring), C6H6. (falta recursos de edição de texto no blogger)
7 - Os Pilares da Sabedoria
Diferentemente do número 6, esse capítulo é muito longo, possuí muita coisa mesmo, há influência em diversas culturas. E que portanto, apenas destacarei quanto aquilo que mais me interessou.
Bem, de inicio ele tráz várias propostas quanto algumas coisas atribuidas à importância desse número, como: Há 7 mares; a moderna versão do "Sienbenmeilensiefel (the 7-league boot)", a marca da bebida 7-Up. E tráz uma informação interessante no segundo parágrafo da pág. 127:
"The number 7 has fascinated humankind since time immemorial. Thus, in a study called Seven, the Number of Creation, Desmond Varles has tried, as did manu others before him, to reduce everything in the sublunar world to the number 7. Indeed, it consists of a ternary of creative principles (active intellect, passive subconscious, and the ordering power of cooperation) together with a quaternity of matter encompassing the 4 elements and the corresponding sensual powers (air = intelligence, fire = will, water = emotion, earth = morals). Such a division of the 7 into these two constituent principles, the 3 spiritual and the material 4 [alguns dizem que o 7 representa os 4 elementos e a Trindade = Deus = Pai, Filho e Espirito Santo], was used time and in medieval hermeneutics and is also at the basis os the division of the 7 liberal arts into the trivium and the quadrivium." (negrito acrescentado)
Continuando, faz umas comparações quanto: Há 7 notas musicais (ver p. 128). Também quanto algumas considerações de: Shakespeare, Solon, Greek, Philo de Alexandria, Sir Thomas Browne. Sendo que, quanto a Thomas B., destaco que ele relaciona o 7 com a expectativa de vida das pessoas, como: o que é considerado baixo, a média, e o que seria uma vida longa - e que tudo, tem por - assim posso dizer matemáticamente - limit, multiplos de 7.
Então fala sobre os arabes, depois da China. E na China é interessante, que para tais, o 7 simboliza (ou simbolizava - não sou tão fluente para ler em inglês) as fases da vida das mulheres. E mostrá lá. E o mais incrível é que tem lógica. E que são coisas dificil de se dizer: "Bem, essas 20 coisas serem fatos e envolverem o 7 é pura coincidência." Aí, também fala sobre o Pseudo-Hippocrates, que para tal, o 7 influencia sublimarmente os valores (tipo, humanos, sociais, filosóficos, morais...). E também relaciona-o com a astronomia. E entre diversas outras relações que variam desde a Babilônia até os Maias, entre muitas outras coisas, que aliás, o capitulo fala muito sobre vários povos que relacionavam o 7 com a astronomia, principalmente, porque até então, eles sabiam da existência de 7 planetas. E no geral, há uma relação do 7 quanto a filosofia humana, de como tornar-se uma pessoa perfeita, mente 100% equilibrada, estado de espirito etc. Até fala uns negócios sobre o Taoismo (uma filosofia atéica chinesa) e o budismo, mas não li direito.
Até que, finalmente, na página 132, ele começa a falar sobre a relação do 7 com a Bíblia. E nossa, fala várias coisas. O próprio livro faz uma observação quanto a Biblia:
"The Old Testament is replete with heptads."
E então, mostra algumas referências etc. Até que fala de Salomão. - Bem, nessa altura, confeço, que quando estava escolhendo os livros lá na prateleira da Biblioteca, buscando conhecer mais sobre os grandes feitos da Matemática, a última coisa que eu imaginaria, é que num determinado momento, um dos livros estaria-me fazendo ler o livro de Provérbios, ou que então falaria de Salomão. E diz o seguinte, apesar de eu estar com certos problemas para entender a última frase, devido ao meu limitado inglês:
"As 7 contains everything, the Proverbs praise the 7 Pillars of Wisdom (9:1) [que inclusive a caracteristica principal atribuida ao 7, e que é o titulo do capítulo], and when Zechariah speaks of the 7 eyes of the Lord, he uses image to evoke God's omnipresence and omniscience (4:10. The idea of 7 divine eyes reoccurs in later Sufism in connection with the 7 great saints who, as it were, are the eyes through which God looks at the world." (ênfase acrescentada)
Nota: Wisdom quer dizer, sabedoria, prudência, discernimento, bem-senso e coisas do tipo. Enfim, basta ler Prov. 9:1 que você encontra lá o que quer dizer.
