17 março 2009

Atualização do Blog

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Olá internautas e leitores deste blog.

Como podem perceber, há 1 mês que não atualizo este. Isso ocorre em função de haver pouco tempo, o ritmo de tarefas aumentou no trabalho de forma acumlativa, quase não tendo minutos livres. Assim como também as outras atividades, na faculdade, entre outros. O tempo "livre" o qual poderia estar usando no blog, estou usando-o na digitação de um livro, o qual, talvez, em um ano já esteja digitado todo o conteúdo (será uma obra densa); depois sendo mais a parte de revisão e melhorias; e depois toda aquela coisa de procurar uma editora.

Mas apesar disso, há uma quantidade enorme de conteúdo e coisas que gostaria de compartilhar com vocês aqui, e que estou anotando e deixando guardado. Até que em algum feriado, um dia ou outro, eu possa estar colocando-os. Provavelmente na semana da paixão, que não terei aula, colocarei algo.

Aproveitem para rever e ver algumas postagens mais antigas, pois há muita coisa boa.

Obrigado.


Fiquem com Deus

12 fevereiro 2009

Considerações Sobre Astrologia

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Confeço, do mais fundo do coração, que é um assunto que não me intriga, não me atrai, não me lança a menor sobra de atração ou dúvida. Porém, fiquei incrivelmente abismado quando notei na quantidade de pessoas que acreditam ou que simplesmente estão balançando pelas ondas, pois não estão profundamente estruturados numa firme e sólida rocha. E devido a isso, faço aqui alguns comentários sobre tal.


O que é astrologia?
Uma prática mística pagã que visa observar os astros, mistificando-os para com o comportamento humano. De modo, que a partir de um conjunto de regras, fórmulas, desenvolvidos, dizem poder prever atitudes, comportamento e traços de caráter humano; ao mesmo tempo, afirmando, que pessoas que possuem um signo x, possuirá certas características, caráter...

História da Astrologia
Astrologia é diferente de astronomia. Porém, no inicio, não havia essa distinção. Alguns arqueólogos dizem que no passado, antes da escrita, provavelmente, as pessoas usavam os céus e as estrelas, como um livro, para contar e gravar histórias para os seus descendentes. [Ver estudo completo]

05 fevereiro 2009

"Apostasia Musical" Preocupa Presidente de Campo

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QUEM CUMPRIRÁ A PROFECIA?

Profecia de 1901, indica surgimento de influências estranhas na adoração no tempo do fim.

Quero hoje apresentar uma profecia que tem sido objeto de minha preocupação nos últimos tempos. Foi feita por Ellen White, em Janeiro de 1901, e entre outras coisas, faz referência ao modo de adorar de um movimento adventista fanático que apareceu em Indiana (EUA), chamado de "Carne Santa". Seus participantes, achavam que na experiência do Getsêmani, Jesus obtivera uma "carne santa", isto é, como a de Adão antes da queda.

Durante os cultos, buscavam demonstrações físicas, e desenvolviam um alto grau de excitação com o uso de diversos instrumentos musicais (órgãos, flautas, violinos, tamborís, buzinas, e mesmo um grande tambor baixo), em som alto e estridente. Oravam e cantavam até que alguém da congregação caísse do assento, prostrado inconsciente. Vários reuniam-se à sua volta, cantando e orando, e quando esta pessoa voltava a si, era dito que havia obtido a "carne santa", não havendo mais a possibilidade de pecar, e nunca haveria de morrer. Dois pastores, Haskell e A.J. Breed, foram enviados à reunião campal deles em Munice, Indiana, que ocorreu entre os dias 13 a 23 de setembro de 1900, a fim de enfrentar o fanatismo.

Ellen G. White soube destes acontecimentos enquanto estava na Austrália, em janeiro de 1900, e, então, recebeu orientação de Deus quanto aos perigos destas práticas. Mas entre outras coisas que o Senhor lhe revelou sobre o assunto, o que mais me impressiona, é a comparação que Deus faz entre o que ocorria dentro do movimento e o que aconteceria no futuro entre o povo de Deus:

"...Demonstrar- se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, músicas e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se poderá confiar neles quanto as suas decisões retas. E isto será chamado operação do Espirito Santo""...Demonstrar- se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, músicas e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se poderá confiar neles quanto as suas decisões retas. E isto será chamado operação do Espirito Santo". Mensagens Escolhidas, Vol. 2, pg.36. Um pouco antes, na mesma profecia, Ellen G. White aponta para o tempo em que estas manifestações voltariam a aparecer, afirmando: "o Senhor revelou-me que haviam de ter lugar imediatamente antes da terminação da graça".

Note bem que nesta profecia, que foi escrita quando Ellen estava na Austrália, no ano de 1901 (mais precisamente no dia 17 de abril), Deus lhe revelou que estas coisas aconteceriam "imediatamente antes da terminação graça". À semelhança do que já ocorrera em Indiana, surgiria algo estranho, envolvendo "gritos com tambores, música e dança". Portanto, temos aí mais um sinal da proximidade da volta de Jesus, e precisamos estar atentos.

Mas qual é a preocupação de Deus com o seu povo?

Em toda a história da humanidade e do povo de Deus, vemos a adoração como estando no centro do conflito entre o bem e o mal. A adoração sempre foi o campo mais cobiçado de Satanás. A questão é: a quem adorar, e como adorar.

Após a queda, junto ao Éden, foi travado o primeiro combate sobre a maneira correta de adorar. Caim com os seus frutos, e Abel com o seu cordeiro. Caim, adorando como a sua mente carnal, orientava; Abel adorando como Deus havia ensinado (Gen. 4:3-8). Ao longo da história do povo de Israel a tentação foi constante, para afastarem-se da forma correta e do verdadeiro objeto de adoração (Deus). Chegaram ao ponto de entregar seus filhos ao deus Moloque como ato de adoração ( Jer. 32:35 e II Re 23:10). Satanás, quando se apresentou a Cristo no deserto, pretendia até entregar o mundo e seus habitantes de volta ao seu Dono, mas sempre à sua maneira, do seu jeito. "Tudo te darei se prostrado me adorares". ( Mt 4:9).

Meu querido companheiro cristão, uma das últimas batalhas que o povo de Deus terá que enfrentar, é a de decidir a quem adorar e como adorar. A adoração será o ponto de conflito entre o bem e o mal, e todos os cristãos, sinceros e falsos, estarão envolvidos neste conflito. Mas precisamos estar atentos, pois o inimigo nunca vem até nós de forma clara, aberta, e já declarando suas intenções. Sempre virá de forma velada, escondida, sem revelar a sua real intenção.

Querendo proteger a Igreja, Deus deixou uma profecia alertando sobre os problemas que enfrentaria bem perto da volta de Jesus. A profecia diz que nos cultos apareceriam "gritos com tambores, música e dança".

Satanás conhece o valor da música, e é por isso que faz tanto esforço para introduzir no culto estes elementos que, ao contrário de adorar ao Deus do céu, adoram a ele, o deus das trevas. Existem hoje músicas que nada mais são do que gritos estridentes, que ferem a muitos que as ouvem. Boa parte das músicas de agora não tem "tambores", mas tem a bateria, que leva alguns ao delírio e outros às lágrimas de tristeza; não tem "tambores", mas tem uma infinidade de instrumentos que são devidamente arranjados pelo inimigo dentro de alguns play-backs (nem todos).

Quando se termina a apresentação de algumas músicas com estas características, muitos não conseguem lembrar de uma frase sequer do texto, pois a 'gritaria', o barulho dos instrumentos, e a excitação dos sentimentos acabaram por ocultar a mensagem. O que presenciamos hoje em alguns corais e conjuntos, em minha opinião, é o cumprimento exato desta profecia. Assisti a uma apresentação, por exemplo, onde maestro e coralistas dançavam em pleno "culto".

Minha querida Igreja, a profecia vai ser cumprida, mas ai de quem a cumprir. Jesus disse que os escândalos viriam, mas "ai" daqueles por quem vierem (Lu 17:1). Esta forma errada de adoração seria introduzida nos cultos, mas ai daqueles que a introduzissem. Este "ai", foi pronunciado pelo dono da Igreja, Jesus Cristo.

O que me choca é que muitos hoje, não estão querendo enxergar o que de fato estão vendo, e outros, simplesmente não estão percebendo nada, ou melhor, não vêem mal nenhum neste tipo de música. Alguns chegam a dizer que os tempos mudaram, e que os jovens precisam de algo mais alegre. É verdade os tempos mudaram, mas estas mudanças não são, infelizmente, produzidas por Deus (Rom. 12:2). Não estou combatendo a música e o uso devido dos instrumentos na adoração, estou alertando acerca de um problema que aparece cada vez mais em nosso meio. Sinto uma profunda tristeza ao ver que em muitas de nossas reuniões esta profecia já está se cumprindo.

Para alguns grupos musicais o importante é o 'show', o espetáculo, e não a adoração a Deus. Para outros, o êxito da apresentação é medido pela reação dos espectadores, sendo sinal de sucesso o balançar das mãos, palmas acompanhando o ritmo, e ao final da música, à semelhança de qualquer banda de rock, a explosão da multidão em gritos e assobios. Estas reações, e eu mesmo já as presenciei, são semelhantes às que se vê nas reportagens de grupos musicais seculares, com a diferença de que pretende-se estar prestando um culto a Deus.

Note o que ainda diz Ellen White sobre este assunto: "O Espirito Santo nada tem que ver com tal confusão de ruído e da multidão de sons como me foram apresentados em janeiro último [referindo-se à música do movimento da "Carne Santa"]. Satanás opera entre a algazarra e a confusão de tal música, a qual, devidamente dirigida, seria um louvor e glória para Deus. Ele torna seu efeito qual venenoso aguilhão da serpente". Mensagens Escolhidas, Vol. 2, pág. 37.

Meu querido, é este o tipo de culto que vai levar alguém a aproximar-se de Deus? Ele mesmo já declarou que o Espírito Santo não tem nada a ver com tal confusão. É Satanás quem está ali, podendo usar até boas pessoas para que o verdadeiro culto não aconteça. Veja o terrível risco que se corre ao brincar com estas coisas: "Esses [em Indiana], foram arrastados por um engano espírita", afirmou a Ellen G. White, referindo-se ao episódio. (Evangelismo, pág. 595).

Até quando ficaremos covardemente calados diante do que está acontecendo em nosso meio? Quem vai se levantar e, com amor, ensinar a estes bons irmãos sobre qual é a vontade da Deus acerca deste assunto? Até quando seremos alimentados com músicas que não nos aproximam de Deus, mas nos ferem?