Depois de um paragrafo, o texto aborda sobre o "sábado", umas coisas incríveis, como abaixo:
"The seventh of these lower sefirot (the tenth one altogether) is the Shekhinah, which is called the Sabbath Queen and whitch, the Zohar explains, corresponds to the seventh primordial day." (negrito acrescentado) [atente para a oração final]
Isso não faz pensar quanto a importância do sábado? Qual a sua relação para com o 6 que representa a perfeição e a Criação - numéricamente falando? Creio que o sétimo dia confirma, assina, CARIMBA a apólice da perfeição, da Criação. Para aqueles que são sabatistas ou que meramente conhecem a doutrina sabatista, percebe-se que dá para incluir um significado ainda mais profundo quanto ao mandamento de Deus de guardar o sábado (o dia 7).
Bem, depois você pode ver nas páginas 134 e 136, umas ilustrações quanto ao candelabro e algumas informações. Na pag. 135 faz uma análise bem interessante quanto a ressurreição de Jesus, na qual foi no oitavo dia (após o dia 7), e fica nas entre-linhas que isso significa que o próprio Jesus observou a importância do dia 7. (Confeço que nessa hora até me passou na cabeça se o autor tem algum vinculo com os Adventistas.) Depois fala sobre a relação do 7 para com o islamismo. E nas páginas 137-139, é feito uma expeculação medieval de que o moderno cristianismo [bem, poderia considerar a "instituição" que a representa em nivel mundial (Católica)] não se baseia na Biblia, mas possui um envolvimento pagão com as idéias de deuses gregos, especialmente, Apollo e Atena; isso, através do número 7. E então depois começa a falar sobre isso, de que isso veio de Roma, pois tal pegou tais tributos dos gregos, e a Igreja incorporou. [Interessante, nem, mesmo os números deixam de acusar sobre a verdadeira imagem da Igreja Católica e o que a levou a ser o chifre pequeno de Daniel.]
Considerações Finais:
Algo esse conteuto me fez pensar: Os números, essa complexidade, como eles são envolvidos na Bíblia, e que só foram compreendidos mais rescentemente. Testemunham de que a Bíblia não fora escrita por qualquer um. E torna-se dificil dizer: "Esses milhares de fatos são pura coincidência." Enfim, os números também são mais um testemunho quanto a confiança das Escrituras Sagradas, e que é uma obra incrivel e que vale ser estudada; até mesmo, na História da Matemática.
Bem, termino por aqui. Afirmo, que de agora em diante, vou prestar muito mais atenção nos números. hehe E também, recomendo esse livro, pois ele é bem seguro, aliás, vem da Universidade de Oxford. Ele aborda profundamente os temas, busca várias fontes, não é um livro que se prende na religião; mas devido aos fatos, a realidade, não teve como deixar de lado. Uma coisa que gostei muito, é que ele diz: isso é fato, isso é uma suposição, isso é expeculação, isso é uma idéia misticismo ou ocultismo (não nessas palavras). Ele faz essa distinção do seu conteúdo. Não sei se há uma versão traduzida para o português, mas vale a pena ler. Na última página, tem uma marca do IME, que diz que custou R$ 36,71; portanto, é barato comparado a tantos.
13 junho 2007
A Matemática da Mega-Sena
Regras do Jogo
a) Para um jogo com 6 números (o mais básico e de menor custo).
1. Representei os 6 números escolhidos, como as seis casas abaixo.
2. Agora, associamos, a cada uma delas, a quantidade de números (ou bolas) possíveis para cada:
A lógica é, no primeiro, pode ser 60 números, na segunda, também pode ser os 60 menos o número da primeiro, portando, 60 - 1 = 59... e assim, sucessivamente, até que na sexta casa, se tem a possibilidade de 55 números.
Repare num aspecto intuitivo e construtivo sobre o fórmula da Combinatória em Matemática. Por que apenas até o 55? Isto ficará claro no próximo passo.
3. Então para cada uma das possibilidades de uma casa, há , também, a possibilidade das demais. Ou seja, temos que ajuntar tais combinações de números. É aquele famoso: "Você tem que acertar a primeira e a segunda e a terceira e a quarta e a quinta e a sexta." Enfim, esse "e" representa uma multiplicação (sem entrar em mais detalhes do motivo) em probabilidade.
Ou seja, 60x59x58x57x56x55.
Mas repare uma coisa:
60.59.58.57.56.55 é o mesmo que:
60.59.58.57.56.55.54!
54!
e mais:
60!
(60-6)!
E temos:
n!
(n-k)!
(60-6)!6!
(n-k)!k!
Então, se você apenas optar por jogar 1 vez em 6 números, a sua chance de acertar a sena é de 1 em "50 milhões 63 mil e 860"
na, decimal: 0,0000000199744885831816
Isto está muito mais próximo, de ZERO do que 1% de chance.
Bem, sabe o que isso quer dizer? Qual é o tamanho, a grandeza dessa possibilidade, tendência? Bem, então vamos lá para algumas comparações astronômicas, para você ter uma ideia de qual a chance de você ganhar.
EXEMPLO
Então a sua probabilidade é de 6.000 jogos com P(ganho) = 1/50.063.860 em cada
ou seja, fração:
Simplificando, isso é aproximadamente igual a 1 em 8.344 aprox. Ou, 0,012%.
Claro, se você fizer jogos com mais números e considerar a chance de ganhar com quadras e quinas, a probabilidade aumenta um pouco. Porém, o custo também.
ESPERANÇA
Suponha agora uma outra situação. Em que o prêmio do vencedor seja de R$ 250 milhões. E, para simplificar as contas, a probabilidade de ganhar a sena seja de 1 em 50 milhões. Neste caso, qual é o prêmio ou valor esperado desta aposta?
E(X) = P(X).X
Esperança(Ganhar 250mi) = Probabilidade(Ganhar 250mi) x (250mi)
E(X) = 250 mi / 50 mi = R$ 5
INVESTIMENTO
Suponha, que você gastasse R$ 1,00 para jogar cada vez (o que está abaixo do preço real). Ou seja, nesses 500 anos você gastaria R$ 6.000,00. Então, ao invés de gastá-los desse modo (no jogo), você aplicaria, desde já, 6 mil reais num CDB ou Título Público, com um rendimento um pouco maior que a poupança.
Enfim, através da equação de juros compostos. Chegamos em cifras fascinantes!!
10 anos: R$ 15.562,45
Bem, eu nem sei ler isso! É uma quantia astronômica. Certamente, você seria a pessoa mais rica do mundo. Somasse as riquezas de todas as pessoas da História da Terra, e creio que não teriam chegado a sola dos seus pés. Você poderia comprar simplesmente TUDO! Todo o planeta, estação espacial, satélites, todas as nações da Terra. Ou até mesmo, outros planetas. Poderia mudar o nome do planeta Júpter para Planeta Frederico se quisesse. E, ainda assim, faltaria muito dinheiro para gastar.
Enfim, qual seria uma atitude mais inteligente para ganhar, ficar rico, n-nário, cheio da grana: Loteria ou investimento?
(claro, não estou levando em conta, a questão da inflação e outros 'detalhes'... [curioso, fale comigo...])
COMPARAÇÕES
Primeiro caso:
Segundo caso:
Terceiro caso:
INVESTIMENTO Exemplo 2 (ficar rico ainda nessa vida)
Bem, aí está uma forma mais viável de se ficar milionário, sem gastar o seu precioso dinheiro no que alguns chamam de "sorte" (o que eu chamaria de ser algo que tem muita probabilidade de não acontecer e acontecer) - uma burrice tremenda, diria eu. Isso fora, que você poderia usar o dinheiro que gasta com a cerveja, as drogas, cigarros, doces entre outras coisas inúteis, e investir ainda mais; e certamente, você esperaria muito menos que 40 anos e já seria um milionário.
Caso, tenha 'dinheiro sobrando' para fazer algumas apostas altamente especulativas, se quiser otimizar suas chances de algum modo, fazer uma escolha 'um pouco mais racíonal'. Então pelo menos espere o prêmio acumular acima de 50 milhões, e mitigue seus custos com outras pessoas, através de um bom 'bolão'. Mas sempre esteja mais do que certo que este dinheiro não fará nenhum impacto financeiro no seu orçamento. E lembre-se, cuidado!, jogar pode viciar. Não poucos ficam tentados a jogar e arriscar cada vez mais e até mesmo tomando decisões absurdamente irracionais que estragam suas vidas e de seus entes.