Eu suplico ao meu Deus que abra os nossos olhos para que vejamos o perigo que está nos rondando e o engano que Satanás está tentando introduzir em nosso meio, de forma sutil, lenta e gradual, muitas vezes. A profecia diz que haveriam muitos gritos, música e dança, mas a pergunta que cada filho de Deus precisa fazer é: serei eu o cumpridor desta profecia? Note o alerta feito por Deus: "Essas coisas que aconteceram no passado hão de ocorrer no futuro. Satanás fará da música um laço pela maneira por que é dirigida". Mensagens Escolhidas, Vol. 2, pág.38. A profecia, feita a mais de cem anos, é mais um indício de que estamos vivendo no fim da história deste mundo. A profecia esta aí, mas quem a cumprirá?

Eu espero que nenhum de nós seja o cumpridor desta triste profecia, mas que as nossas músicas nos cultos, tenham um único objetivo, que é o de exaltar ao nosso Criador; que todos os que receberam de Deus o dom de cantar, usem-no somente para engrandecer ao Doador da voz e ao Criador da música; que Ele seja o único a ser louvado com as músicas apresentadas, e que os espectadores possam ao término da cada música, estar mais perto de Jesus; que a boa musica prevaleça em todas as nossas reuniões campais, congressos e camporis. Onde Deus for adorado, que ali tenhamos sempre o melhor, para o Melhor: Deus.


Pastor Élbio Menezes
Presidente da Associação Catarinense



Veja também:
  • "Estudo: Música, Louvor e Adoração"
  • "Música e êxtase pentecostal"
  • 27 janeiro 2009

    Versões e Traduções da Bíblia

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    Olá pessoal, bem, eu nunca havia comentado nada sobre isso. Mas, hoje isso me impressionou a dizer algo sobre.

    Posso dizer que foram aos 17 anos, em 2003, que realmente comecei a estudar a Bíblia. Na época possuía uma Almeida Revista e Corrigida – se não me engano – que ganhei no batismo, em 1996. De inicio, eu sofria muito para acostumar com a linguagem, fora que não era uma pessoa nada culta, não costumava ler nada; para ter idéia, por muito tempo eu ficava intrigado por muitas vezes estar escrito "cousas" e não "coisas". E tinha uma dificuldade extrema no Antigo Testamento quando descrevia muitas coisas: objetos, unidades de medidas entre outros da época.

    Os meses passaram e eu fui cada vez acostumando mais e mais; até o ponto que praticamente me tornei 'um' com aquela Bíblia. É como se mecanismo de "Search" na minha cabeça não pensava pelo algoritmo "Livro/Capitulo/Verso"; mas é como, só de pensar, sabia em qual parte da Bíblia abrir e por lá acharia exatamente o que procurava (normalmente grifado, ou com alguma indicação) e numa velocidade fantástica; e tudo fluía, o pensamento, onde olhar, outras referências. A linguagem já compreendia perfeitamente, de modo que até me maravilhava com a entonação e a semântica especial transmitida pela poética, ordem das palavras e palavras especificas usadas; o que me fazia compreender melhor a mensagem de Deus. Fora o formato dela, o modo de pegá-la, correr as páginas; só de olhar aquela capa de coura, borda dourada e o marca página dourado com um nó na ponta; já dava uma sensação... era praticamente uma namorada.

    Meu irmão ganhou depois uma NTLH – Nova Tradução na Linguagem de Hoje. A primeira vista gostei muito, pois ainda não estava plenamente acostumado com a linguagem da Almeida e a capacidade de leitura era fraca; Provérbios e Eclesiastes pareciam enigmas ao invés de conselhos. E ao ler Provérbios e Eclesiastes, na NTLH, compreendendo de forma clara as idéias ali, me apaixonei por tais. Hoje, meus livros favoritos, leio-os todo ano.

    E comecei a usar tal para o Ano Bíblico devido a sua narrativa simples, que parecia uma mãe contando historinha para a criança dormir. Até que me deparava com textos muito diferentes da Almeida e que transmitiam uma poética, uma semântica, mais pobre, insuficiente, ou mesmo contraditória. Até que um dia, não lembro onde, no Antigo Testamento, havia um verso falando algo e aí chegou num verso que disse algo assim: "Então eles se despediram e foram embora."- Não é um tipo de texto usual na Bíblia. Fiquei chocado ao ver, fui comparar com a Almeida e fiquei indignado, inconformado com a diferença. A ordem da descrição dos versos havia sido trocado apenas para facilitar a narrativa de modo mais popular; e nesse ultimo verso, na Almeida, apenas lendo com atenção, se percebia nas entrelinhas que o verso deixava a entender que "eles se despediram" e "foram embora". – Depois disso, a NTLH se tornou cada vez mais insolúvel, até o ponto que não conseguia mais lê-la, cada vez que lia algo, ficava com um pé atrás com desconfiança e procurando incoerência teológico-semântica. Até, que, principalmente no Novo Testamento, fiquei abismado com a NTLH, pois aquelas passagens que traziam mensagens mais duras e fortes, sobretudo quanto às questões especificas do comportamento e estilo de vida, foram modificadas de forma a serem palavras "suaves", não se tornando tão especificas e de tal modo, a possibilitar interpretações do tipo (parafraseando): "O problema não é o carro, o problema é que não pode forçá-lo muito." (apenas como exemplo). Ou seja, várias coisas, ao invés de ter uma imagem bem distinta: "Luz e Trevas", estava sempre com cara de penumbra.

    Abandonei a NTLH. Passei a recomendar para os outros apenas para Ano Bíblico, e se fossem crianças, e olha lá; apenas com fins narrativos para contar história. Para base bíblica, conhecimento, estudo, não usar de modo algum.

    Em dezembro de 2006 aconteceu algo que, sinceramente, alguns podem estranhar, mas foi uma das maiores tragédias da minha vida; foi quase como se minha mãe morresse. Fui num culto na IASD Riacho Grande, pois o coral faria uma cantata de natal. Mas lá, em certo momento, deixei a Bíblia, lição e hinário próxima a lareira para ir almoçar. Mas na hora de ir embora, simplesmente sumiu, e não pude encontrá-las. Não liguei muito para o hinário (nem de partitura era) e a lição, mas a Bíblia… Fui embora convicto que depois eu encontraria, alguém perceberia que pegou a Bíblia errada, procuraria a sessão de achados e perdidos ou o dono.

    Na Bíblia estava meu nome: Evandro Costa de Oliveira, igreja: Guaraciaba, batizado por Ricardo. (numa letra infantil).
    No hinário: Eduardo de Oliveira, Central Santo André (my brother)
    Na lição: meu nome.

    É algo bem simples. - pensei eu - ele vai ver o nome, a igreja local e vai me devolver. Mas, a emergência era tamanha que no dia seguinte falei com uma amiga de lá, e também enviei um e-mail para o pastor, na época o Pr. Jorge Mário, o qual disse que encontraram. Falei até para me enviar por sedex, eu pagaria. Mas disse para ir retirar. Falei para a minha amiga pegar, mas ela não encontrou. Até que depois de um tempo bom tempo insistindo, meio que desisti. E só 8 meses depois tive a oportunidade de ir ao local, e fiz de tudo para encontrar, mas ela sumiu.

    Perder aquela Bíblia foi tão duro que não sei exprimir, 4 anos de uso, na época que mais estudava Biblia na minha vida; todinha marcada e habituado com ela desde os 12 anos; com ela realizei minhas primeiras pregações. Por um bom tempo não consegui substituí-la - de certo modo, até hoje -, de inicio nem conseguia mais ler a Bíblia, pois não era aquela. Apenas tinha a NTLH, e fiquei um bom tempo sem ler, isso resultou em problemas espirituais. Até que um dia ganhei uma outra Almeida, porém uma Revista e Atualizada Segunda Edição; mas estava diferente da outra; nas palavras, um pouco da poesia perdera; e mesmo alguns versos, não transmitiam aquele impacto da outra. Mas fui usando-a.

    Então no Campori da UCB, novembro de 2007, ganhe uma Biblia na versão NVI – Nova Versão Internacional. A qual havia ouvido excelentes comentários a respeito, talvez um pouco exagerados... falando que era a melhor versão da atualidade, pois corrigia vários textos que traziam ambigüidade e não muito bem explicados e era bem fiel. E com isso em mente, adotei tal como "a substituta", "o novo amor".

    De fato, incomparavelmente melhor do que a NTLH e, até que dava para comparar com a atual Almeida; mas ainda assim, parecia um pouco vazio essa versão, as palavras não são tão cheias quanto à daquela Almeida fiel que eu tinha. Tinha um pouco da poesia, mas era pouco. Dá para entender até que legal a semântica dos textos e passagens, mas se precisar aprofundar mais, se fica um tanto limitado. E ela possui muitas características da NTLH; ela possui uma linguagem voltada para o leitor, de modo que esse, sem ter que estudar, aprender uma linguagem, novas palavras e esforce um pouco a capacidade de interpretação de texto, consiga entender. Ou seja, ela tem uma expressão mais voltada para o popular; contudo, com alguns traços de algo mais original. Mas fica aquela história da penumbra novamente.

    Mas estava conseguindo viver até que legal com ela. Já quase terminei de ver todo o Novo Testamento com ela, e, claro, Provérbios e Eclesiastes; e vou continuar usando-a até conseguir outra. Contudo, a forma como ela muda algumas coisas é totalmente diferente da Almeida; traz a mensagem, a idéia final (a grosso modo), mas o meio é totalmente precoce. Se for ler tal, com outras pessoas usando outras versões para acompanhar, certamente, todos irão estranhar. E eu estranhei; algumas coisas ficaram tão superficial, que muitas vezes isso traz embaraços teológicos. E tipo, sabe quando você lê algo e na sua mente começa a imaginar a situação, local, "o filme", a imagem da pessoa, a forma como ela se expressa, fala, anda etc? Então, mudou.

    Recentemente, lendo Romanos, fiquei fortemente intrigado com algo. Pois na sua linguagem dá a entender que a predestinação tem uma ramificação, a da destinação. Seria mais ou menos como dizer: "Todos estão predestinados a salvação. Mas uns já estão destinados, escolhidos, a serem salvos e outros não." E creio que seja problema de versão. Pois a forma expressa vem tão genérica, simples, que não tem como ver no microscópio. - E aí o que faço?

    A pouco tempo estive conversando com o Elcio, e ele ganhou uma Biblia King James em inglês. Uma das mais fiéis e antigas, tanto é que muitas expressões ali, são de um inglês antigo, pouco ou nada usado hoje. Estou baixando o BibleWorks, onde praticamente terei acesso a todas as informações possíveis quanto a Bíblia, versões, inclusive os originais e muita coisa a mais.