PARA MEDITAR
"Melhor é o que se estima em pouco e faz o seu trabalho do que o vanglorioso que tem falta de pão. " Prov. 5:10
24 abril 2007
Teorema de Pitágoras
Mostrarei aqui o Teorema, uma forma simples de prová-lo, ou seja, de mostrar como ele é feito. E como dizem que o Pitágoros lho inventou.
14 dezembro 2006
O Espelho da Morte
Ontem, o programa do Discovery Channel, "Mythbusters - Os caçadores de Mito", apresentaram uma que certamente vai revirar muito os livros de História por todo o mundo.O programa todo foi voltado para o "Espelho da Morte", uma arma feita por Arquimedes, a cerca de 300 a.C. na qual era um espelho parabólico, e este, capitava os raios solares do sol e incendiava as embarcações romanas.
Primeiro, o que é uma espelho parabólico?
Ao lado, uma figura representando uma parábola geral em laranja:
ponto rosa: Vértice
ponto vermelho: Foco
eixo x: diretriz
P: qualquer ponto da parábola.
A simples modo, uma parábola é isso, é uma curva orientada de tal modo que siga esta regra: Ela tem um FOCO, sendo, que se você trassar uma linha reta (verde), do foco, até a parábola o encontro será num ponto. E se trassar uma altura(azul) desde ponto com a diretriz; a distância da reta verde e da azul será a mesma. Bem, isto é uma parábola.
Uma das propriedades físicas das parábolas é que qualquer "raio de frequencia" (vamos assim dizer) que atinge qualquer ponto da parábola, ira refletir e ir para o foco ao mesmo tempo. Com isso, pode-se fazer isto usando a luz do sol, concentrando-a no foco (imagine o calor que seria). Usam muito isto nas antenas parabólicas, para receber sinais.
A HISTÓRIA
Existem muitas especulações sobre essa História, talvez tudo seja. Porém, gosto dessas duas versões:
A cidade costeira estava para ser atacada e ser tomada pelos romanos. Ao leste, atrás das montanhas, acampava um enorme exército romano o qual as tropas gregas não tinham qualquer chance. E também não podiam fugir pelo mar, pois por ali, vinham dezenas de caravelas romanas.
Então, Arquimedes teve uma idéia. Construiu um enorme espelho parabólico. E com este, os raios solares se concentravam em um ponto, e este ponto era o qual fazia pegar fogo nas embarcações romanas. E este ponto passou a ser chamado de "foco", que em grego, significa "fogo".
Alguns dizem que Arquimedes, reuniu milhares de soldados na praia, fez com que tais polissem muito bem seus escudos de bronze, e os organizou de tal modo que formasse um enorme espelho parabólico. (possível, mas vamos dizer, NADA prático). Outros dizem que ele teria construido um enorme espelho parabólico, como uma máquina mesmo. E assim, conseguiu destruir os navios.
..............
No Mythbusters, num outro episódio antigo eles já tinham realizado este mito, porém, deixou "muitas dúvidas" no ar. O site da Discovery recebeu muitos e-mails e comentários sobre isto, muitas pessoas dizendo que era possível. No programa de ontem, então, pessoas as quais "comuns" foram ao programa para tentar mostrar que é verdadeiro este mito. Destaque para uma equipe do MIT, um Dr. da NASA e dois engenheiros de Havard.
Ontem, provaram, que facilmente é possível conseguir fazer tal coisa, para objetos a pouca distância, como 2m. Daonde Arquimedes poderia ter tido a idéia. Depois, o problema maior, a longa distância. E mostraram que seria um tanto quanto impossível.
Condições que desfavorecem ao mito:
1. A cidade fica ao leste. Ou seja, eles só puderam fazer isso na periodo da manhã quando o sol é mais fraco.
2. As condições climáticas. Se o céu estivesse nublado, já era. Teria que estar aberto para fazer isto.
3. É muito dificil focalizar. COnforme a Terra se desloca em torno do sol e pela rotação. Tem que se ajustar o espelho da morte, para que o foco continue apontando no mesmo lugar no barco.
4. Os barcos estando parado já seria dificil. Quanto mais em movimento nas ocilações do mar.
5. Usar os soldados seria extratamente dificil mirar o foco. (Gastaria muitissimo tempo, e eles só tinham um pequeno periodo da manhã).
6. Estavam em guerra, e fazer tal tramóia, projetar e construir, demoraria muiiito tempo. E de acordo com os relatos, meio que sugere que a coisa foi da noite pro dia.
7. Existiam outros meios mais práticos, e talvez com melhores efeito. Por exemplo, poderiam ter no lugar de usar esculos polidos, flechas flamejantes. Ou mesmo, um escorpião (arma) carregando com flechas flamejantes.
Isto tudo, mais os desfavoráveis relatos históricos, levam a concluir que é mesmo um mito detonado. Porém, ficam ainda aquelas perguntas:
- Arquimedes não teria construido um outro tipo de máquina, de modo mais fácil, com o foco facilmente ajustável? Ou teria já essa arma pronta?
- E se o exército fosse tamanho sua ordem e organização, que facilmente poderiam orientar as tropas e fazer o foco?
- "Donde então surgiu o termo "foco"?
É uma daquelas coisas que se sabe que é bem possível, quanto mais ao contar com o fator x (a genialidade de Arquimedes). E que é dificil demais para abandonar esta história, pois é boa demais para ser mentira. Mas uma coisa é certa, não seria prudente afirmá-la como verdadeira. Eu diria que é um "Sistema Possível e Indeterminado".
15 outubro 2006
Ciência - Um inicio de mudança de rumo?
Vivemos no século do einsteismo, onde é ele visto como um deus por alguns cientistas. Por causa da sua Teoria da Relatividade e da Gravitacional. Só que o interessante é que ninguem sabe como é a gravitacional, ninguem entende, ninguem prova, ninguem explica; mas aceita ela. Sinceramente, não vejo muita diferença entre isto e em acreditar que Deus Criou. Apenas muda o personagem,em um é Einstein, nooutro são Moisés, Davi, Jesus, Paulo, João...Não estou contrariando o Einstein, pois aliás, eu não conheço o seu trabalho. Não busquei ver toda a sua teoria, como que foi desenvolvida, provada, não a senti, não a analisei. Tudo o que sei foi o que o professor me passou em sala de aula e cobrou na prova. Talvez ele tenha razão, ou talvez não. Alguns dizem que tal é a pedra de apoio da ciência para o futuro (A Física Moderna), já também ouvi que ele pode ser como o "geocentrismo" de Aristóteles.
Nessa semana eu ouvi lá na USP, meio que sem querer - nem conheço as pessoas que falaram - de uma nova teoria ai que se opõe a Einstein. E depois encontrei alguns artigos na Internet (o google academico é muito bom), ai me deparei até mesmo na lição da Escola Sabatina.
Bem, pouco vi sobre o assunto. Vamos dizer que apenas vi a embalagem. Trata-se das teorias da cordas. A qual o Wikipédia, resume de forma bem simples:
"A teoria das cordas afirma que as menores unidades constituintes da materia existente, das particulas elementares da natureza, sao minusculas cordas vibratorias oscilantes feitas de energia, e que variando a oscilaçao e vibraçao das cordas, produz-se a materia conhecida, em todos seus aspectos, incluindo as particulas componentes das forças fraca, forte, eletromagnetica e a propria gravidade."
(para sabe mais: http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria-M)
Particulas elementares: Tudo que conhecemos por matéria é formado por átomos (já fizeram a anti-matéria, a matéria escura... mas isto é outros quinhentos), que são os elementos que encontramos na natureza, como o ouro, o cálcio, o ferro, o oxigênio etc. Esses átamos, a grosso modo são constituídos por eletrons, neutrons e protons. Porém, em laboratório, com incriveis aceleradores de particulas, conseguiram quebrar os protons e neutrons em outras particulas, que dizem que todas são por volta dos 63 (se não me falha a memória), o eletron, fóton e até mesmo o gráviton (não descoberto) são exemplos. Tais são as particulas.
Oscilação: É praticamente um sinomimo de ondas. Pegue um balde de água, deixe-o em repouso. e depois jogue uma gota de água. Aquelas coisas redondas que você verá é um exemplo de ondas, oscilações.
Agora lá vai eu ligar tudo novamente com a Bíblia.
"Pela fé entendemos que o mundo pela palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente." Heb. 11:3
(Ver matéria completa)
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Bem, é apenas isso. Uma boa semana a todos.