    Mas então, fui pesquisar um pouco na Internet sobre versões, traduções da Biblia, e encontrei algumas coisas quanto a Almeida, NTLH e NVI. Interessante, que há vários grupos de escatologia que simplesmente detonam e criticam muito a grande maioria das versões modernas, em especial a NVI e NTLH; alguns, até mesmo criticando os seus tradutores; como um que afirma que dois dos fomradores do Texto Critico - uma das principais fontes da NVI - no passado, eram satanistas e que não poderiam exercer tal função. Mas aí, eu também não sei se essa informação é realmente verdadeira; e também, creio ser questionável se mesmo assim, após convertido, não poderia exercer tal função. Contudo, todos recomendam a Almeida original, versão mais antiga; considerada praticamente 100% fiel ao original do hebraico, aramáico, grego antigo. Outra boa parte recomenda a King James. E há alguns que recomendam a Versão Jerusalém. Aí tem algumas discussões de um tentando vender seu peixe, uns defendendo que a de Jerusalém é a mais fiel, aí outro diz que é a King James, e outro a Almeida original... mas a absurda grande maioria opta pela a Almeida. Normalmente, são pessoas com denominações ligadas diretamente ao judaísmo que optam mais pela Jerusálem, e parece que alguns arqueólogos preferem tal, também.


    Então, algumas informações quanto as traduções:

    AlmeidaTanto a edição Revista e Corrigida quanto a Revista e Atualizada foram constituídas a partir dos textos originais, traduzidos por João Ferreira de Almeida no século XVII. As pequenas diferenças entre uma e outra edição devem-se ao fato de os próprios originais em hebraico, aramaico e grego trazerem algumas variantes e suportarem mais de uma tradução correta para uma palavra ou versículo.

    As principais diferenças referem-se basicamente aos manuscritos originais disponíveis na época de Almeida. Descobertas arqueológicas e estudos de teólogos e historiadores em torno das Escrituras Sagradas tiveram grandes avanços desde o século XVIII até os dias de hoje. Tais documentos não existiam na época de Almeida. Dessa forma, a RC é a expressão dos textos originais com que Almeida trabalhou. Não há nesta edição indicações de textos sobre os quais os diversos manuscritos bíblicos divergem.

    (SBB)

    NTLH
    Os princípios seguidos nesta revisão foram os mesmos que nortearam o trabalho da tradução na Linguagem de Hoje. [Populismo] A tradução de João Ferreira de Almeida e também outras boas traduções existentes em português seguiram os princípios da tradução de equivalência formal. Já a NTLH, norteou-se pelos princípios de tradução de equivalência funcional ou dinâmica.

    A tradução de Almeida reproduz o sentido dos textos originais, empregando palavras e estruturas em português que não são do domínio do povo. Isso requer um domínio da Língua Portuguesa que está acima da média da população brasileira. [Mas que com humildade, zelo e estudo, através do Espirito Santo, se compreende. - Não?]
    Já a NTLH, ao reproduzir o sentido dos textos originais em hebraico, aramaico e grego, o expressa em uma linguagem simples, popular, sem, utilizar gírias e regionalismos. [Ou seja, linguagem para criança que não lê] A preocupação da Comissão de Tradução foi comunicar a Palavra sem que esta perdesse o estilo bíblico. [Mas pelo visto, não conseguiu, se vê o estilo nas últimas.]
    Para se ter uma idéia, a tradução de Almeida tem 8,38 mil palavras diferentes, e a NTLH tem 4,39 mil, o que a aproxima muito mais do vocabulário dominado pelo brasileiro de cultura média. [A grosso modo, seria o mesmo que dizer, que se tornou uma caricatura do original, pois se reduziu quase que pela metade os detalhes e expressividade; e tentou se valorizar alguns aspectos que deixa a idéia que se refere ao original.]

    (SBB)

    NVI
    Uma linguagem atual, fluente, elegante e de fácil entendimento [Não para o que exige maior compreensão, detalhes e estudo] para os leitores em geral.

    O texto da NVI evita aquele tipo de erudição que torna a mensagem inacessível para pessoas comuns [inacessível?]. Assim, arcaísmos, por exemplo, foram banidos. Mas não é por isso que a NVI adotaria um estilo demasiadamente informal. Regionalismos ou termos vulgares não serão encontrados no texto da NVI. E o nível de formalidade da linguagem foi definido de acordo com o contexto do episódio bíblico. [Mas não foi banido o arcaísmo?] Por essa razão, além de se preocupar ao máximo com a compreensão do leitor, a NVI é uma tradução perfeitamente adequada para a leitura pública, para o uso no púlpito e para a evangelização [E a Almeida, por exemplo, não seria?].

    Por ser versão evangélica [o que isso quer dizer?], a NVI apresenta uma tradução livre de interpretações particulares e denominacionais [Isso quer dizer, que aquilo que explicitamente corrobora para uma interpretação x, também vai adquirir a cara de que pode ser y? E a compreensão fica bloqueada para se avistar além da idéia expressa em tal linguagem?]. Questões menores que marcam a diversidade do mundo evangélico não influenciaram a tradução de nenhum trecho da Bíblia para ajustá-lo à doutrina particular de qualquer denominação ou corrente teológica. [Isso quer dizer que não é uma versão ideal para se buscar estudar doutrinas, pontos específicos e a influência deste para com o todo?]

    Muitos textos mostrarão mais nitidamente o significado completo de determinadas palavras. [Qual o referencial? Pois se diz completo.]

    As notas de rodapé são freqüentes na NVI. Elas trazem explicações de todo tipo e em alguns casos apresentam traduções alternativas (inclusive qual seria a tradução literal). [Realmente, tem rodapé. Mas, poucas vezes é feito isso - traduções alternativas. E as referências são, no minimo, insuficientes.]

    A nova versão é fruto do trabalho colegiado de especialistas evangélicos comprometidos com os fundamentos da fé bíblica. Irmãos pertencentes às mais diversas denominações evangélicas unidos com o mesmo propósito. [Diversidade é sinonimo de qualidade? Misturar as denominações é algum triunfo? - Pense no ecumenismo.]
    (SBI)

    Quanto a SBI, se percebe muito um ar de triunfo exagerado e falta de humildade ao falar de sua versão - NVI. Ou seja, no minimo, quer impor algo aos leitores de modo a achar que podem ler sem ter preocupação alguma. Não apresenta o outro lado da moeda, não fala dos contras. E mesmo os prós, apenas é imposto, se dizendo: "mostra o significado mais nitidamente", mas não explica, não dá a referência; não tráz informação alguma no site, além da ideologia (um pouco). Já a SBB é mais simples, humilde, se retém, e mostra até mesmo comparações entre versões; é um site muito mais rico em informações. A impressão que dá é que a SBI tenta sim, é vender seu peixe. A SBB também, mas menos.

    Ah sim, no site da SBI não informa, mas por terceiros, fiquei sabendo, que a NVI se baseou muito no Texto Crítico, o qual se baseia em menos de 1% da evidência dos escritos gregos; possui 2.886 palavras gregas a menos; e mais de 300 passagens doutrinárias são afetadas. Também, dizem que se baseou nos dois piores manuscritos gregos. Também há algumas criticas de omitir muitas palavras que falam sobre a divindade de Jesus, de modo a não colaborar para uma visão da trindade; e lendo, se tem um pouco dessa impressão mesmo, contudo, apresenta bastante o Espirito Santo de forma divina. É muito comum mesmo, você ler algumas coisas e parece ser outra história da que você estava acostumado; em geral, sempre mais suave e com menos enfase nas poéticas hebraicas. Sendo que no hebraico quando se usava de poesia, era para se enfatizar algo como sendo MUITO IMPORTANTE, que exigia o máximo de atenção; tais poéticas, ficaram mais com cara de cantiga de amigo.

    Por fim, irei procurar adquirir uma Biblia na Almeida, o mais original e arcáico possível. Um bom dicionário biblico. Uma King James em inglês. E bem, tenho-as no PC, inclusive em Hebraico, Aramaico e Grego antigo; mas falta algo para traduzir. E ler e estudar no PC, simplesmente é como comer de ponta cabeça.

    BibleWorks

    BibleWorks é um fantástico software que tem absolutamente TUDO sobre a Bíblia e a cada dia dá para incluir mais informações. Nele você tem acesso a diversas traduções - praticamente todas que j[a existiram e existem. Nele você consegue fazer as pesquisas pois profundas e recheadas que quiser fazer sobre os textos bíblicos e seus significados. Há até mesmo cursos dos idiomas originais da Bíblia inclusos no programa. Há mapas detalhados entre zilhões de outras coisas.

    E você?
    O que você tem a dizer quanto as versões e traduções da Bíblia?

    21 janeiro 2009

    Discurso de posse de Barack Obama

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    "Meus companheiros cidadãos:

    Estou aqui hoje sujeito à tarefa diante de nós, grato pela confiança que me foi concedida, consciente dos sacrifícios suportados por nossos ancestrais. Agradeço o presidente Bush por seu serviço à nação, bem como pela generosidade e cooperação que ele mostrou ao longo dessa transição.

    Quarenta e quatro americanos agora já prestaram o juramento presidencial. Essas palavras foram ditas durante ondas crescentes de prosperidade e águas calmas de paz. E, de tempos em tempos, o juramento é feito em meio a nuvens carregadas e tormentas violentas. Nesses momentos, os Estados Unidos prosseguiram não apenas por causa de nossa habilidade ou pela visão daqueles no alto escalão, mas porque nós, o povo, permanecemos fiéis aos ideais de nossos ancestrais, e fiéis aos nossos documentos de fundação.


    Tem sido assim. E precisa ser assim com esta geração de americanos.

    Que estamos em meio a uma crise é bem conhecido agora. Nosso país está em guerra, contra uma ampla rede de violência e ódio. Nossa economia está gravemente enfraquecida, consequência da ganância e da irresponsabilidade da parte de alguns, mas também de um fracasso coletivo nosso em fazer escolhas difíceis e em preparar o país para uma nova era. Lares foram perdidos; empregos eliminados; empresas fechadas. Nosso sistema de saúde é muito caro; nossas escolas reprovam muitos; e cada dia traz novas provas de que as formas como usamos a energia reforçam nossos adversários e ameaçam nosso planeta.

    Esses são os indicadores da crise, sujeitos a dados e estatísticas. Menos mensurável, mas não menos profunda, é a perda de vitalidade da confiança em nossa terra --um medo persistente de que o declínio dos Estados Unidos é inevitável, e de que a próxima geração precisa reduzir suas metas.

    Hoje digo a vocês que os desafios que encaramos são reais. Eles são sérios e são muitos. Eles não serão enfrentados com facilidade ou em um período curto de tempo. Mas saibam disso, Estados Unidos: eles serão enfrentados.

    Neste dia, nos reunimos porque escolhemos a esperança no lugar do medo, unidade de propósito no lugar do conflito e da discórdia.

    Neste dia, vimos proclamar o fim das discordâncias mesquinhas e das falsas promessas, das recriminações e dos dogmas gastos, que por muito tempo estrangularam nossa política.

    Continuamos a ser uma nação jovem, mas, nas palavras da Bíblia, é chegada a hora de deixar de lado as coisas infantis. É chegada a hora de reafirmar nosso espírito de persistência; de escolher a nossa melhor história; de levar adiante esse presente precioso, essa nobre ideia, passada de geração em geração: a promessa de Deus de que todos são iguais, todos são livres e todos merecem uma chance de buscar sua medida plena de felicidade.

    Ao reafirmar a grandeza de nossa nação, entendemos que a grandeza nunca é dada. Ela precisa ser merecida. Nossa jornada nunca foi feita de atalhos ou de deixar por menos. Não foi uma trilha para os fracos de coração --para aqueles que preferem o lazer ao trabalho, ou apenas a busca de prazeres e riquezas e fama. Ao invés disso, tem sido uma jornada para os que assumem riscos, os realizadores, os que fazem as coisas --alguns celebrados, mas mais frequentemente homens e mulheres obscuros em suas obras--, que nos conduziram pelo longo e acidentado caminho em direção à prosperidade e liberdade.

    Por nós, eles empacotaram suas poucas posses terrenas e viajaram pelos oceanos em busca de uma nova vida.
    Por nós, eles deram duro em fábricas precárias e cruéis e colonizaram o oeste; suportaram o estalar do chicote e lavraram a terra dura.
    Por nós, eles lutaram e morreram, em lugares como Concord e Gettysburg, Normandia e Khe Sahn.

    Repetidas vezes esses homens e mulheres deram duro e se sacrificaram e trabalharam até suas mãos ficarem calejadas para que pudéssemos viver uma vida melhor. Eles viram os Estados Unidos como maiores que a soma de nossas ambições individuais; maiores que todas as diferenças de nascimento ou riqueza ou políticas.

    Essa é a jornada que continuamos hoje. Continuamos a ser a nação mais próspera e poderosa da Terra. Nossos trabalhadores não são menos produtivos do que quando a crise começou. Nossas mentes não são menos inventivas, nossos bens e serviços não são menos necessários do que foram na semana passada ou no mês passado ou no ano passado. Nossa capacidade não diminuiu. Mas nossa hora de permanecermos imóveis, de proteger nossos estreitos interesses e adiar decisões desagradáveis --essa hora certamente passou. A partir de hoje temos de nos levantar, sacudir a poeira e começar de novo o trabalho de refazer os Estados Unidos.

    Para todos os lados que olhamos há trabalho a ser feito. A condição da economia pede ação, ousada e rápida, e vamos agir --não apenas criando novos empregos, mas um novo fundamento para o crescimento. Vamos construir estradas e pontes, redes elétricas e linhas digitais que alimentem nosso comércio e nos una. Vamos restaurar a ciência a seu lugar de direito, e utilizar as maravilhas da tecnologia para elevar a qualidade dos serviços de saúde e reduzir seu custo. Vamos manipular a energia solar e dos ventos e da terra para abastecer nossos carros e dirigirmos nossas fábricas. E vamos transformar nossas escolas e faculdades e universidades para atender as demandas de uma nova era. Tudo isso podemos fazer. E tudo isso vamos fazer.

    Agora, há alguns que questionam a escala de nossas ambições --que sugerem que nosso sistema não pode tolerar tantos grandes planos. As memórias desses são curtas. Pois eles esqueceram o que este país já fez; o que homens e mulheres livres podem alcançar quando a imaginação se une ao propósito comum, e a necessidade à coragem.

    O que os cínicos não conseguem entender é que o terreno sob eles mudou --que os argumentos políticos envelhecidos que nos consumiram por tanto tempo não mais se aplicam. A pergunta que nos fazemos hoje não é se nosso governo é grande demais ou pequeno demais, mas se ele funciona --se ele ajuda famílias a encontrar empregos com um salário decente, uma previdência que eles consigam pagar, uma aposentadoria que seja digna. Onde a resposta for sim, pretendemos seguir adiante. Onde for não, os programas serão encerrados. E aqueles de nós que lidam com o dinheiro público serão responsabilizados --para gastar sabiamente, reformar maus hábitos e conduzir nossos negócios à luz do dia--, porque apenas então poderemos restaurar a confiança vital entre um povo e seu governo.

    Nem está diante de nós a dúvida se o mercado é uma força para o bem ou para o mal. Seu poder de gerar riqueza e expandir a liberdade não tem iguais, mas a crise nos lembrou de que, sem um olhar vigilante, o mercado pode sair de controle --e que um país não pode prosperar quando favorece apenas os prósperos. O sucesso de nossa economia sempre dependeu não apenas do tamanho de nosso Produto Interno Bruto, mas do alcance de nossa prosperidade; de nossa habilidade de estender a oportunidade a todo aquele que a queira --não por caridade, mas porque essa é a rota mais certa para nosso bem comum.

    Para nossa defesa comum, rejeitamos a falsa escolha entre nossa segurança ou nossos ideais. Nossos pais fundadores, diante de perigos que mal podemos imaginar, esboçaram um texto para garantir a regra da lei e os direitos do homem, um texto expandido com o sangue de gerações. Aqueles ideais ainda iluminam o mundo, e não vamos desistir deles em nome da conveniência. E para todos os povos e governos que nos assistem hoje, das grandiosas capitais à pequena vila onde meu pai nasceu: saibam que os Estados Unidos são amigos de todas as nações e de cada homem, mulher e criança que busque um futuro de paz e dignidade, e que estamos prontos para liderar mais uma vez.

    Lembrem-se de que gerações anteriores derrotaram o fascismo e o comunismo não apenas com tanques e mísseis, mas com alianças vigorosas e convicções duradouras. Elas entenderam que nosso poder sozinho não pode nos proteger, nem nos dá direito a fazer o que quisermos. Ao contrário, elas sabiam que nosso poder cresce com seu uso prudente; nossa segurança emana da justeza de nossa causa, da força de nosso exemplo, das qualidades temperantes da humildade e da contenção.

    Somos os guardiões desse legado. Guiados por esses princípios mais uma vez, podemos enfrentar essas novas ameaças que exigem esforços ainda maiores --uma cooperação e compreensão ainda maiores entre as nações. Vamos começar a entregar de forma responsável o Iraque ao seu povo, e forjar uma paz muito duramente conquistada no Afeganistão. Com velhos amigos e antigos inimigos, vamos trabalhar incansavelmente para reduzir a ameaça nuclear, fazer retroceder o espectro de um planeta em aquecimento. Não vamos nos desculpar por nosso modo de vida, nem vamos esmorecer em sua defesa, e para aqueles que buscam fazer avançar suas metas pela indução ao terror e massacrando inocentes, dizemos a vocês agora que nossa determinação é mais forte e não pode ser quebrada; vocês não podem nos esgotar e vamos derrotar vocês.

    Pois sabemos que a colcha de retalhos de nossa herança é uma força, não uma fraqueza. Somos uma nação de cristãos e muçulmanos, judeus e hindus --e não-religiosos. Somos moldados por cada idioma e cultura, vindo de cada canto desta Terra; e porque experimentamos o gosto amargo da guerra civil e da segregação, e emergimos daquele capítulo obscuro mais fortes e mais unidos, não podemos evitar acreditar que os velhos ódios um dia vão passar; que as linhas tribais em breve se dissolverão; que enquanto o mundo se torna menor, nossa humanidade comum se revelará; e que os Estados Unidos têm de desempenhar seu papel em conduzir uma nova era de paz.

    Para o mundo muçulmano, buscamos um novo caminho para seguir adiante, baseado no interesse mútuo e no respeito mútuo. Para aqueles líderes ao redor do mundo que buscam colher conflitos, ou culpar o Ocidente pelos males de sua sociedade: saibam que seus povos os julgarão pelo que podem construir, não pelo que destroem. Para aqueles que se agarram ao poder através da corrupção e da mentira e silenciando dissidentes, saibam que vocês estão do lado errado da história; mas que estenderemos a mão a vocês se estiverem dispostos a abrirem os punhos.

    Para as pessoas das nações pobres, nos propomos a trabalhar com você para fazer suas fazendas florescerem e deixar águas limpas correrem; para nutrir corpos famintos e alimentar mentes famintas. E para aquelas nações como a nossa que usufruem de relativa fartura, dizemos que não podemos mais mantermos a indiferença ao sofrimento fora de nossas fronteiras; nem podemos consumir os recursos do mundo sem considerar os efeitos. pois o mundo mudou, e precisamos mudar com ele.

    Ao considerarmos as estradas que se abrem diante de nós, lembramos com humildade aqueles bravos americanos que, nesta exata hora, patrulham desertos longínquos e montanhas distantes. Eles têm algo a nos dizer hoje, bem como aqueles heróis que jazem em Arlington sussurram através dos tempos. Nós os honramos não apenas porque eles são os guardiões de nossa liberdade, mas porque eles incorporam o espírito de servir, uma vontade de realizar algo maior que eles mesmos. E, neste momento --um momento que definirá uma geração--, esse é precisamente o espírito que tem de habitar em todos nós.

    Pois, por mais que o governo possa fazer e tenha de fazer, no fim é sobre a fé e a determinação do povo americano que esta nação se apoia. É a gentileza de abrigar um estranho quando as barragens se rompem, é o desprendimento dos trabalhadores que preferem um corte em suas horas trabalhadas a ver um amigo perder o emprego que nos observam em nossas horas mais difíceis. É a coragem do bombeiro de subir uma escadaria cheia de fumaça, mas também a disposição dos pais em nutrir um filho que no fim decidem nosso destino.

    Nossos desafios podem ser novos. Os instrumentos com que nos deparamos podem ser novos. Mas aqueles valores dos quais nosso sucesso depende --trabalho duro e honestidade, coragem e justiça, tolerância e curiosidade, lealdade e patriotismo--, essas coisas são antigas. Essas coisas são verdadeiras. Elas têm sido a força silenciosa do progresso ao longo de nossa história. O que se exige, então, é um retorno a essas verdades. O que se pede a nós agora é uma nova era de responsabilidade --um reconhecimento, por parte de cada americano, de que temos deveres para conosco, nosso país e o mundo; deveres que não aceitamos com rancor, mas que recebemos com gratidão, firmes na certeza de que não há nada tão satisfatório para nosso espírito, nada tão definidor de nosso caráter quanto entregarmos tudo de nós mesmos a uma tarefa difícil.

    Esse é o preço e a promessa da cidadania.

    Essa é a fonte de nossa confiança --a certeza de que Deus nos chama para dar forma a um destino incerto.

    Esse é o sentido de nossa liberdade e de nossa crença --o por que cada homem e mulher e criança de cada raça e cada crença pode se juntar em celebração nesta magnífica avenida, e o por que um homem, cujo pai há menos de 60 anos podia não ser servido em um restaurante local, pode agora estar diante de vocês para fazer o juramento mais sagrado.

    Vamos marcar esse dia com a lembrança de quem somos e quão longe chegamos. No ano do nascimento dos Estados Unidos, no mais frio dos meses, um pequeno bando de patriotas se juntou ao redor de fracas fogueiras à beira de um rio gelado. A capital foi abandonada. O inimigo estava avançando. A neve estava manchada de sangue. Em um momento em que o resultado da revolução estava em dúvida, o pai de nossa nação ordenou que essas palavras fossem lidas ao povo:

    "Que isso seja dito ao mundo futuro (...) que nas profundezas do inverno, quando nada além da esperança e da virtude poderiam sobreviver (...) que a cidade e o país, alarmados por um perigo comum, avancem para enfrentar."

    Estados Unidos. Diante de nossos perigos em comum, neste inverno de dificuldades, vamos lembrar essas palavras imemoriais. Com esperança e virtude, vamos enfrentar mais uma vez as correntes geladas, e as tempestades que podem vir. Que os filhos de nossos filhos digam que quando fomos testados, nos recusamos a deixar essa jornada acabar, que não recuamos, nem que hesitamos; e com olhos fixos no horizonte e com a graça de Deus sobre nós, levamos adiante nossa liberdade e a entregamos em segurança para as gerações futuras."


    14 janeiro 2009

    Viva 2009 a fim de que não haja 2010

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    "Ou somos cristãos decididos de todo o coração, ou nada somos." - Testemunhos Seletos, v.1, p. 26

    Mais um ano começou, o que não quer dizer nada. O ano, nada mais, nada menos, é, do que um ponto numa escala com fins de data e organização (calendário). Pois se for levar em conta que o movimento da Terra em torno do Sol leva em torno de 365 dias e 6 horas, nem usamos uma medição exata, tendo assim, que, a cada 4 anos, compensar as 6 horas, colocando um dia a mais no calendário. E mesmo assim, a cada instante é uma "virada de ano", a cada instante, a Terra completou uma volta em torno do Sol; apenas depende do referencial, do ponto de partida.

    Bem, então, como se diz, agora o ano-calendário mudou para 2009. E muitos costumam fazer "promessas" e "planos" para tal ano. Talvez, o campeão seja o de cuidar melhor da saúde, fazer exercícios, entrar em forma. Ou mesmo em adquirir isso e aquilo.

    Em meio a tudo isso, pensando numa visão cristã; por que desejar coisas aqui na Terra? Por que desejar um feliz 2009? A felicidade, a alegria, temos por dom de Deus. Desejar coisas quando não temos para tempo para usufruí-las, para quê? Os eventos que vem ocorrendo, faz com que tenhamos que passar mais e mais tempo em prol da auto-analise, da preparação e de anunciar a volta de Jesus.

    E mais, de certo modo, as pessoas desejam um Feliz 2009, contanto, pensando, querendo, com a perspectiva, de que haja um "Feliz 2010". Mas por isso? Por que desejar um 2010?

    Venho, aqui, apelar para uma profunda reflexão da sua vida; daquilo que talvez você chame de 'cristianismo' (se é que realmente é isso). E quais são suas verdadeiras intenções. Onde está o seu coração? Vosso tesouro?

    Onde está vosso tesouro? Onde está vosso coração? Por que desejar, querer que haja um 2010? Por que, oras, desejar continuar a viver aqui? O que ocupa o primeiro lugar quanto aos seus planos, desejos e expectativas para esse ano? Será que o desejo de que haja um 2010 não está implícito neles?

    Por que bato a tecla para que não tenha 2010? Devido a vontade de que Jesus volte antes. E para isso acontecer, temos que amar Jesus e desejar tal de todo o coração. Então, temos que viver de modo digno a quem aguarda e regozija-se na volta do Filho de Deus, o qual, breve virá.

    Infelizmente, muitos entre nós – talvez, eu também não se exclua – trata de forma leviana o significado disso, e o significado de suas vidas cristãs. Se consideram cristãs, se consideram adventistas, pessoas que aguardam o advento de Jesus. Mas aí, ela pensa: “O que é viver isso?”, “Como é ser um cristão?”, “Como é viver e desejar essa mensagem?” E então percebem que precisam de uma luz, de um modelo, de uma referência. E aí, ao invés de olharem para as Escrituras, para os profetas, apóstolos e o próprio Jesus, de modo a ver como viveram essa mensagem; e assim perceber, que Cristo é o Modelo pleno; a Ele devemos ter por referencial, comparar e imitar ( “sede vos imitadores de Cristo”); elas se terrorizam e ter o próximo como referência. Ao pastor, ao ancião, ao amigo, ao geral, ao povão; talvez imitam-nas numa coisa, e ai concluem “Já está bom.”, “Me contento com isso. Já é o suficiente.”

    Quanto a isso, Ellen White escreve: "Vi que muitos se comparam entre eles mesmos, e comparam sua vida com a de outros. Não deve ser assim. Ninguém, senão Cristo, nos é dado como exemplo. Ele é nosso verdadeiro modelo, e todos devem esforçar-se por imitá-Lo. Ou somos coobreiros de Cristo, ou coobreiros do inimigo. Ou ajuntamos com Cristo, ou espalhamos. Ou somos cristãos decididos, de todo o coração, ou nada somos. Diz Cristo: "Oxalá foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da Minha boca." Apoc. 3:15 e 16. - Testemunhos Seletons, v. 1, 26

    Percebes que não há um intermediário? Ou somos cristãos decididos, de todo o coração, ou nada somos! – NADA! – Você pode ir por mais de 50 anos, todos os dias na igreja, ler trocentas vezes a Bíblia, orar muitas vezes durante o dia, praticar jejum. Ser muito semelhante a um pastor de igreja, ou mesmo ser um; ter uma maravilhosa retórica e luz para falar sobre a Palavra de Deus e Sua vontade. Pode saber na ponta da língua os eventos finais. Pode ser ótimo em muitas coisas. MAS se você não for um cristão decidido, de todo o coração, você não é NADA. Está perdendo tempo, é tudo vão!

    Isso te assusta? Pois a mim, no mínimo, repreende, impacta, abala minha alma; e dou graças a Deus por isso. Pois ou entregamos todo o nosso coração, nos rendemos totalmente, a Cristo (e não a igreja), ou então somos “coobreiros do inimigo”(Satanás)! Percebes? Enquanto não nos rendemos totalmente a Cristo, nos colocamos de pé, feitos soldadinhos de chumbo, nas fileiras das trevas.

    “Vi que muitos mal sabem ainda o que seja abnegação ou sacrifício, ou o que seja sofrer por amor da verdade. Mas ninguém entrará no Céu sem fazer algum sacrifício. Cumpre cultivar o espírito de abnegação e sacrifício. Alguns não se sacrificaram a si mesmos, a seu corpo, sobre o altar de Deus. Condescendem com o temperamento caprichoso, impulsivo, satisfazem os próprios apetites e cuidam dos próprios interesses egoístas, sem consideração para com a causa de Deus. Os que estiverem dispostos a fazer qualquer sacrifício pela vida eterna, tê-la-ão; e vale a pena que soframos por sua causa, que por ela crucifiquemos o próprio eu, e sacrifiquemos todo ídolo. O excelente peso eterno de glória absorve tudo, e eclipsa todo prazer terreno." – Idem

    As últimas palavras são assoladoras para este mundo: “E eclipsa TODO prazer terreno.” Pensando nisso, quando você desejou “Feliz Ano Novo” para as pessoas, o que tinha em mente? O que seria ter um ano feliz? “Oh! Vaidade de vaidade. Sim, tudo é vaidade.“ Se ser feliz é poder desfrutar de algum prazer terreno. De ter um ano tranqüilo financeiramente, de fazer sexo com belas mulheres ou homens, de ter maravilhosas orgias alimentares com os amigos nos fins de semana, de poder tomar algumas drogas licitas ou ilícitas sem sofrer ou sofrendo pouco, se é amaldiçoar o time adversário e ter o sonho realizado, se é participar de viagens excitantes, ter um aumento significativo no salário, adquirir um belo carro, ganhar na mega-sena, ganhar uma TV de 80”, ser mais reconhecido e considerado pelos amigos e colegas, estás, então, enganando-se. Se a felicidade que você procura e deseja está em algum prazer terreno, vã é vossa fé. Se felicidade para você é sentir-se mais bonito e atrativo no espelho ao botar a máscara da “beleza”; então, onde é que está vosso coração? Enganando-se numa pseudo-felicidade a qual é norma, é moda, é preceito, é cultura da escola, da empresa, do bairro, da cidade, do estado, do país, do mundo. Tal qual, pessoas também, com tal, tem entrado em meio aos professos seguidores de Cristo.

    A verdadeira felicidade está no “excelente peso eterno de glória”, o qual absorve tudo. Onde está vosso coração? Está na glória da densidade eterna? Ao olhar você, o vosso coração, o que verei? Verei uma pessoa extremamente feliz, tal qual excede todo entendimento humano? Ou verei uma pessoa “feliz”, sendo o terreno, posses e vossa vaidade, seus atrativos?

    O coração da fé, o poder do testemunho, não está em ver o seu exterior. A felicidade não encontraremos, quando o que vemos é o exterior das pessoas. Do mesmo modo, tão vão será desejarmos que o próximo encontreis a felicidade, quando o nosso testemunho atrai-lhes a observar e ver o nosso exterior; quando as pessoas olham para o Evandro e o que conseguem ver é o Evandro alto, atlético, bem vestido, dentes assim e olhas assim; que faz isso e aquilo. Que imagens estamos refletindo? Que imagem o próximo vê? Mas sim, “the power” está quando eles encontram em nós “o peso eterno de glória”, em meio a áurea celeste a nos cercar em volta.

    “Não seja o vosso adorno o que é exterior, como o frisado de cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário; seja, porém, o homem interior do coração, unido ao incorruptível trajo de um espírito manso e tranqüilo, que é de grande valor diante de Deus.” – I Pedro 3:3 e 4.

    Estais buscando levantar cedo para exercitar-se cedinho para entrar em forma, quanto ao físico? Mas por que não faça o propósito de em 2009, subjugar a primeira hora do dia, como devoção ao Salvador e Juiz? Propósitos para a faculdade, o trabalho, os amigos, o lar? Mas por que não fazer aliança com o Senhor, de que esse subjugará a faculdade, os estudos, o trabalho, a família, os amigos, TODOS, abaixo do seu relacionamento com Ele, com o tempo dedicado especial a Ele; e com o uso e manutenção do Seu templo (nosso corpo)?

    Eis algumas sugestões de promessas verdadeiras, para felicidade, em 2009:
    “Finalmente, sede todos de igual ânimo, compadecidos, fraternalmente amigos, misericordiosos, humildes, não pagando mal por mal ou injúria por injúria; antes, pelo contrário, bendizendo, pois para isto mesmo fostes chamados, a fim de receberdes bênção por herança. Pois quem quer amar a vida e ver dias felizes refreie a língua do mal e evite que os seus lábios falem dolosamente; aparte-se do mal, pratique o que é bom, busque a paz e empenhe-se por alcançá-la. Porque os olhos do Senhor repousam sobre os justos, os seus ouvidos estão abertos às suas súplicas, mas o rosto do Senhor está contra aqueles que praticam males.

    Ora, quem é que vos há de maltratar, se fordes zelosos do que é bom? Mas, ainda que venhais a sofrer por causa da justiça, bem-aventurados sois. Não vos amedronteis, portanto, com as suas ameaças, nem fiqueis alarmados; antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós, fazendo-o, todavia, com mansidão e temor, com boa consciência, de modo que, naquilo em que falam contra vós outros, fiquem envergonhados os que difamam o vosso bom procedimento em Cristo, porque, se for da vontade de Deus, é melhor que sofrais por praticardes o que é bom do que praticando o mal.

    Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito, no qual também foi e pregou aos espíritos em prisão, os quais, noutro tempo, foram desobedientes quando a longanimidade de Deus aguardava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca, na qual poucos, a saber, oito pessoas, foram salvos, através da água, a qual, figurando o batismo, agora também vos salva, não sendo a remoção da imundícia da carne, mas a indagação de uma boa consciência para com Deus, por meio da ressurreição de Jesus Cristo; o qual, depois de ir para o céu, está à destra de Deus, ficando-lhe subordinados anjos, e potestades, e poderes.” - I Pedro 3:7-22

    2009 já começou e logo passará, mas seus atos do dia-dia são eternos. Se realmente recebermos de Deus a verdadeira felicidade, amaremos a Sua vinda. O Reino de Deus reinará em nossos corações. E estaremos promovendo e acelerando a volta de Jesus; de modo a pensar “Preciso acelerar a volta de Jesus para hoje. Não para amanhã. Para hoje.” Não estou dizendo para dar um prazo, mas sim, em ausentar de nosso coração qualquer espécie de desejo quanto a adiar e não viver no agora a volta de Jesus; e sim, o de adiantá-lo para o agora; vivendo-o intensamente em cada respiração, em cada fôlego.

    Rapidamente, mas não se prenda muito nisso, mas pense quanto a 2008. Pense na rotina e faça um balanço geral, responda:
    1. Que tipos de livros, revistas, artigos você leu ou deixou de ler?
    2. Que tipos de programas, filmes, vídeos assistiu na TV e no computador? Quanto tempo passou fazendo isso?
    3. Que tipos de amizades cultivou? Como fora o relacionamento com o próximo?
    4. Que tipo de relacionamento manteve com a sua família?
    5. Que influência você transmitiu para a edificação das pessoas que convivem com você?
    6. Como foi sua relação com a Bíblia e a igreja?
    7. Que batalhas tivera ao orar e agir pela conversão de outras pessoas?
    8. Que novas habilidades você aprendeu?
    9. Que mudanças você teve na alimentação e estilo de vida para em prol da saúde?
    10. Que tipos de músicas ouviu, cantou, tocou, pensou, interpretou? Quanto tempo passou fazendo isso?
    11. Que mãos estendera para a causa dos necessitados?


    Por favor, apelo para que agora, volte ao questionário. E sem demora, leia cada pergunta respondendo-a com sinceridade e investigação em seu coração. E então refaça para si, essas mesmas perguntas, contudo, como base para um caminho a se trilhar em 2009. Estabeleça firmes propósitos para com cada uma dessas perguntas. E com determinação, sege zeloso.

    Vamos agir, vamos vestir os trajes de guerra descritos por Paulo para se travar o bom combate da fé. Vamos estabelecer os mais nobres e elevados propósitos a fim de serem alcançados e vividos de forma mantenedora. Vamos eliminar todas as preocupações terrenas, preocupações terrenas, preocupações quanto ao dia de amanhã. E nos revestir da glória da presença de Deus, de uma vida de santidade e consagração plena, no viver, no pensar, no vestir, no falar, no andar, no relacionar, no usar o tempo. E agarrar o advento de Cristo, como a corda que lhe assegura de atravessar as íngremes montanhas.

    2008 se foi, e, infelizmente, ainda temos que viver nesse mundo. Um ano, 8.760 horas, 525.000 minutos, 31.536.000 segundos o qual atrasamos a volta de Jesus. Faz mais de 130 anos que perambulamos, quando já deveríamos estar em Canaã. Podemos olhar como um povo em divida com os hebreus (os 40 anos). Eles, no deserto, nós, num caótico mundo capitalista, com a iniqüidade próxima de seu auge. Mais um ano, mais um dia, mais uma hora, mais um minuto, mais um segundo. Por quê?

    "Por quarenta anos a incredulidade, a murmuração e a rebelião excluíram o antigo Israel da terra de Canaã. Os mesmos pecados têm retardado a entrada do Israel moderno na Canaã celestial. Em nenhum dos casos houve falta da parte das promessas de Deus. É a incredulidade, o mundanismo, a falta de consagração e a contenda entre o professo povo de Deus que nos têm detido neste mundo de pecado e dor por tantos anos" - Ellen G. White, Manuscrito 4, 1883.

    Por isso digo, observe vem as causas. Reflita, e espero que também tome a decisão, de viver, de modo a não haver 2010. Para que quando tal ano-calendário chegar, já estejamos na Canaã celestial.


    Agora, a partir do próximo clique, é com você.

    13 janeiro 2009

    VBA Excel: Excluindo linhas

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    Já se deparou com um tipico problema no Excel, no qual se tem uma lista enorme de dados, e para trabalhar com tal, de algum modo precisa filtrar aquilo, precisando apagar os registros correspondentes a uma linha, ou simplesmente apagar vários linhas com algum critério?
    Bem, através do VBA podemos fazer isso de forma bem simples e fácil. Use o código:

    ActiveCell.EntireRow.Delete

    Este comando exclui a linha ativa. Incrementando o código, pode ser muito útil, colocando filtros de condição, por exemplo:

    If [condição] Then
    ActiveCell.EntireRow.Delete
    End If

    No meu caso, usei-o para uma lista enorme de dados, registros. No qual na coluna B havia o "volume"; e apenas precisava usar os registros com volume maior que zero. Então, um código que daria para certo para o meu caso [usei outro pois eram umas coisas mais complexas]:


    Range("B2")
    For cont = 1 To 17533
    If ActiveCell <= 0 Then ActiveCell.EntireRow.Delete End If ActiveCell.Offset(1, 0) Next

    Um outro modo manualmente de se fazer isso é usando o modo normal de filtro. Ou mesmo usando uma tabela dinâmica. Porém, você terá que filtrar, copiar os valores desejados, copiar e colar numa outra planilha, para ficar mais fácil. E a idéia é automatizar o processo. Construa o código de modo a Macro executar toda a parte operacional; ficando com você apenas a parte que realmente importa, observar, analisar e interpretar os dados. Ou então, se você tem um trabalho mais Controller, como meu caso, e que boa parte do que faz é apenas alimentar dados; deixar que as macros façam isso, diminui muito a perca de tempo que você ficará em tais processos.

    12 janeiro 2009

    Pérolas Teológicas Newtonianas

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    Acabei de ler As Profecias do Apocalipse e o Livro de Daniel, de Isaac Newton (Editora Pensamento). É uma obra fascinante e indispensável na biblioteca de todo cristão e dos estudantes universitários, em particular. Apesar dos detalhes históricos exaustivos e dos vários trechos em latim não traduzidos, o livro revela a clareza do raciocínio do grande cientista inglês aplicado ao estudo da Bíblia. Os adventistas do sétimo dia ficarão especialmente impressionados ao perceber a semelhança do entendimento profético de Newton (um verdadeiro historicista) com a compreensão profética da igreja – com algumas divergências, naturalmente. Aqui e ali, espalhadas pelas 224 páginas da obra, há pérolas como estas:

    “A autoridade dos imperadores, reis e príncipes é humana; a autoridade dos concílios, sínodos, bispos e presbíteros é humana. Mas a autoridade dos profetas é divina e compreende toda a religião” (p. 26).

    “A predição de coisas futuras refere-se à situação da Igreja em todas as épocas: entre os velhos profetas, Daniel é o mais específico na questão de datas e o mais fácil de ser entendido. Por isso, no que diz respeito aos últimos tempos, deve ser tomado como a chave para os demais” (p. 26).

    “Rejeitar suas [de Daniel] profecias é rejeitar a religião cristã, pois que essa religião está fundada nas profecias a respeito do Messias” (p. 33).

    “Pela conversão dos dez reinos à religião romana, o Papa ampliou o seu domínio espiritual, mas não se destacava ainda como um chifre da besta. Foi o seu poder temporal que o transformou num dos chifres. Esse poder foi adquirido na segunda metade do século VIII pela conquista de três daqueles chifres (...) Então, alcançando o poder temporal e um domínio acima de qualquer judicatura humana, o seu aspecto se tornou mais majestoso do que o dos outros chifres. Daí por diante, os tempos e as leis foram entregues nas suas mãos por um tempo, e dois tempos e metade dum tempo, ou seja, três tempos e meio, isto é, por 1.260 anos, desde que se considere como um tempo o ano calendário de 360 dias, e um dia como um ano solar” (p. 88).

    Nas páginas 99 e 100, Newton deixa claro o porquê de o “chifre pequeno” não poder ser Antíoco Epifânio, como querem alguns. E arremata: “O próprio Cristo nos diz que a abominação da desolação, a que se refere Daniel, se instalaria nos dias do Império Romano (Mt 24:15).”

    Sobre a confiança que Newton tinha nos Evangelhos, ele escreveu: “Temos assim, comparando os Evangelhos de Mateus e de João, a história da ação de Jesus de modo contínuo, durante cinco Páscoas. João é mais preciso no começo e no fim; Mateus, no meio. Aquilo que um omite, o outro registra. (...) Temos assim, nos evangelhos de Mateus e de João, todas as coisas contadas na devida ordem, desde o começo da pregação de João até a morte de Cristo” (p. 119, 121).

    Revelação interessante esta: “Deleitavam-se os pagãos com os festivais dos seus deuses e não estavam dispostos a renunciar àqueles deleites. Assim, no propósito de lhes facilitar a conversão, [o papa] Gregório instituiu festas anuais aos santos e aos mártires. Eis porque, para enfraquecer as festas pagãs, as principais festas cristãs tomaram o seu lugar. (...) Foi esse o primeiro passo da religião cristã [católica] em direção à veneração dos mártires. Embora ainda não fosse uma adoração ilegal, predispôs os cristãos à veneração dos mortos, o que em pouco tempo se transformou em invocação dos santos. (...) O passo seguinte nessa invocação foi atribuir ao corpo, aos ossos e a outras relíquias dos santos o poder de operar milagres por meio das suas almas, que supostamente sabem o que fazemos ou dizemos e podem nos fazer o bem e o mal” (p. 151, 153).

    Sobre o Apocalipse, Newton escreveu: “Tendo assim estabelecido a época em que deve ter sido escrito o Apocalipse, não preciso falar muito da sua autenticidade, já que estava tão em voga nos primeiros tempos que muitos tentaram imitá-lo, forjando apocalipses sob o nome dos apóstolos. E os próprios apóstolos, como já mencionei, o estudaram e citavam as suas frases” (p. 178).

    “Se a pregação geral do evangelho está se aproximando, é a nós e à nossa posteridade que as seguintes palavras pertencem: ‘...todos os maus ficarão sem compreender. Os que são esclarecidos, porém, compreenderão. Feliz o leitor e os ouvintes das palavras desta profecia, se observarem o que nela está escrito.’ (...) A realização de coisas preditas com grande antecedência será um argumento convincente de que o mundo é governado pela Providência” (p. 180).
    Eu já era fã desse que é um dos maiores cientistas de todos os tempos. Depois de ler esse livro, minha admiração só aumentou. Newton era também grande teólogo.[MB]

    Por Michelson Borges
    _______
    Nota: Um lado da vida de Sir Isaac Newton que certamente você não estudará no Ensino Médio, tampouco no Ensino Superior. Mas que vale a pena conferir e conhecer. - "Do que se alimentava o coração e a mente daquele que foi, considerado por alguns, o maior gênio, matemático e físico da história?"

    16 dezembro 2008

    Comer pouco prolonga a vida

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    Comer pouco é a maneira mais eficaz de ter uma vida mais longa, segundo um estudo de cientistas japoneses publicado pela revista "Nature". Os cientistas estudaram o efeito da enzima RHEB-1 no prolongamento da vida e como este componente se altera em função da ingestão calórica de cada indivíduo.

    A pesquisa foi feita com uma espécie de vermes da terra, mas a equipe da Universidade de Kyoto afirma que a teoria é aplicável também aos mamíferos.

    Segundo o estudo, "a restrição alimentícia é a intervenção mais eficaz e mais reproduzível para estender a expectativa de vida em espécies completamente diferentes".

    Os cientistas da Universidade de Kyoto utilizaram vermes da espécie Caenorhabditis elegans na pesquisa e conseguiram comprovar que aqueles que deixavam de comer durante dois dias prolongaram a vida em torno de 50%.

    Além disso, os vermes que jejuavam a cada dois dias eram mais resistentes aos processos de "estresse oxidativo" e mostraram menos sintomas de declive físico relacionado ao envelhecimento do que animais que puderam comer o quanto quisessem.


    Folha Online


    Comentário:
    Enquanto alguns ainda diziam que tem que "comer bem" (mais no sentido de quantidade) para ter uma vida saudável e longa. E até mesmo, que não era certo ter apenas 3 refeições no dia, mas que deveria consumir lanches entre tais. Um estudo que virou o jogou. E ainda apontando um outro fator interessante, ficar alguns dias em jejum. Não, não dá para fugir, nem eu, nem você, por mais que tente. Na Bíblia encontramos esse conselho. De certa forma é incrivel, pois como que povos antigos, "mortos de fome" (segunda uma visão evolutiva), que praticamente a necessidade primária era comer... havia um povo hebreu diferente dos demais (que se lançavam a glutonaria) - quando não se rebelavam contra Deus - o qual praticava o jejum e o aconselhavam?

    Até onde o jejum está envolvido na nossa vida fisica, mental e espiritual? Sinceramente, nunca olhei para o jejum como algo que produzisse mais saude. Sim já pensei que ele promoveria maior resistência ao nosso organismo a viver na falta de alimentos. De modo tal que, 2 pessoas, uma que praticava periodos de jejum, e outra que sempre estava comendo, se em certa ocasião, eles tiverem que ficar 2 ou 3 dias sem comer e em intensa atividade; aquele que praticava o jejum teria um desenpenho imunológico e metabólico superior ao outro. Mas nunca associei diretamente que o jejum promoveria saúde.

    Também o colocava como um meio que nos produziria maior autocontrole, dominio próprio, temperança. Pois através de sua disciplina, você controlaria a mais forte de todas as paixões "a do paladar", "da gula", "da comida"; superaria tal necessidade. Não no sentido de poder viver sem comer, mas quanto a não permitir que tal tomasse parte na escolha, decisão, influência. De modo que, mesmo você passando por mais de uma semana em jejum, em intensa fome, ainda sim, se o diabo lhe oferecesse um bom rango, saudável para você, você ainda teria poder moral para subjulgar as emoções, e aquilo que o corpo clama, e rejeitar. Em outras palavras, como Salomão disse em Eclesiaste, que muitos achariam uma pessoa louca se ela cruzasse os braços e esperesse chegar a morte, algo do tipo; mas que na verdade, há uma sabedoria nisso, pois é melhor morrer com a consciência tranquila, com fome; do que farta, mas...

    E claro, o jejum abre a nossa mente a, de certo modo, liberta-se de todas conscupiscencia, focar nossa mente quanto as necessidades básicas e também, a ter uma mente não "estimulada", de modo a poder discernir com clareza e olhar com sinceridade para o coração. Pois de certo modo, na abstinencia da comida, dificilmente alguem terá naturalidade para distrair-se com coisas vãs. E com isso, abre-se uma avenida para observar a dependência de Deus. É um dos maiores exercicios de subjulgar o eu, de promover poder moral, disciplina, autocontrole; que se possa ter. E até mesmo, de descansar o sistema digestivo.

    Bem, mas muito antes da Universidade de Kyoto, alguém (Ellen G. White) já dizia:

    "Algumas pessoas há que mais proveito terão com abster se de todo alimento durante um ou dois dias na semana, do que com qualquer quantidade de tratamentos ou orientação médica. O jejum de um dia na semana ser-lhes-ia de proveito incalculável." - Conselho Sobre Saúde, 477

    " A intemperança no comer é muitas vezes a causa da doença, e o que a natureza precisa mais é ser aliviada da indevida carga que lhe foi imposta. Em muitos casos de doença, o melhor remédio é o paciente jejuar por uma ou duas refeições, a fim de que os sobrecarregados órgãos digestivos tenham oportunidade de descansar. Um regime de frutas por alguns dias tem muitas vezes produzido grande benefício aos que trabalham com o cérebro. Muitas vezes um breve período de inteira abstinência de comida, seguido de alimento simples e moderadamente tomado, tem levado à cura por meio dos próprios esforços recuperadores da natureza. Um regime de abstinência por um ou dois meses, haveria de convencer a muitos sofredores que a vereda da abnegação é o caminho para a saúde." - A Ciência do Bom Viver, 235

    "Alguns há que seriam mais beneficiados pela abstinência de alimento por um dia ou dois cada semana, do que por qualquer quantidade de tratamento ou conselho médico. Jejuar um dia por semana ser-lhes-ia de incalculável benefício. " Testimonies, vol. 7, pág. 134.

    "O açúcar não é bom para o estômago. Produz fermentação, o que embota o cérebro e deixa a disposição irritadiça. E tem-se demonstrado que, para a saúde do organismo, duas refeições são melhores do que três." - Mente, Caráter e Personalidade, v.2, 391

    "Os que mudam de três refeições para duas ao dia, a princípio serão mais ou menos incomodados por uma fraqueza, especialmente na ocasião em que era seu hábito tomar sua terceira refeição. Mas se perseverarem por breve tempo, desaparecerá essa prostração." - Conselhos Sobre Regime Alimentar, 175

    "O costume de comer apenas duas vezes por dia, em geral, demonstra-se benéfico à saúde; todavia, sob certas circunstâncias, talvez algumas pessoas tenham necessidade de uma terceira refeição. Esta, porém, deve ser muito leve, e de comida de fácil digestão. Bolachas de sal, ou pão torrado e fruta, ou bebida de cereal, eis os alimentos mais próprios para a refeição da noite." - Idem, 321


    Aliás, aí está um conselho incrível: "Deixar de comer a terceira refeição." Algo que realmente seria MUUIIIIIiiiiittttttttttttooooooooooooooooooooo revolucionário para o mundo. Mas bem, há mais de 100 anos já eram ditas tais coisas. Muitos questionavam. Muitos não praticavam. Outros, criticavam quem praticava. Agora, até a medicina secular testifica tais palavras; contudo, duvido, que ela própria irá praticar tal. Bem, mas agora você tem mais um motivo de sobra para "comer pouco".

    Siga o ditado: "Não viva para comer. Coma para viver."

    08 dezembro 2008

    União da Igreja com o Mundo

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    "Depois disto vi Satanás consultando seus anjos, e considerando o que haviam ganho. Na verdade, haviam por meio do temor da morte impedido algumas almas tímidas de abraçar a verdade; muitos, porém, mesmo dos mais tímidos, receberam a verdade, e com isso seus temores e timidez imediatamente os deixaram. Ao testemunhar a morte de seus irmãos e contemplar sua firmeza e paciência, compreenderam que Deus e os anjos os ajudavam a suportar tais sofrimentos, e tornaram-se corajosos e destemidos. E, quando chamados a render a própria vida, mantiveram sua fé com tal paciência e firmeza, que fizeram com que mesmo seus assassinos tremessem. Satanás e seus anjos concluíram que havia um meio mais eficaz para destruir as almas, um meio que, no fim, seria mais seguro. Embora se infligissem sofrimentos aos cristãos, sua firmeza e a radiante esperança que os animava, faziam com que o mais fraco se tornasse forte, e os habilitavam a aproximar-se corajosamente da tortura e das chamas. Imitavam o porte nobre de Cristo quando Se encontrou perante Seus assassinos, e, pela sua constância e a glória de Deus que neles repousava, convenceram muitos outros da verdade.

    Satanás concluiu, portanto, que deveria vir de maneira mais branda. Já havia corrompido as doutrinas da Bíblia, e tradições estavam a criar profundas raízes que deveriam arruinar a milhões. Restringindo seu ódio, decidiu-se a não insistir com seus súditos quanto a uma perseguição tão atroz, mas a levar a igreja a contender pelas várias tradições, em vez de o fazer em prol da fé que uma vez fora entregue aos santos. Como prevalecesse sobre a igreja a fim de que esta recebesse favores e honras do mundo, sob o pretexto de receber benefícios, começou ela a perder o favor de Deus. Esquivando-se de declarar as verdades diretas que dela excluíam os amantes do prazer e amigos do mundo, perdeu gradualmente o seu poder.

    A igreja não é hoje o povo separado e peculiar que foi quando os fogos da perseguição estiveram acesos contra ela. Como o ouro se tornou fusco! Como se transformou o ouro finíssimo! Vi que, se a igreja tivesse sempre conservado seu caráter peculiar e santo, o poder do Espírito Santo que fora comunicado aos discípulos ainda estaria com ela. Os doentes seriam curados, os demônios seriam repreendidos e expulsos, e ela seria poderosa e um terror para os seus inimigos.

    Vi uma grande multidão professando o nome de Cristo, mas Deus não os reconhecia como Seus. Não tinha prazer neles. Satanás pareceu assumir um caráter religioso, e estava muito desejoso de que o povo julgasse serem eles cristãos. Estava mesmo ansioso para que acreditasse em Jesus, Sua crucifixão e Sua ressurreição. Satanás e seus anjos criam perfeitamente em tudo isto, e tremiam. Se, porém, esta fé não instiga a boas obras, e não leva aos que a professam a imitar a vida abnegada de Cristo, Satanás não se inquieta; pois meramente tomam o nome de cristãos, enquanto seus corações ainda são carnais, e ele os pode empregar em seu serviço mesmo melhor do que se não fizessem profissão alguma. Escondendo sua deformidade sob o nome de cristãos, passam a vida com suas naturezas não santificadas e suas más paixões sem serem subjugadas. Isto dá ocasião para o incrédulo vituperar a Cristo pelas imperfeições deles, e faz com que os que possuem religião pura e incontaminada venham a incorrer em difamação. Os pastores pregam coisas agradáveis para convirem a esses que professam a religião de um modo carnal. Não ousam pregar a Jesus e as verdades incisivas da Bíblia; pois, se assim fizessem, esses que carnalmente são professos da religião não permaneceriam na igreja. Mas, sendo que muitos deles são ricos, deverão ser conservados, embora não estejam mais em condições de ali se achar do que Satanás e seus anjos. Isto é exatamente como Satanás desejava. Faz-se com que a religião de Jesus pareça popular e honrada aos do mundo. Declara-se ao povo que aqueles que professam a religião serão mais honrados pelo mundo. Tais ensinos diferem mui grandemente dos de Cristo. Sua doutrina e o mundo não podiam estar em paz. Aqueles que O seguiam tinham de renunciar o mundo. Estas coisas agradáveis originaram-se com Satanás e seus anjos. Eles formularam o plano, e cristãos de nome o levaram a efeito. Ensinavam-se fábulas aprazíveis e com facilidade eram recebidas; e hipócritas e declarados pecadores uniram-se com a igreja. Se a verdade tivesse sido pregada em sua pureza, logo teria excluído esta classe. Não havia, porém, diferença entre os professos seguidores de Cristo e o mundo. Vi que se a falsa cobertura tivesse sido retirada dos membros das igrejas, seriam reveladas tais iniqüidades, vilezas e corrupção, que o mais tímido filho de Deus não teria hesitado em chamar a esses professos cristãos pelo seu verdadeiro nome, filhos de seu pai, o diabo; pois suas obras o atestavam.

    Deus tinha uma mensagem para a igreja, a qual era sagrada e importante. Ao ser recebida, operaria uma reforma completa na igreja, despertaria o vívido testemunho que dela haveria de expurgar os hipócritas e pecadores, e de novo a traria ao favor de Deus."


    Primeiros Escritos, p. 226 - 229, Ellen G. White




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    Bem pessoal, é um texto forte que não poupa palavras.Àa luz de tal, podemos ver claramente a situação da igreja hoje e o que ocorre nos púlpitos. Já olhou alguma vez e pensou: "Não é possível que esteja tão ruim assim!" - Mas na verdade, para ser sincero, está muito pior do que imaginamos.

    Complementar a ele, recomendo a todos que ouça a série "Guerra dos Sentidos" de Daniel Spencer.

    12 novembro 2008

    Escutar música boa faz bem ao coração, revela estudo

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    da France Presse, em Washington

    Além de te deixar animado, ouvir suas músicas preferidas pode fazer bem ao seu sistema cardiovascular. Essa é a conclusão de um estudo americano divulgado nesta terça-feira (11).
    Pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Maryland, que já tinham mostrado, em 2005, uma relação entre o riso e a performance cardíaca, encontraram agora benefícios para o coração no ato de ouvir música agradável.

    "Já tínhamos demonstrado que emoções positivas, como o riso, são boas para a saúde vascular, mas a pergunta lógica era se outras emoções, provocadas, por exemplo, pela música, tinham o mesmo efeito", disse Michael Miller, diretor de Prevenção em Cardiologia do centro médico da Universidade de Maryland.

    Miller fez com que uma dezena de estudantes escolhesse a música que "mais os deixava felizes" e os expôs a quatro tipos de som para comparar seu efeito sobre o sistema vascular: música apreciada pelo paciente, música estressante, áudio para relaxamento e canções engraçadas.
    O diâmetro dos vasos sangüíneos foi ampliado em 26% com a música escolhida, enquanto a música estressante fez os vasos encolherem 6%.

    "É impressionante a forte diferença antes e após se escutar uma música agradável, assim como entre uma música apreciada e uma estressante", disse Miller.

    Com as músicas engraçadas, os vasos sangüíneos se dilataram 19%, enquanto a música de relaxamento produziu uma dilatação vascular de 11%.




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    Nota: Fisicamente, em questão a saúde, músicas que te deixam animado (não, necessariamente, agitado), que te deixa para cima, ao invés de melancólico, triste, perturbado, ... são boas para o nosso organismo, como visto, dilata os vasos sangüíneos, isso sem levar em conta a produção de endorfina e seratonina. Desse modo, que nem o quisito "tipo de música", consegue ficar a parte da mensagem de Reforma da Saúde; abstinencia de músicas estressantes (aquela que fazem liberar adrenalina e cortisóis em demasia - hormonios do stress.) e passar a ouvir músicas agradáveis. Apesar, que uma questão curiosa e importante há nisso; pois há pessoas que consideram, mesmo a dor, como algo agradável [Masoquistas]; então não é dificil de imaginar, o que pode rolar quanto ao que é "agradável" na música.

    Contudo, já dizia o salmista: "Sacia-nos de manhã com a tua benignidade, para que cantemos de júbilo e nos alegremos todos os nossos dias." (Salmos 90:14) E, complementava seu filho, Salomão: "O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos." (Provérbios 17:22).

    Nesse clima, que tal ouvir uma música bem agradável, gostosa, que deixa você animado, para cima, feliz, e ao mesmo tempo, tem um efeito suave sobre o corpo, não deixando de ser bem triunfal? Ouça: Hallelujah from Messiah

    11 novembro 2008

    O Brasileiro, segundo Jabor

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    - Brasileiro é um povo solidário. Mentira. Brasileiro é babaca.
    Eleger para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem escolaridade e preparo nem para ser gari, só porque tem uma história de vida sofrida;
    Pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza;
    Aceitar que ONG's de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade. ..
    Não protestar cada vez que o governo compra colchões para presidiários que queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente solidária.
    É coisa de gente otária.

    - Brasileiro é um povo alegre. Mentira. Brasileiro é bobalhão.
    Fazer piadinha com as imundices que acompanhamos todo dia é o mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada.
    Depois de um massacre que durou quatro dias em São Paulo, ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e achar graça, é o mesmo que contar piada no enterro do pai.
    Brasileiro tem um sério problema.
    Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo.

    - Brasileiro é um povo trabalhador. Mentira. Brasileiro é vagabundo por excelência.
    O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo.
    O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês, para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe lá no fundo que se estivesse no lugar dele faria o mesmo.
    Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada e não aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo.

    - Brasileiro é um povo honesto. Mentira. Já foi; hoje é uma qualidade em baixa.
    Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente irá preso.
    Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas.
    O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça.

    - 90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira. Já foi.
    Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos retornando da
    Guerra do Paraguai ali se instalaram.
    Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha outra alternativa e não concordava com o crime.
    Hoje a realidade é diferente.
    Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como 'aviãozinho' do tráfico para ganhar uma grana legal.
    Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas.
    Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas.

    - O Brasil é um pais democrático. Mentira. Num país democrático a vontade da maioria é Lei.
    A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente.
    Num país onde todos têm direitos mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia.
    Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita.
    Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores).
    Todos sustentados pelo povo que paga tributos que têm como único fim, o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar.

    Democracia isso? Pense !

    O famoso jeitinho brasileiro.
    Na minha opinião, um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira.
    Brasileiro se acha malandro, muito esperto.
    Faz um 'gato' puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar.
    No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto... malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero. Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí?
    Afinal somos penta campeões do mundo né?? ?
    Grande coisa...

    O Brasil é o país do futuro. Caramba , meu avô dizia isso em 1950. Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avôs se ainda estivessem vivos.
    Dessa vergonha eles se safaram...
    Brasil, o país do futuro !?
    Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo.

    Deus é brasileiro.
    Puxa, essa eu não vou nem comentar...

    O que me deixa mais triste e inconformado é ver todos os dias nos jornais a manchete da vitória do governo mais sujo já visto em toda a história brasileira.
    Para finalizar tiro minha conclusão:

    O brasileiro merece! Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar. Se você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse e-mail, meus sentimentos amigo, continue fazendo sua parte, e que um dia pessoas de bem assumam o controle do país novamente.
    Aí sim, teremos todas as chances de ser a maior potência do planeta.
    Afinal aqui não tem terremoto, tsunami nem furacão.
    Temos petróleo, álcool, bio-diesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante: Água doce!

    Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?

    FAÇA A SUA PARTE (SE QUISER)

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    Nota: O triste é que de fato, Mário de Andrade, tinha razão. E o pior, é que muitos se alegram, com a carapuça de Macunaíma, que serve, e lhe cai bem.